Sindijus realizará Buzinaço pelo fim do auxílio-moradia na quinta-feira

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
ENQUANTO JUÍZES FARÃO GREVE, SERVIDORES DO TJSE PROTESTAM CONTRA BENEFÍCIO
ENQUANTO JUÍZES FARÃO GREVE, SERVIDORES DO TJSE PROTESTAM CONTRA BENEFÍCIO

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 13/03/2018 às 22:23:00

 

A partir das 16h30 da quint-feira, volta às ruas o Buzinaço do Sindijus contra os supersalários que extrapolam o teto constitucional e pelo fim do auxílio moradia pago a juízes e desembargadores.
O ato acontecerá no cruzamento da avenida Beira Mar com Anízio Azevedo, em frente ao Posto de Gasolina Petrox, no Bairro 13 de Julho.
Essa é mais uma atividade que tenta dialogar e levar à população dados sobre os excessos e supersalários do TJSE. Todos os meses consta na folha de pagamentos do órgão centenas de contracheques que ultrapassam o teto constitucional, que tem como referência o salário do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 33.763,00. Indenizações e benefícios recebidos por juízes e desembargadores, entre eles um auxílio-moradia de mais de R$ 4 mil, são os principais responsáveis pelo desrespeito ao teto constitucional.  
O ato será realizado num dia simbólico. Juízes federais anunciam para o mesmo dia uma greve em defesa do auxílio moradia. Essa defesa mostra que a magistratura nacional está em descompasso com os anseios da população, tanto em relação à realidade financeira dos trabalhadores quanto sobre o que as pessoas pensam do recebimento indiscriminado do auxílio moradia no Poder Judiciário.
Para o coordenador de Relações Institucionais e Comunicação do Sindijus, Gilvan Santos, é primordial dialogar com a sociedade. "As contradições do Poder Judiciário estão cada vez mais expostas e sendo questionadas. Nós servidores temos que lutar pela moralização do Judiciário. O fim do auxílio moradia será um passo importante para essa finalidade".

A partir das 16h30 da quint-feira, volta às ruas o Buzinaço do Sindijus contra os supersalários que extrapolam o teto constitucional e pelo fim do auxílio moradia pago a juízes e desembargadores.
O ato acontecerá no cruzamento da avenida Beira Mar com Anízio Azevedo, em frente ao Posto de Gasolina Petrox, no Bairro 13 de Julho.
Essa é mais uma atividade que tenta dialogar e levar à população dados sobre os excessos e supersalários do TJSE. Todos os meses consta na folha de pagamentos do órgão centenas de contracheques que ultrapassam o teto constitucional, que tem como referência o salário do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 33.763,00. Indenizações e benefícios recebidos por juízes e desembargadores, entre eles um auxílio-moradia de mais de R$ 4 mil, são os principais responsáveis pelo desrespeito ao teto constitucional.  
O ato será realizado num dia simbólico. Juízes federais anunciam para o mesmo dia uma greve em defesa do auxílio moradia. Essa defesa mostra que a magistratura nacional está em descompasso com os anseios da população, tanto em relação à realidade financeira dos trabalhadores quanto sobre o que as pessoas pensam do recebimento indiscriminado do auxílio moradia no Poder Judiciário.
Para o coordenador de Relações Institucionais e Comunicação do Sindijus, Gilvan Santos, é primordial dialogar com a sociedade. "As contradições do Poder Judiciário estão cada vez mais expostas e sendo questionadas. Nós servidores temos que lutar pela moralização do Judiciário. O fim do auxílio moradia será um passo importante para essa finalidade".