Cirurgiões plásticos ameaçam com greve geral

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Publicada em 06/03/2018 às 22:44:00

 

Cirurgiões plásticos lotados no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) reiniciam na manhã de hoje as atividades trabalhistas após 24 horas de paralisação. Na luta por isonomia salarial equiparada aos cirurgiões gerais, a classe cruzou os braços com o apoio do Sindicato dos Médicos (Sindimed), e aguardam resposta imediata por parte do Governo de Sergipe. Mostrando interesse em discutir o pleito com os servidores, o Estado já informou disponibilidade em receber a categoria já nos próximos dias. Hoje os manifestantes voltam a se reunir em assembleia extraordinária a fim de definir o futuro das reivindicações. 70% dos trabalhadores aderiram ao movimento desta semana.
Durante a reunião desta quarta-feira será debatido a possibilidade de levar à votação a proposta de greve geral e por tempo indeterminado. De acordo com a direção sindical, essa probabilidade existe em virtude de os cirurgiões plásticos estarem cobrando audiência com o superintendente do Huse, Luís Eduardo, desde o mês de novembro do ano passado, mas sem resposta até o momento. A classe lamenta que os cirurgiões gerais, por exemplo, estejam recebendo maiores salários, mesmo realizando atribuições tão importante quanto aos realizados diariamente pela categoria. O Sindimed pede que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresente atenção redobrada ao caso.
"O problema é que desde o final do ano passado os trabalhadores estão pleiteando uma reunião com a direção da unidade hospitalar e até o presente momento nenhuma convocação para ouvir a categoria foi realizada. Não entendemos como uns podem receber mais que outros. A isonomia salarial equiparada aos cirurgiões gerais é um direito que os assistem, e nós estamos aqui para ajudá-los no pleito", declarou o secretário geral do Sindimed, Luiz Carlos Macedo. Durante o início da mobilização a SES e a Fundação Hospitalar de Saúde informaram que apresentariam nota oficial sobre o caso, mas até a noite de ontem o Jornal do Dia não recebeu o comunicado.
"Sabemos da importância desse hospital para milhares de usuários do Sistema Único de Saúde, e queremos deixar claro que a paralisação de advertência pelo período de 24 horas seguidas serviu para mostrar aos gestores da saúde pública de nosso Estado o nosso interesse em discutir o assunto sem gerar maiores problemas. Para que uma greve geral não seja deflagrada, basta apenas atender ao pleito que é válido e amplamente legal", pontuou Luiz Carlos. O Sindicato dos Médicos garantiu que a partir desta manhã a escala de cirurgiões plásticos estará completa a fim de atender às demandas previamente agendadas, bem como aos casos de urgência e emergência. (Milton Alves Júnior)

Cirurgiões plásticos lotados no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) reiniciam na manhã de hoje as atividades trabalhistas após 24 horas de paralisação. Na luta por isonomia salarial equiparada aos cirurgiões gerais, a classe cruzou os braços com o apoio do Sindicato dos Médicos (Sindimed), e aguardam resposta imediata por parte do Governo de Sergipe. Mostrando interesse em discutir o pleito com os servidores, o Estado já informou disponibilidade em receber a categoria já nos próximos dias. Hoje os manifestantes voltam a se reunir em assembleia extraordinária a fim de definir o futuro das reivindicações. 70% dos trabalhadores aderiram ao movimento desta semana.
Durante a reunião desta quarta-feira será debatido a possibilidade de levar à votação a proposta de greve geral e por tempo indeterminado. De acordo com a direção sindical, essa probabilidade existe em virtude de os cirurgiões plásticos estarem cobrando audiência com o superintendente do Huse, Luís Eduardo, desde o mês de novembro do ano passado, mas sem resposta até o momento. A classe lamenta que os cirurgiões gerais, por exemplo, estejam recebendo maiores salários, mesmo realizando atribuições tão importante quanto aos realizados diariamente pela categoria. O Sindimed pede que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresente atenção redobrada ao caso.
"O problema é que desde o final do ano passado os trabalhadores estão pleiteando uma reunião com a direção da unidade hospitalar e até o presente momento nenhuma convocação para ouvir a categoria foi realizada. Não entendemos como uns podem receber mais que outros. A isonomia salarial equiparada aos cirurgiões gerais é um direito que os assistem, e nós estamos aqui para ajudá-los no pleito", declarou o secretário geral do Sindimed, Luiz Carlos Macedo. Durante o início da mobilização a SES e a Fundação Hospitalar de Saúde informaram que apresentariam nota oficial sobre o caso, mas até a noite de ontem o Jornal do Dia não recebeu o comunicado.
"Sabemos da importância desse hospital para milhares de usuários do Sistema Único de Saúde, e queremos deixar claro que a paralisação de advertência pelo período de 24 horas seguidas serviu para mostrar aos gestores da saúde pública de nosso Estado o nosso interesse em discutir o assunto sem gerar maiores problemas. Para que uma greve geral não seja deflagrada, basta apenas atender ao pleito que é válido e amplamente legal", pontuou Luiz Carlos. O Sindicato dos Médicos garantiu que a partir desta manhã a escala de cirurgiões plásticos estará completa a fim de atender às demandas previamente agendadas, bem como aos casos de urgência e emergência. (Milton Alves Júnior)