Defensoria garante o direito de aprovado em concurso realizar as demais fases do certame

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Publicada em 27/03/2018 às 23:21:00

 

A Defensoria Pública do Estado de Sergipe garantiu o direito do jovem sergipano, Leonardo Souza Santos, aprovado no concurso público da Polícia Militar de Alagoas, de fazer as demais fases do certame, inclusive nomeação e posse, após ter sido declarado inapto pela banca examinadora.
Leonardo Souza foi aprovado na fase objetiva para o cargo de soldado combatente, sendo convocado para avaliação médica, mas após apresentar toda a documentação que comprovava a aptidão física e mental para o prosseguimento das demais fases, foi declarado inapto pela banca examinadora por ser portador de espondilolístese na coluna e existir previsão editalícia de que a enfermidade era causa, por si só, de inaptidão para o exercício do cargo, mesmo após ter apresentado laudo de médico ortopedista que afirmava, de forma peremptória, que a enfermidade do assistido não acarretava qualquer limitação para o exercício do cargo.
Diante da possibilidade de não realizar o seu sonho, Leonardo não viu alternativa senão recorrer à Defensoria Pública para garantir os seus direitos.  "Apresentei recurso administrativo, mas foi indeferido. Entrei quase em desespero em saber que não poderia ser chamado depois de tanta dedicação, noites perdidas estudando e de muito esforço para conseguir passar no concurso. A avaliação médica atestou minha aptidão, mas infelizmente a banca examinadora entendeu diferente, o que é lamentável, pois meu problema não me impede de exercer o cargo que lutei para conquistar através do concurso. Graças a Deus e a Defensoria meu sonho será realizado e meu direito garantido", declarou emocionado.

A Defensoria Pública do Estado de Sergipe garantiu o direito do jovem sergipano, Leonardo Souza Santos, aprovado no concurso público da Polícia Militar de Alagoas, de fazer as demais fases do certame, inclusive nomeação e posse, após ter sido declarado inapto pela banca examinadora.
Leonardo Souza foi aprovado na fase objetiva para o cargo de soldado combatente, sendo convocado para avaliação médica, mas após apresentar toda a documentação que comprovava a aptidão física e mental para o prosseguimento das demais fases, foi declarado inapto pela banca examinadora por ser portador de espondilolístese na coluna e existir previsão editalícia de que a enfermidade era causa, por si só, de inaptidão para o exercício do cargo, mesmo após ter apresentado laudo de médico ortopedista que afirmava, de forma peremptória, que a enfermidade do assistido não acarretava qualquer limitação para o exercício do cargo.
Diante da possibilidade de não realizar o seu sonho, Leonardo não viu alternativa senão recorrer à Defensoria Pública para garantir os seus direitos.  "Apresentei recurso administrativo, mas foi indeferido. Entrei quase em desespero em saber que não poderia ser chamado depois de tanta dedicação, noites perdidas estudando e de muito esforço para conseguir passar no concurso. A avaliação médica atestou minha aptidão, mas infelizmente a banca examinadora entendeu diferente, o que é lamentável, pois meu problema não me impede de exercer o cargo que lutei para conquistar através do concurso. Graças a Deus e a Defensoria meu sonho será realizado e meu direito garantido", declarou emocionado.