Celse apresenta termelétrica a jornalistas

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 13/03/2018 às 22:14:00

 

Milton Alves Júnior
A convite das Centrais 
Elétricas de Sergipe 
(CELSE), o Jornal do Dia teve acesso na tarde de ontem ao canteiro de obras da Usina Termelétrica Porto Sergipe, edificada no município da Barra dos Coqueiros, Região Metropolitana de Aracaju. Possuindo um poder operacional inquestionável, esta usina é a primeira do complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda, o qual funcionará no antigo polo cloroquímico do estado. Segundo dados apresentados pela CELSE, essa será a maior obra de infraestrutura no Nordeste brasileiro, e possui um investimento superior à casa dos cinco bilhões de reais. Com as obras em andamento desde a segunda metade do ano de 2016, a Barra contemplará a maior termoelétrica do Brasil e da América Latina.
Paralelo aos benefícios econômicos gerados ao município, Pedro Litsek, presidente da CELSE, destacou a importância na geração de empregos desde o primeiro dia de obras. Conforme estatísticas apresentadas pelo grupo, somente neste primeiro momento foram gerados cerca de 70 empregos; a estimativa é que, na fase final da construção, prevista para o início do próximo ano, sejam gerados cerca de 2.600 empregos diretos. Dentro deste contexto funcional, pouco mais de 80% dos profissionais nasceram, ou residem na Barra dos Coqueiros. Sobre a produção elétrica, Pedro Litsek não esconde a perspectiva de transformar o Estado de Sergipe em referencia internacional.
 "A usina terá capacidade de gerar 1.551 GW de energia elétrica e isso é motivo de enorme gratificação. Temos consciência da representatividade econômica que esta usina resultará para a região em todas as suas ramificações, inclusive na produção trabalhista. Estamos gerando centenas de empregos e isso possui um aspecto bastante positivo diante da atual situação vivenciada pelo Brasil", avaliou. Além do andamento das obras, espaço e projeção arquitetônica, no decorrer da visita a direção executiva da CELSE destacou ao JD que o Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe I, fortalece o respeito e a integração para com o meio ambiente, a saúde coletiva e segurança de funcionários e visitantes.
Capaz de atender a demanda de 15% da Região Nordeste, o que significa cerca de 20 milhões de residências, o grupo GE do Brasil- responsável direto pela construção da usina, destaca que a energia já foi comprada e o serviço deve ser fornecido impreterivelmente a partir de janeiro de 2020. Cientes dessa obrigação contratual, os diretores administrativos se mostram otimistas e acreditam que já em fevereiro de 2019 será possível iniciar a produção; os testes devem seguir até o mês de setembro, e será inaugurada de forma oficial em outubro. Para Erik Camargo, vice-presidente de Política e Relações Governamentais para América Latina da GE, a obra já promove benefícios ao povo sergipano.
"Sabemos que a chegada de um empreendimento desta amplitude gera bônus, e alguns contratempos para a região. Por entender esse contexto, além dos impostos repassado para a Prefeitura da Barra dos Coqueiros, de forma voluntária iremos reformar o prédio do Arquivo Público de Sergipe, o Teatro Tobias Barreto e a Biblioteca Pública Epfhanio Dória", relatou. Somente de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), recolhidos pelo poder executivo municipal em 2017, foram arrecadados 10 milhões de reais. Até o final do próximo ano a perspectiva é que mais 40 milhões sejam repassados aos cofres públicos; esses valores devem ser revertidos única e exclusivamente a favor dos seus moradores.
"Ainda de forma solidária iremos beneficiar a própria Barra dos Coqueiros com a construção de uma escola, por exemplo. Nossos profissionais seguem trabalhando conforme previsto no planejamento estratégico e não nos restam dúvidas que Sergipe se destaca ainda mais no cenário nacional com essa nova forma de gerar energia no Estado", pontuou Erik. Durante o processo seletivo a organização recebeu mais de 12 mil currículos. Dos quatro mil empregados diretos e indiretos, a previsão é que, a partir do primeiro dia de funcionamento da usina termelétrica o quantitativo geral de funcionários seja de 100 profissionais.
Sobre o quantitativo de pessoas buscando emprego, o diretor de construção da CELSE, Edio José Rodenheber, lamentou a impactante falta de emprego no país. "Mais de 12 mil pleiteando uma vaga, isso nos entristece por um lado, mas também nos deixa aliviados por criar oportunidade para dois mil diretos. Além da contratação, muitos deles participaram de curso profissionalizante e hoje estão mais preparados para o mercado de trabalho", disse. A fim de acompanhar o progresso empreendedor da usina, a GE e as Centrais Elétricas de Sergipe pretendem receber o Jornal do Dia novamente até o final do ano.
"É uma satisfação receber os meios de comunicação neste complexo, e, como a cada semana temos novidades na estruturação da obra, esperamos recebê-los novamente em um futuro próximo. Assim será possível ampliar o conhecimento social a respeito do Usina Termelétrica Porto Sergipe", pontuou.

A convite das Centrais  Elétricas de Sergipe  (CELSE), o Jornal do Dia teve acesso na tarde de ontem ao canteiro de obras da Usina Termelétrica Porto Sergipe, edificada no município da Barra dos Coqueiros, Região Metropolitana de Aracaju. Possuindo um poder operacional inquestionável, esta usina é a primeira do complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda, o qual funcionará no antigo polo cloroquímico do estado. Segundo dados apresentados pela CELSE, essa será a maior obra de infraestrutura no Nordeste brasileiro, e possui um investimento superior à casa dos cinco bilhões de reais. Com as obras em andamento desde a segunda metade do ano de 2016, a Barra contemplará a maior termoelétrica do Brasil e da América Latina.
Paralelo aos benefícios econômicos gerados ao município, Pedro Litsek, presidente da CELSE, destacou a importância na geração de empregos desde o primeiro dia de obras. Conforme estatísticas apresentadas pelo grupo, somente neste primeiro momento foram gerados cerca de 70 empregos; a estimativa é que, na fase final da construção, prevista para o início do próximo ano, sejam gerados cerca de 2.600 empregos diretos. Dentro deste contexto funcional, pouco mais de 80% dos profissionais nasceram, ou residem na Barra dos Coqueiros. Sobre a produção elétrica, Pedro Litsek não esconde a perspectiva de transformar o Estado de Sergipe em referencia internacional.
 "A usina terá capacidade de gerar 1.551 GW de energia elétrica e isso é motivo de enorme gratificação. Temos consciência da representatividade econômica que esta usina resultará para a região em todas as suas ramificações, inclusive na produção trabalhista. Estamos gerando centenas de empregos e isso possui um aspecto bastante positivo diante da atual situação vivenciada pelo Brasil", avaliou. Além do andamento das obras, espaço e projeção arquitetônica, no decorrer da visita a direção executiva da CELSE destacou ao JD que o Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe I, fortalece o respeito e a integração para com o meio ambiente, a saúde coletiva e segurança de funcionários e visitantes.
Capaz de atender a demanda de 15% da Região Nordeste, o que significa cerca de 20 milhões de residências, o grupo GE do Brasil- responsável direto pela construção da usina, destaca que a energia já foi comprada e o serviço deve ser fornecido impreterivelmente a partir de janeiro de 2020. Cientes dessa obrigação contratual, os diretores administrativos se mostram otimistas e acreditam que já em fevereiro de 2019 será possível iniciar a produção; os testes devem seguir até o mês de setembro, e será inaugurada de forma oficial em outubro. Para Erik Camargo, vice-presidente de Política e Relações Governamentais para América Latina da GE, a obra já promove benefícios ao povo sergipano.
"Sabemos que a chegada de um empreendimento desta amplitude gera bônus, e alguns contratempos para a região. Por entender esse contexto, além dos impostos repassado para a Prefeitura da Barra dos Coqueiros, de forma voluntária iremos reformar o prédio do Arquivo Público de Sergipe, o Teatro Tobias Barreto e a Biblioteca Pública Epfhanio Dória", relatou. Somente de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), recolhidos pelo poder executivo municipal em 2017, foram arrecadados 10 milhões de reais. Até o final do próximo ano a perspectiva é que mais 40 milhões sejam repassados aos cofres públicos; esses valores devem ser revertidos única e exclusivamente a favor dos seus moradores.
"Ainda de forma solidária iremos beneficiar a própria Barra dos Coqueiros com a construção de uma escola, por exemplo. Nossos profissionais seguem trabalhando conforme previsto no planejamento estratégico e não nos restam dúvidas que Sergipe se destaca ainda mais no cenário nacional com essa nova forma de gerar energia no Estado", pontuou Erik. Durante o processo seletivo a organização recebeu mais de 12 mil currículos. Dos quatro mil empregados diretos e indiretos, a previsão é que, a partir do primeiro dia de funcionamento da usina termelétrica o quantitativo geral de funcionários seja de 100 profissionais.
Sobre o quantitativo de pessoas buscando emprego, o diretor de construção da CELSE, Edio José Rodenheber, lamentou a impactante falta de emprego no país. "Mais de 12 mil pleiteando uma vaga, isso nos entristece por um lado, mas também nos deixa aliviados por criar oportunidade para dois mil diretos. Além da contratação, muitos deles participaram de curso profissionalizante e hoje estão mais preparados para o mercado de trabalho", disse. A fim de acompanhar o progresso empreendedor da usina, a GE e as Centrais Elétricas de Sergipe pretendem receber o Jornal do Dia novamente até o final do ano.
"É uma satisfação receber os meios de comunicação neste complexo, e, como a cada semana temos novidades na estruturação da obra, esperamos recebê-los novamente em um futuro próximo. Assim será possível ampliar o conhecimento social a respeito do Usina Termelétrica Porto Sergipe", pontuou.