Polícia ouve depoimento de pessoas relacionadas a Marielle

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Publicada em 21/03/2018 às 00:29:00

 

Nielmar de Oliveira 
Agência Brasil 
A Delegacia de Homí
dios da Capital (DH-
Capital) ouviu ontem (20) os primeiros depoimentos de pessoas ligadas à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros no Rio de Janeiro, com o motorista Anderson Gomes, na noite do último dia 14.
Prestaram depoimento a companheira de Marielle, Mônica Tereza, e uma assessora da vereadora, cujo nome não foi revelado. As duas chegaram à DH acompanhadas do deputado estadual Marcelo Freixo, também do PSOL.
O deputado, com quem Marielle trabalhou na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), disse, em conversa com jornalistas, que estava na delegacia na condição de acompanhante dos depoentes.
"Eu estou aqui para acompanhar os depoimentos de pessoas da equipe. Todos serão ouvindo e estou ajudando nesse processo. A nossa ansiedade é muito grande e a nossa angústia maior ainda. Esse foi um crime contra a democracia, não temos a menor dúvida disso, e o caso tem que ser esclarecido".
Freixo disse que nos próximos dias toda a equipe vai depor, alguns amigos também, e quem mais a polícia achar necessário.

A Delegacia de Homí dios da Capital (DH- Capital) ouviu ontem (20) os primeiros depoimentos de pessoas ligadas à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros no Rio de Janeiro, com o motorista Anderson Gomes, na noite do último dia 14.
Prestaram depoimento a companheira de Marielle, Mônica Tereza, e uma assessora da vereadora, cujo nome não foi revelado. As duas chegaram à DH acompanhadas do deputado estadual Marcelo Freixo, também do PSOL.
O deputado, com quem Marielle trabalhou na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), disse, em conversa com jornalistas, que estava na delegacia na condição de acompanhante dos depoentes.
"Eu estou aqui para acompanhar os depoimentos de pessoas da equipe. Todos serão ouvindo e estou ajudando nesse processo. A nossa ansiedade é muito grande e a nossa angústia maior ainda. Esse foi um crime contra a democracia, não temos a menor dúvida disso, e o caso tem que ser esclarecido".
Freixo disse que nos próximos dias toda a equipe vai depor, alguns amigos também, e quem mais a polícia achar necessário.