A importância da Fafen

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Publicada em 21/03/2018 às 00:44:00

 

Ao que tudo indica, o governador 
Jackson Barreto não pregou os 
olhos na noite da última segunda-feira, quando recebeu telefonema do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Os planos de fechar as portas das fábricas de fertilizantes operando na Bahia e em Sergipe (Fafen), então comunicados, tem o potencial de produzir um revés econômico e social capaz de tirar o sono de muita gente.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governador de Sergipe já saiu a campo para defender os interesses do estado. A mobilização parlamentar promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Nas palavras do próprio governador, "além da questão dos empregos, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso pela atividade que executa, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como no da geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no entorno da Fafen pela proximidade de acesso à matéria prima produzida por ela. Com o fechamento da Fafen, essas fábricas também irão embora".
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.

Ao que tudo indica, o governador  Jackson Barreto não pregou os  olhos na noite da última segunda-feira, quando recebeu telefonema do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Os planos de fechar as portas das fábricas de fertilizantes operando na Bahia e em Sergipe (Fafen), então comunicados, tem o potencial de produzir um revés econômico e social capaz de tirar o sono de muita gente.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governador de Sergipe já saiu a campo para defender os interesses do estado. A mobilização parlamentar promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Nas palavras do próprio governador, "além da questão dos empregos, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso pela atividade que executa, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como no da geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no entorno da Fafen pela proximidade de acesso à matéria prima produzida por ela. Com o fechamento da Fafen, essas fábricas também irão embora".
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.