Juvêncio, João e Marlene são denunciados na 'Caça-Fantasma'

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Publicada em 13/03/2018 às 22:07:00

 

O Ministério Público Estadual apresentou mais uma denúncia relacionada à Operação Caça-Fantasma, que investiga a nomeação de servidores fantasmas para cargos comissionados na Prefeitura de Aracaju (PMA), entre 2013 e 2016. É o primeiro processo relacionado à antiga Secretaria de Articulação Política e Relações Institucionais (Seapri), que foi criada durante a gestão João Alves Filho e extinta no ano passado. 
A denúncia acusa o ex-prefeito João Alves, a ex-secretária de governo Marlene Alves Calumby e o vereador Juvêncio Oliveira (DEM), que foi secretário da Seapri, além de cinco ex-servidores lotados na antiga pasta. Segundo os promotores do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), os depoimentos prestados demonstraram que, em relação a alguns servidores, o próprio ex-Secretário reconhece a existência de servidores nunca foram trabalhar, mas estavam na folha de pagamento da Secretaria. 
Juvêncio, João e Marlene foram denunciados por peculato em continuidade delitiva, enquanto os ex-funcionários são acusados de peculato. Ainda segundo o Ministério Público, esta foi a primeira de outras denúncias que ainda serão ajuizadas em razão da existência dos "fantasmas" na antiga Seapri. O processo vai tramitar na 2ª Vara Criminal de Aracaju. O vereador Juvêncio disse ontem que prestou depoimento para colaborar com o MP e negou que tenha realizado a contratação de funcionário fantasma, nem que tivesse responsabilidade pelo controle de desempenho ou frequência dos servidores da Seapri. Os advogados de João Alves e Marlene Calumby preferiram não se manifestar. (Gabriel Damásio)

O Ministério Público Estadual apresentou mais uma denúncia relacionada à Operação Caça-Fantasma, que investiga a nomeação de servidores fantasmas para cargos comissionados na Prefeitura de Aracaju (PMA), entre 2013 e 2016. É o primeiro processo relacionado à antiga Secretaria de Articulação Política e Relações Institucionais (Seapri), que foi criada durante a gestão João Alves Filho e extinta no ano passado. 
A denúncia acusa o ex-prefeito João Alves, a ex-secretária de governo Marlene Alves Calumby e o vereador Juvêncio Oliveira (DEM), que foi secretário da Seapri, além de cinco ex-servidores lotados na antiga pasta. Segundo os promotores do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), os depoimentos prestados demonstraram que, em relação a alguns servidores, o próprio ex-Secretário reconhece a existência de servidores nunca foram trabalhar, mas estavam na folha de pagamento da Secretaria. 
Juvêncio, João e Marlene foram denunciados por peculato em continuidade delitiva, enquanto os ex-funcionários são acusados de peculato. Ainda segundo o Ministério Público, esta foi a primeira de outras denúncias que ainda serão ajuizadas em razão da existência dos "fantasmas" na antiga Seapri. O processo vai tramitar na 2ª Vara Criminal de Aracaju. O vereador Juvêncio disse ontem que prestou depoimento para colaborar com o MP e negou que tenha realizado a contratação de funcionário fantasma, nem que tivesse responsabilidade pelo controle de desempenho ou frequência dos servidores da Seapri. Os advogados de João Alves e Marlene Calumby preferiram não se manifestar. (Gabriel Damásio)