Defesa Civil alinha ações preventivas na Praia do Saco com prefeitura de Estância

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Publicada em 14/03/2018 às 23:28:00

 

O Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/Seidh) se reuniu na manhã desta quarta-feira, 14, com o prefeito de Estância, Gilson Andrade, para discutir ações de prevenção a desastres, em razão do avanço do mar na região da Praia do Saco.
De acordo com o Major Queiroz, a partir da decretação de situação de emergência no município, o Estado deverá homologar e, posteriormente, buscar o reconhecimento federal. "Iremos encaminhar toda a documentação necessária, buscando o reconhecimento federal da situação de emergência por erosão costeira ou marinha no local, para que possamos, a partir de então, conseguir recursos para realizar obras de contenção do avanço do mar na região", pontuou o Major.
O prefeito de Estância expôs sua preocupação, considerando que além da igreja secular cuja preservação está sendo alvo de discussões entre diversos órgãos, a região possui uma enormidade de estabelecimentos comerciais, além de casas de veranistas e nativos. "Há residências adquiridas ali há 40, 50 anos; pessoas cujos pais e avós nasceram ali; e pessoas que durante toda uma vida vêm sobrevivendo de atividades comerciais naquela região. Por isso, ficamos felizes com a iniciativa da Defesa Civil, que está pensando grande, considerando a importância turística, econômica e patrimonial do local. Não queremos que essas propriedades precisem ser demolidas", disse Gilson Andrade.
Para o engenheiro da Defesa Civil, José Roberto Santos, a obra estruturante é uma alternativa importante, considerando a quantidade de pessoas envolvidas e ocorrências em outros locais que demonstram que o avanço do mar pode ser transitório. "É bastante possível que, com o tempo, o mar possa recuar. Foi o que aconteceu, por exemplo, na área de eventos da orla, onde o mar avançou, destruiu uma parte da estrutura e já recuou cerca de 200 m", pontuou.

O Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/Seidh) se reuniu na manhã desta quarta-feira, 14, com o prefeito de Estância, Gilson Andrade, para discutir ações de prevenção a desastres, em razão do avanço do mar na região da Praia do Saco.
De acordo com o Major Queiroz, a partir da decretação de situação de emergência no município, o Estado deverá homologar e, posteriormente, buscar o reconhecimento federal. "Iremos encaminhar toda a documentação necessária, buscando o reconhecimento federal da situação de emergência por erosão costeira ou marinha no local, para que possamos, a partir de então, conseguir recursos para realizar obras de contenção do avanço do mar na região", pontuou o Major.
O prefeito de Estância expôs sua preocupação, considerando que além da igreja secular cuja preservação está sendo alvo de discussões entre diversos órgãos, a região possui uma enormidade de estabelecimentos comerciais, além de casas de veranistas e nativos. "Há residências adquiridas ali há 40, 50 anos; pessoas cujos pais e avós nasceram ali; e pessoas que durante toda uma vida vêm sobrevivendo de atividades comerciais naquela região. Por isso, ficamos felizes com a iniciativa da Defesa Civil, que está pensando grande, considerando a importância turística, econômica e patrimonial do local. Não queremos que essas propriedades precisem ser demolidas", disse Gilson Andrade.
Para o engenheiro da Defesa Civil, José Roberto Santos, a obra estruturante é uma alternativa importante, considerando a quantidade de pessoas envolvidas e ocorrências em outros locais que demonstram que o avanço do mar pode ser transitório. "É bastante possível que, com o tempo, o mar possa recuar. Foi o que aconteceu, por exemplo, na área de eventos da orla, onde o mar avançou, destruiu uma parte da estrutura e já recuou cerca de 200 m", pontuou.