Temporada de especulações

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Publicada em 14/03/2018 às 23:46:00

 

* Rômulo Rodrigues
Como as definições das candidaturas majoritárias(nenhuma) ainda não começou para valer, o mundo político, seguindo o compasso do da economia, desdobra-se nas mais variadas especulações; umas para medir as temperaturas ambientes e outras para ir alimentando o ilusionismo popular e não popular.
No teatro das operações da grande companhia governamental, há uma tendência de construírem um arco de aliança que congregue, em princípio, Partidos como: PT, MDB,PSD, PC do B e PDT, mesmo com o complicador dos dois últimos terem candidatos à Presidência da República.
Como a eleição em curso tem um componente que se mostra bem mais forte que o Marketing e os apoios das tais lideranças; muitas ou quase todas, desgastadas pela criminalização da política; o Partido dos Trabalhadores está léguas na frente de todos pelo acerto da tática de ter criado suas brigadas e estar indo; como bem disse o Poeta:" todo o artista tem que ir,aonde o povo está", às ruas, às praças e às feiras, todos os dias, pelas manhãs e pelas noites, em todos os municípios.
Os cartões de visitas apresentados nos contatos diretos é simplesmente o motor que está movendo o despertar das massas: "somos a turma do Lula".
Além do mais, tem as regras que definem as coisas mais importantes do processo embora alguns iluminados se recusem a prestar atenção, até a chegada dos momentos em que serão decisivas e aí; o bicho pega.
Por exemplo: em termos de disponibilidade de Fundo Partidário, o MDB é o Partido que vai dispor de mais recursos; R$ 215 milhões, seguido do PT com R$ 199 milhões.
A aliança especulada, com cinco Partidos, vai dispor de R$ 600 milhões, valores repassados aos respectivos Diretórios Nacionais conforme a legislação em vigor.
No que consiste a tempo de Rádio e Televisão, o bloco terá à disposição algo em torno de 201 segundos para veicular seus Programas Eleitorais.
O PT e o MDB tendemser os Partidos que têm mais tempo em funções de suas bancadas que tomaram posse em Fevereiro de 2015, eleitos em 2014.
Em se tratando de meras especulações, as movimentações nas passarelas dos desfiles políticos indicam que o PRB está desertando do bloco governamental e vai competir em outra raia; trata-se de um Partido que exige muito em comparação ao que contribui como, por exemplo: elegeu um Deputado Federal com o apoio fundamental dos espaços dados pelo PT e na primeira oportunidade deu um coice votando pelo Impeachment da Presidenta Dilma.
Outro exemplo de descompromisso com o bloco é seu Deputado Estadual; mesmo eleito em um bloquinho, por conveniência, faz oposição mesquinha ao Prefeito do PT em seu Município, que é do PT. Quer saber? Vade retro satanás.
Avançando nas suposições, é possível uma coligação entre o PSB, DEM e PRB cujos Diretórios Nacionais vão dispor de R$ 252 milhões de Fundo Partidário e 102 segundos de tempo de Rádio e Televisão.
O terceiro bloco mais abastecido para a disputa,poderá ser formado pelo PSDB e pelo PSC que somam R$ 210 de F.P e tem 134 segundos de tempo eleitoral.
Um quarto bloco flutuante que, por enquanto, funciona como um cesta de Partidos avulsos, servindo de reserva de luxo para os dois blocos de oposição, não é nada desprezível ao contar com o PR, SD, PP, PROS, PPS, PTB e outros, tem um considerável poder de barganha em F.P e tempo para negociar.
O problema é que o que por trás de toda essa desconstrução do mundo da política através do golpe é uma estratégia de linha reta adotada pelos seguidores da subordinação aos Estados Unidos - com o Supremo, com tudo - que não abre mão de seu projeto bem definido; "o que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil".
Historicamente a Bandeira dessa gente nunca foi verde e amarela; é aquela com listras brancas e vermelhas com um retângulo azul, com estrelas brancas, no canto esquerdo superior.
Para o patrão deles - com o Supremo, com tudo - os três poderes que decidem os governos são: A Força, A Fraude e a Subversão. Quer dizer: Canhões, Dinheiro e Mídia-Empresa.
O império norte-americano, onde está o cérebro e a chave do cofre do golpe de 2016, sempre utilizou dessa estratégia em terras estrangeiras, combinando a Fraude e a Subversão para garantir ou derrubar governos, a depender dos seus interesses.
No Carnaval, ao se assustarem com os recados vindos do povo, baixaram a ordem de usar os Canhões, a começar pelo Rio de Janeiro, que no momento tem índices de violência menor que Porto Alegre e Curitiba.
A corrupção escancarada de Temer para comprar uma enorme maioria parlamentar; a farta distribuição de verbas publicitárias para encher as burras da Mídia-Empresa e os Canhões da Intervenção, dita Tabajara, desnudam toda a fonte cerebral do jogo da CIA na ocupação do Brasil.
Os dados irrefutáveis de que a Operação Lava Jato destruiu a economia de toda a América Latina, deixam à mostra o porquê de muitos que juraram obediência e subordinação à Bandeira do Brasil; baterem continência para a Bandeira do Tio Sam, sem darem um pio para a desonra da soberania nacional.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues
Como as definições das candidaturas majoritárias(nenhuma) ainda não começou para valer, o mundo político, seguindo o compasso do da economia, desdobra-se nas mais variadas especulações; umas para medir as temperaturas ambientes e outras para ir alimentando o ilusionismo popular e não popular.
No teatro das operações da grande companhia governamental, há uma tendência de construírem um arco de aliança que congregue, em princípio, Partidos como: PT, MDB,PSD, PC do B e PDT, mesmo com o complicador dos dois últimos terem candidatos à Presidência da República.
Como a eleição em curso tem um componente que se mostra bem mais forte que o Marketing e os apoios das tais lideranças; muitas ou quase todas, desgastadas pela criminalização da política; o Partido dos Trabalhadores está léguas na frente de todos pelo acerto da tática de ter criado suas brigadas e estar indo; como bem disse o Poeta:" todo o artista tem que ir,aonde o povo está", às ruas, às praças e às feiras, todos os dias, pelas manhãs e pelas noites, em todos os municípios.
Os cartões de visitas apresentados nos contatos diretos é simplesmente o motor que está movendo o despertar das massas: "somos a turma do Lula".
Além do mais, tem as regras que definem as coisas mais importantes do processo embora alguns iluminados se recusem a prestar atenção, até a chegada dos momentos em que serão decisivas e aí; o bicho pega.
Por exemplo: em termos de disponibilidade de Fundo Partidário, o MDB é o Partido que vai dispor de mais recursos; R$ 215 milhões, seguido do PT com R$ 199 milhões.
A aliança especulada, com cinco Partidos, vai dispor de R$ 600 milhões, valores repassados aos respectivos Diretórios Nacionais conforme a legislação em vigor.No que consiste a tempo de Rádio e Televisão, o bloco terá à disposição algo em torno de 201 segundos para veicular seus Programas Eleitorais.
O PT e o MDB tendemser os Partidos que têm mais tempo em funções de suas bancadas que tomaram posse em Fevereiro de 2015, eleitos em 2014.
Em se tratando de meras especulações, as movimentações nas passarelas dos desfiles políticos indicam que o PRB está desertando do bloco governamental e vai competir em outra raia; trata-se de um Partido que exige muito em comparação ao que contribui como, por exemplo: elegeu um Deputado Federal com o apoio fundamental dos espaços dados pelo PT e na primeira oportunidade deu um coice votando pelo Impeachment da Presidenta Dilma.
Outro exemplo de descompromisso com o bloco é seu Deputado Estadual; mesmo eleito em um bloquinho, por conveniência, faz oposição mesquinha ao Prefeito do PT em seu Município, que é do PT. Quer saber? Vade retro satanás.
Avançando nas suposições, é possível uma coligação entre o PSB, DEM e PRB cujos Diretórios Nacionais vão dispor de R$ 252 milhões de Fundo Partidário e 102 segundos de tempo de Rádio e Televisão.
O terceiro bloco mais abastecido para a disputa,poderá ser formado pelo PSDB e pelo PSC que somam R$ 210 de F.P e tem 134 segundos de tempo eleitoral.
Um quarto bloco flutuante que, por enquanto, funciona como um cesta de Partidos avulsos, servindo de reserva de luxo para os dois blocos de oposição, não é nada desprezível ao contar com o PR, SD, PP, PROS, PPS, PTB e outros, tem um considerável poder de barganha em F.P e tempo para negociar.
O problema é que o que por trás de toda essa desconstrução do mundo da política através do golpe é uma estratégia de linha reta adotada pelos seguidores da subordinação aos Estados Unidos - com o Supremo, com tudo - que não abre mão de seu projeto bem definido; "o que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil".
Historicamente a Bandeira dessa gente nunca foi verde e amarela; é aquela com listras brancas e vermelhas com um retângulo azul, com estrelas brancas, no canto esquerdo superior.
Para o patrão deles - com o Supremo, com tudo - os três poderes que decidem os governos são: A Força, A Fraude e a Subversão. Quer dizer: Canhões, Dinheiro e Mídia-Empresa.
O império norte-americano, onde está o cérebro e a chave do cofre do golpe de 2016, sempre utilizou dessa estratégia em terras estrangeiras, combinando a Fraude e a Subversão para garantir ou derrubar governos, a depender dos seus interesses.
No Carnaval, ao se assustarem com os recados vindos do povo, baixaram a ordem de usar os Canhões, a começar pelo Rio de Janeiro, que no momento tem índices de violência menor que Porto Alegre e Curitiba.
A corrupção escancarada de Temer para comprar uma enorme maioria parlamentar; a farta distribuição de verbas publicitárias para encher as burras da Mídia-Empresa e os Canhões da Intervenção, dita Tabajara, desnudam toda a fonte cerebral do jogo da CIA na ocupação do Brasil.
Os dados irrefutáveis de que a Operação Lava Jato destruiu a economia de toda a América Latina, deixam à mostra o porquê de muitos que juraram obediência e subordinação à Bandeira do Brasil; baterem continência para a Bandeira do Tio Sam, sem darem um pio para a desonra da soberania nacional.
* Rômulo Rodrigues é militante político