Ex-prefeito fica um dia preso por descumprir pena

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 09/03/2018 às 22:53:00

 

Gabriel Damásio
O ex-prefeito de To-
mar do Geru (Sul), 
Gildeon Ferreira da Silva, ficou preso durante cerca de 24 horas por ordem da Justiça Federal de Sergipe (JFSE). Ele foi detido na tarde de quinta-feira por agentes da Polícia Federal e trazido para a carceragem da 4ª Delegacia Metropolitana, no Augusto Franco (zona sul), onde passou a noite e permaneceu até a audiência de custódia, realizada à tarde na sede da JFSE, no Capucho (zona oeste). Segundo a Superintendência Estadual da PF, a ordem de prisão tinha sido decretada pelo juiz da 7ª Vara Federal, Rafael Soares Souza, motivada pelo descumprimento de uma pena restritiva de direitos, que foi convertida em pena restritiva de liberdade. 
Gildeon tinha sido condenado em 2013, em um processo que o acusava pelo uso irregular de verbas federais destinadas à educação, enquanto era prefeito de Tomar do Geru, entre 2001 e 2004. A denúncia do Ministério Público Federal à época afirmou que ele desviou e "utilizou-se indevidamente, em proveito próprio ou alheio, de bens, rendas ou serviços públicos".Na ocasião, o juiz responsável o puniu com 1.095 horas de prestação de serviços à comunidade, equivalentes aos três anos de prisão em regime aberto, mas, segundo informações, o ex-prefeito teria cumprido pouco mais da metade da pena e não compareceu mais ao Conselho Tutelar da cidade, onde cumpria os serviços. 
Os advogados de defesa dele alegaram uma "falha de comunicação", pois Gildeon não recebera nenhuma notificação oficial da Justiça quanto às horas que restavam ser cumpridas. Segundo o ex-prefeito, as notificações expedidas não lhe foram repassadas por seu antigo advogado. Durante a audiência de custódia, o juiz substituto Pedro Esperanza Sudário aceitou os argumentos da defesa e concedeu a liberdade provisória, mas determinou a retomada imediata do cumprimento da pena restante, estimada em 542 horas. O ex-prefeito deixou a sede da JFSE no final da tarde e voltou para Tomar do Geru. O MPF estuda se vai ou não recorrer da sentença. 

O ex-prefeito de To- mar do Geru (Sul),  Gildeon Ferreira da Silva, ficou preso durante cerca de 24 horas por ordem da Justiça Federal de Sergipe (JFSE). Ele foi detido na tarde de quinta-feira por agentes da Polícia Federal e trazido para a carceragem da 4ª Delegacia Metropolitana, no Augusto Franco (zona sul), onde passou a noite e permaneceu até a audiência de custódia, realizada à tarde na sede da JFSE, no Capucho (zona oeste). Segundo a Superintendência Estadual da PF, a ordem de prisão tinha sido decretada pelo juiz da 7ª Vara Federal, Rafael Soares Souza, motivada pelo descumprimento de uma pena restritiva de direitos, que foi convertida em pena restritiva de liberdade. 
Gildeon tinha sido condenado em 2013, em um processo que o acusava pelo uso irregular de verbas federais destinadas à educação, enquanto era prefeito de Tomar do Geru, entre 2001 e 2004. A denúncia do Ministério Público Federal à época afirmou que ele desviou e "utilizou-se indevidamente, em proveito próprio ou alheio, de bens, rendas ou serviços públicos".Na ocasião, o juiz responsável o puniu com 1.095 horas de prestação de serviços à comunidade, equivalentes aos três anos de prisão em regime aberto, mas, segundo informações, o ex-prefeito teria cumprido pouco mais da metade da pena e não compareceu mais ao Conselho Tutelar da cidade, onde cumpria os serviços. 
Os advogados de defesa dele alegaram uma "falha de comunicação", pois Gildeon não recebera nenhuma notificação oficial da Justiça quanto às horas que restavam ser cumpridas. Segundo o ex-prefeito, as notificações expedidas não lhe foram repassadas por seu antigo advogado. Durante a audiência de custódia, o juiz substituto Pedro Esperanza Sudário aceitou os argumentos da defesa e concedeu a liberdade provisória, mas determinou a retomada imediata do cumprimento da pena restante, estimada em 542 horas. O ex-prefeito deixou a sede da JFSE no final da tarde e voltou para Tomar do Geru. O MPF estuda se vai ou não recorrer da sentença.