Petrobras reforça vigilância em atividades de campo

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 21/03/2018 às 00:32:00

 

Após atuação extrajudicial do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE), a empresa Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras) se comprometeu a implantar o serviço Vigilante de Segurança Pessoal Privado (VSPP), que visa instaurar vigilância e segurança armada nas áreas de trabalho de campo da empresa.
O MPT-SE instaurou inquérito após notícias divulgadas pela imprensa informando a incidência de assaltos nos campos de produção da Petrobras em Sergipe, principalmente nas cidades de Carmópolis, Riachuelo, Siriri e Rosário do Catete. Segundo as matérias, publicadas em 2016, os trabalhadores estavam com medo de ir trabalhar devido aos constantes assaltos.
A Petrobras adotou uma série de medidas para coibir os assaltos, como o aumento no número de rondas, de 9 para 17, acréscimo na quantidade de câmeras, de 90 para 140, a instauração de um sistema de rádio com um "botão do pânico", ações de treinamento dos empregados em segurança e conscientização dos trabalhadores, ademais a empresa se comprometeu em contratar, serviço armado de segurança pessoal privada.
Em decorrência das ações tomadas, houve uma redução no número de assaltos, de doze ocorridos em maio de 2016 para sete no mês de outubro, chegando a cinco no mês de agosto de 2017.
"Com a implantação da vigilância armada o MPT-SE espera que cessem os assaltos que vitimam e amedrontam cotidianamente os trabalhadores da empresa de Petróleo", explica o procurador do Trabalho Alexandre Alvarenga.

Após atuação extrajudicial do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE), a empresa Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras) se comprometeu a implantar o serviço Vigilante de Segurança Pessoal Privado (VSPP), que visa instaurar vigilância e segurança armada nas áreas de trabalho de campo da empresa.
O MPT-SE instaurou inquérito após notícias divulgadas pela imprensa informando a incidência de assaltos nos campos de produção da Petrobras em Sergipe, principalmente nas cidades de Carmópolis, Riachuelo, Siriri e Rosário do Catete. Segundo as matérias, publicadas em 2016, os trabalhadores estavam com medo de ir trabalhar devido aos constantes assaltos.
A Petrobras adotou uma série de medidas para coibir os assaltos, como o aumento no número de rondas, de 9 para 17, acréscimo na quantidade de câmeras, de 90 para 140, a instauração de um sistema de rádio com um "botão do pânico", ações de treinamento dos empregados em segurança e conscientização dos trabalhadores, ademais a empresa se comprometeu em contratar, serviço armado de segurança pessoal privada.
Em decorrência das ações tomadas, houve uma redução no número de assaltos, de doze ocorridos em maio de 2016 para sete no mês de outubro, chegando a cinco no mês de agosto de 2017.
"Com a implantação da vigilância armada o MPT-SE espera que cessem os assaltos que vitimam e amedrontam cotidianamente os trabalhadores da empresa de Petróleo", explica o procurador do Trabalho Alexandre Alvarenga.