Os tênis de ontem

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45 anos de tênis na estrada
45 anos de tênis na estrada

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Publicada em 21/03/2018 às 00:26:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Os tênis surrados de 
anos atrás já não 
nos servem mais. E o aperto nos pés é prova de como envelhecemos mal, sem conforto nem esperança. O primeiro disco de Lô Borges, lançado em 1972, cristalizou a impressão de um Brasil de futuro brilhante, criativo e leve, o otimismo no horizonte, apesar de todos os pesares. Hoje, tanto tempo depois, a promessa frustrada cobra o seu preço. E tomar o caminho inverso é, talvez, o único alento capaz de justificar a caminhada.
O disco do tênis - Há 45 anos, com apenas 20 de idade, Lô Borges colocou o dedo em dois discos fundamentais na discografia mineira e, por extensão, tupíniquim: a estréia do Clube da Esquina e o seu primeiro solo. Conhecido como o "disco do tênis", em referência à imagem da capa, o álbum batizado com o nome do então desconhecido compositor é um marco na carreira desse grande nome da MPB e da música mineira. "Lô Borges" está de volta às prateleiras em vinil de 180 gramas, pela coleção 'Clássicos em Vinil' da Polysom, em parceria com a Universal Music. E também em cima do palco.
Lô Borges percorre o Brasil com o repertório desse clássico, desde o ano passado. Além de ganhar uma reedição em vinil, o disco será celebrado com um DVD gravado no palco do Circo Voador, uma tenda lendária, de muitos baratos e histórias, erguida na capital carioca, quando o Rio de Janeiro ainda era lindo. 
No repertório estarão as 15 faixas do álbum, entre elas 'O Caçador', 'Fio da Navalha' e 'Toda Essa Água', mais as quatro faixas de sua autoria registradas no primeiro disco do Clube da Esquina, lançado também em 1972. 
Na apresentação, Lô Borges será acompanhado pela banda formada por Pablo Castro (piano, guitarra, violão e vocal), Guilherme De Marco (violão, guitarra e vocal), Marcos Danilo (violão, guitarra, percussão e vocal), Alê Fonseca (teclados), Paulim Sartori (baixo, bandolim, percussão e vocal) e D´Artagnan Oliveira (bateria, percussão e vocal).

Os tênis surrados de  anos atrás já não  nos servem mais. E o aperto nos pés é prova de como envelhecemos mal, sem conforto nem esperança. O primeiro disco de Lô Borges, lançado em 1972, cristalizou a impressão de um Brasil de futuro brilhante, criativo e leve, o otimismo no horizonte, apesar de todos os pesares. Hoje, tanto tempo depois, a promessa frustrada cobra o seu preço. E tomar o caminho inverso é, talvez, o único alento capaz de justificar a caminhada.
O disco do tênis - Há 45 anos, com apenas 20 de idade, Lô Borges colocou o dedo em dois discos fundamentais na discografia mineira e, por extensão, tupíniquim: a estréia do Clube da Esquina e o seu primeiro solo. Conhecido como o "disco do tênis", em referência à imagem da capa, o álbum batizado com o nome do então desconhecido compositor é um marco na carreira desse grande nome da MPB e da música mineira. "Lô Borges" está de volta às prateleiras em vinil de 180 gramas, pela coleção 'Clássicos em Vinil' da Polysom, em parceria com a Universal Music. E também em cima do palco.
Lô Borges percorre o Brasil com o repertório desse clássico, desde o ano passado. Além de ganhar uma reedição em vinil, o disco será celebrado com um DVD gravado no palco do Circo Voador, uma tenda lendária, de muitos baratos e histórias, erguida na capital carioca, quando o Rio de Janeiro ainda era lindo. 
No repertório estarão as 15 faixas do álbum, entre elas 'O Caçador', 'Fio da Navalha' e 'Toda Essa Água', mais as quatro faixas de sua autoria registradas no primeiro disco do Clube da Esquina, lançado também em 1972. Na apresentação, Lô Borges será acompanhado pela banda formada por Pablo Castro (piano, guitarra, violão e vocal), Guilherme De Marco (violão, guitarra e vocal), Marcos Danilo (violão, guitarra, percussão e vocal), Alê Fonseca (teclados), Paulim Sartori (baixo, bandolim, percussão e vocal) e D´Artagnan Oliveira (bateria, percussão e vocal).