Busca ativa para casos de tuberculose é insatisfatória, aponta SES

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Publicada em 23/03/2018 às 22:33:00

 

Neste sábado, 23, celebra-se o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, doença infecciosa que afeta prioritariamente os pulmões e pode ser fatal. Anualmente, são notificados cerca de 10 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito. Em Sergipe, nestes três primeiros meses de 2018 foram notificados 120 novos casos da doença. Em 2017 a Secretaria de Estado da Saúde registrou 626 novos casos, contra os 598 de 2016.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Doenças Transmissíveis, Mércia Feitosa, a incidência da tuberculose está crescendo em Sergipe e um dos fatores é a insatisfatória busca ativa dos sintomáticos respiratórios, que são as pessoas com tosse há mais de três semanas. "Todo esse processo é feito na Atenção Básica, mas existe uma fragilidade nos processos de trabalho para detecção precoce dos pacientes com tuberculose, não conseguindo romper a cadeia de transmissão", explicou Mércia Feitosa.
Segundo ela, nesse campo das doenças transmissíveis a Secretaria de Estado da Saúde (SES) atua na capacitação dos profissionais, no monitoramento e na avaliação dos casos e dos indicadores operacionais da doença. In formou que após a avaliação conversa com os municípios, dentre eles a baixa cobertura na realização do teste anti-HIV no paciente em tratamento de tuberculose. "A cobertura média atual é 70%, quando deveria ser de 100%, já que todos os municípios possuem o teste", atestou a coordenadora.
Mércia Feitosa informou que está programada para este primeiro semestre a capacitação "Manejo clínico da tuberculose" para médicos e enfermeiros de todos os municípios.  Para o gerente do programa IST/Aids da SES, Almir Santana, é fundamental que a Atenção Básica faça o seu papel. Isso porque, a tuberculose com a Aids forma uma combinação muito perigosa.

Neste sábado, 23, celebra-se o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, doença infecciosa que afeta prioritariamente os pulmões e pode ser fatal. Anualmente, são notificados cerca de 10 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito. Em Sergipe, nestes três primeiros meses de 2018 foram notificados 120 novos casos da doença. Em 2017 a Secretaria de Estado da Saúde registrou 626 novos casos, contra os 598 de 2016.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Doenças Transmissíveis, Mércia Feitosa, a incidência da tuberculose está crescendo em Sergipe e um dos fatores é a insatisfatória busca ativa dos sintomáticos respiratórios, que são as pessoas com tosse há mais de três semanas. "Todo esse processo é feito na Atenção Básica, mas existe uma fragilidade nos processos de trabalho para detecção precoce dos pacientes com tuberculose, não conseguindo romper a cadeia de transmissão", explicou Mércia Feitosa.
Segundo ela, nesse campo das doenças transmissíveis a Secretaria de Estado da Saúde (SES) atua na capacitação dos profissionais, no monitoramento e na avaliação dos casos e dos indicadores operacionais da doença. In formou que após a avaliação conversa com os municípios, dentre eles a baixa cobertura na realização do teste anti-HIV no paciente em tratamento de tuberculose. "A cobertura média atual é 70%, quando deveria ser de 100%, já que todos os municípios possuem o teste", atestou a coordenadora.
Mércia Feitosa informou que está programada para este primeiro semestre a capacitação "Manejo clínico da tuberculose" para médicos e enfermeiros de todos os municípios.  Para o gerente do programa IST/Aids da SES, Almir Santana, é fundamental que a Atenção Básica faça o seu papel. Isso porque, a tuberculose com a Aids forma uma combinação muito perigosa.