Posto de saúde não tem água para pacientes e funcionários

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Aviso na parede orienta para que pessoas procurem outros postos em caso de necessidade de vacinação
Aviso na parede orienta para que pessoas procurem outros postos em caso de necessidade de vacinação

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Publicada em 09/03/2018 às 22:45:00

 

Milton Alves Júnior
A Prefeitura de Araca-
ju promete regulari
zar parte dos problemas administrativos e operacionais da Unidade de Saúde da Família Cândida Alves, no Bairro Industrial, até a próxima sexta-feira, dia 16. A garantia foi apresentada na tarde de ontem ao Jornal do Dia por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Conforme denúncias apresentadas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o local não dispõe de banheiros higienizados e com manutenção em dias, disponibilidade dos medicamentos losartana e metformina, bem como refrigeração em nove das 13 salas de atendimento, e água potável a ser consumida pelos funcionários e pacientes.
Diante das denúncias públicas, na última quinta-feira, 08, o vereador Lucas Aribé (PSB) esteve no local e constatou a vericidade das reclamações. Sobre o cenário deparado, o parlamentar lamenta que dezenas de pessoas, assim que sentem sede, sejam submetidas a consumir água fornecida apenas pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), e pede que os órgãos de fiscalização a exemplo do Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária, também visitem o local. Por intermédio da Câmara Municipal de Aracaju, o vereador reivindicou junto à direção da SMS, qualificação imediata dos serviços.
Por meio de comunicado público, e oficial, o socialista alegou ainda que: "a sala de vacinação, por exemplo, está interditada desde a semana passada por falta de refrigeração. Na porta, o aviso orienta os cidadãos a procurarem outras unidades para terem acesso ao serviço. Isso é um absurdo, um desrespeito com a saúde e a vida das pessoas. Imagine que esta é a cidade que busca ser a da melhor qualidade de vida". Houve também a denúncia de baixa no estoque de dipirona, mas a Assessoria de Comunicação da Saúde municipal negou o fato e garantiu normalidade no fornecimento do remédio. As denúncias de Lucas Aribé foram compartilhadas pelo morador Cleiton Andrade dos Santos.
Na tarde de ontem, ao Jornal do Dia, ele destaca a falta de utensílios considerados básicos, bem como a própria inexistência de água mineral como um dos grandes problemas enfrentados pelos usuários. Se mostrando preocupado com o cenário administrativo do ambiente, o crítico afirma que foi forçado a enxugar os gastos pessoais a fim de se associar a um plano particular de saúde. Aos 48 anos de idade, ele disse apenas ter acesso às dependências internas da Unidade de Saúde da Família Cândida Alves quando necessita, em último caso, conduzir algum amigo ou parente. Cleiton Andrade ressalta que já havia reivindicado melhorias, mas cansou e ergueu a bandeira branca.
"Se fosse questão de guerra, eu já teria entregue meus pontos. Esses problemas não são de agora, eles se arrastam há muito tempo e infelizmente o que percebemos é que nada mudou desde a administração do prefeito anterior. Já estamos há mais de um ano com a nova, velha gestão, mas o que se vê é esse desrespeito ao cidadão contribuinte", declarou o morador que concluiu destacando: "já cansei de ouvir promessas de melhorias, por isso tive que fechar um plano de saúde particular para não morrer mais cedo. Mesmo sem querer apostar nenhuma ficha, lá no fundo espero que a Secretaria de Saúde de Aracaju comece realmente a melhorar esse posto. Digo isso pelo bem coletivo daqueles que sofrem com o SUS".

A Prefeitura de Araca- ju promete regulari zar parte dos problemas administrativos e operacionais da Unidade de Saúde da Família Cândida Alves, no Bairro Industrial, até a próxima sexta-feira, dia 16. A garantia foi apresentada na tarde de ontem ao Jornal do Dia por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Conforme denúncias apresentadas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o local não dispõe de banheiros higienizados e com manutenção em dias, disponibilidade dos medicamentos losartana e metformina, bem como refrigeração em nove das 13 salas de atendimento, e água potável a ser consumida pelos funcionários e pacientes.
Diante das denúncias públicas, na última quinta-feira, 08, o vereador Lucas Aribé (PSB) esteve no local e constatou a vericidade das reclamações. Sobre o cenário deparado, o parlamentar lamenta que dezenas de pessoas, assim que sentem sede, sejam submetidas a consumir água fornecida apenas pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), e pede que os órgãos de fiscalização a exemplo do Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária, também visitem o local. Por intermédio da Câmara Municipal de Aracaju, o vereador reivindicou junto à direção da SMS, qualificação imediata dos serviços.
Por meio de comunicado público, e oficial, o socialista alegou ainda que: "a sala de vacinação, por exemplo, está interditada desde a semana passada por falta de refrigeração. Na porta, o aviso orienta os cidadãos a procurarem outras unidades para terem acesso ao serviço. Isso é um absurdo, um desrespeito com a saúde e a vida das pessoas. Imagine que esta é a cidade que busca ser a da melhor qualidade de vida". Houve também a denúncia de baixa no estoque de dipirona, mas a Assessoria de Comunicação da Saúde municipal negou o fato e garantiu normalidade no fornecimento do remédio. As denúncias de Lucas Aribé foram compartilhadas pelo morador Cleiton Andrade dos Santos.
Na tarde de ontem, ao Jornal do Dia, ele destaca a falta de utensílios considerados básicos, bem como a própria inexistência de água mineral como um dos grandes problemas enfrentados pelos usuários. Se mostrando preocupado com o cenário administrativo do ambiente, o crítico afirma que foi forçado a enxugar os gastos pessoais a fim de se associar a um plano particular de saúde. Aos 48 anos de idade, ele disse apenas ter acesso às dependências internas da Unidade de Saúde da Família Cândida Alves quando necessita, em último caso, conduzir algum amigo ou parente. Cleiton Andrade ressalta que já havia reivindicado melhorias, mas cansou e ergueu a bandeira branca.
"Se fosse questão de guerra, eu já teria entregue meus pontos. Esses problemas não são de agora, eles se arrastam há muito tempo e infelizmente o que percebemos é que nada mudou desde a administração do prefeito anterior. Já estamos há mais de um ano com a nova, velha gestão, mas o que se vê é esse desrespeito ao cidadão contribuinte", declarou o morador que concluiu destacando: "já cansei de ouvir promessas de melhorias, por isso tive que fechar um plano de saúde particular para não morrer mais cedo. Mesmo sem querer apostar nenhuma ficha, lá no fundo espero que a Secretaria de Saúde de Aracaju comece realmente a melhorar esse posto. Digo isso pelo bem coletivo daqueles que sofrem com o SUS".