De volta ao Capitão Cook

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Sílvio Campos e Litlle Mel: feeling pra dar e vender.
Sílvio Campos e Litlle Mel: feeling pra dar e vender.

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Publicada em 23/03/2018 às 22:22:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
O guitarrista Melcía
des Filho (aka Little 
Mel) não escondeu a satisfação proporcionada pelas suas aparições mais recentes com a Máquina Blues. E não era pra menos. Depois de um período de relativo ostracismo, o quarteto comandado pela lenda muito viva Sílvio Campos voltou a dar a cara a tapa em shows tão frequentes quanto empolgantes. "Estava com saudade dos improvisos e da criatividade que sempre foi uma marca da banda", confessou a esta página, em oportunidade anterior. 
Pena que depois das apresentações mencionadas, a banda sumiu de novo. Mas nada como um dia depois do outro. Os caras da Máquina avisam que o primeiro disco da banda já está gravado e deve servir de pretexto para uma reaproximação com os notívagos saudosos de Blues nas madrugadas da aldeia. Daqui pra frente, espera-se, a Máquina não para mais de funcionar.
A primeira apresentação do ano será realizada hoje à noite, na melhor casa do ramo. O guitarrista da banda já falou aqui sobre a relação com o palco eleito para a noitada. "Durante nossos 15 anos de existência, o Capitão Cook foi palco de shows épicos da Máquina Blues. Em nenhum outro lugar nossa sonoridade ecoou tão visceral e embriagada de sentimentos e emoções". 
De volta ao Capitão Cook, portanto. Veneno, Little Mel garante, não há de faltar.
Esse blues triste - Faz tempo que a Máquina promete um disco novo. Com 'Esse blues triste', single lançado há mais ou menos três anos, Sílvio Campos e Little Mel amortizaram os juros da dívida. A expectativa, no entanto, continua grande. E o público da banda vem fazendo a cobrança.
Duas faixas e uma saudade pungente. É preciso muito colhão para uma balada desesperada assim. Não dá pra redigir um manifesto com apenas duas faixas - além da balada que abre o disco, já mencionada, há também uma homenagem cheia de swing a Celso Blues Boy, maior referência dos caras. Concebidos em conjunto (Paulo Groove e Junior Rikeza completavam o quarteto), os arranjos do registro antecipavam, contudo, certa sofisticação.
Os desavisados podem estranhar o verniz da produção. Este que vos escreve, por exemplo, é cativo da pegada ao vivo, sem firula e overdubs. Mas ninguém pode reclamar de sentimento. A Máquina tem feeling pra dar e vender.
Máquina Blues no Capitão Cook:
Sábado, 24, a partir das 22 horas.

O guitarrista Melcía des Filho (aka Little  Mel) não escondeu a satisfação proporcionada pelas suas aparições mais recentes com a Máquina Blues. E não era pra menos. Depois de um período de relativo ostracismo, o quarteto comandado pela lenda muito viva Sílvio Campos voltou a dar a cara a tapa em shows tão frequentes quanto empolgantes. "Estava com saudade dos improvisos e da criatividade que sempre foi uma marca da banda", confessou a esta página, em oportunidade anterior. 
Pena que depois das apresentações mencionadas, a banda sumiu de novo. Mas nada como um dia depois do outro. Os caras da Máquina avisam que o primeiro disco da banda já está gravado e deve servir de pretexto para uma reaproximação com os notívagos saudosos de Blues nas madrugadas da aldeia. Daqui pra frente, espera-se, a Máquina não para mais de funcionar.
A primeira apresentação do ano será realizada hoje à noite, na melhor casa do ramo. O guitarrista da banda já falou aqui sobre a relação com o palco eleito para a noitada. "Durante nossos 15 anos de existência, o Capitão Cook foi palco de shows épicos da Máquina Blues. Em nenhum outro lugar nossa sonoridade ecoou tão visceral e embriagada de sentimentos e emoções". 
De volta ao Capitão Cook, portanto. Veneno, Little Mel garante, não há de faltar.
Esse blues triste - Faz tempo que a Máquina promete um disco novo. Com 'Esse blues triste', single lançado há mais ou menos três anos, Sílvio Campos e Little Mel amortizaram os juros da dívida. A expectativa, no entanto, continua grande. E o público da banda vem fazendo a cobrança.
Duas faixas e uma saudade pungente. É preciso muito colhão para uma balada desesperada assim. Não dá pra redigir um manifesto com apenas duas faixas - além da balada que abre o disco, já mencionada, há também uma homenagem cheia de swing a Celso Blues Boy, maior referência dos caras. Concebidos em conjunto (Paulo Groove e Junior Rikeza completavam o quarteto), os arranjos do registro antecipavam, contudo, certa sofisticação.
Os desavisados podem estranhar o verniz da produção. Este que vos escreve, por exemplo, é cativo da pegada ao vivo, sem firula e overdubs. Mas ninguém pode reclamar de sentimento. A Máquina tem feeling pra dar e vender.
Máquina Blues no Capitão Cook:
Sábado, 24, a partir das 22 horas.