Caça-Fantasma: Justiça inclui ex-secretários em denúncia

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Publicada em 03/04/2018 às 07:06:00

 

O juiz Alexandre Magno Oliveira Lins, da 2ª Vara Criminal de Aracaju, incluiu os nomes dos ex-secretários Juvêncio Passos de Oliveira e Sérgio Costa Viana, da extinta Secretaria Municipal de Articulação Política e Relações Institucionais (Seapri), em uma das ações penais relacionadas à Operação Caça-Fantasma, do Ministério Público Estadual. Juvêncio e Sérgio, bem como o oficial reformado Ricardo Gonçalves Alberto, ex-diretor financeiro da Seapri, foram acusados por organização criminosa, juntamente com o ex-prefeito João Alves Filho (DEM), o ex-vice-prefeito José Carlos Machado, a ex-secretária de governo Marlene Alves Calumby, a ex-chefe de gabinete Etelvina Francisca Santos Apolonio e o ex-vereador Agamenon Sobral Freitas.
Sérgio e Ricardo foram presos em 15 de março e soltos cinco dias depois, depois de terem sido acusados de obstruírem as investigações do MPE e coagirem testemunhas procuradas para prestar depoimento. Eles também são investigados pela nomeação de funcionários-fantasmas para cargos comissionados na Seapri, tendo eles recebido salários sem comparecer ao serviço. 
Em 20 de março, quando os acusados foram soltos, os promotores da operação apresentaram ao juiz Alexandre Magno um aditamento à denúncia apresentada contra João e Agamenon, o que foi aceito. "Dos autos se extrai a existência de indícios suficientes da autoria e da materialidade delitiva,restando evidenciada a justa causa para a deflagração da ação penal", escreveu o juiz.Os réus foram citados para apresentarem defesa em um prazo de 10 dias, constituírem advogados e apresentarem provas que julgarem importantes para o processo. No mesmo processo, já são réus a ex-presidente estadual do Democratas, Ana Maria do Nascimento Alves, e o ex-funcionário do partido Bruno Alonso Santos, também acusados de obstruírem as investigações da Caça-Fantasma. 

O juiz Alexandre Magno Oliveira Lins, da 2ª Vara Criminal de Aracaju, incluiu os nomes dos ex-secretários Juvêncio Passos de Oliveira e Sérgio Costa Viana, da extinta Secretaria Municipal de Articulação Política e Relações Institucionais (Seapri), em uma das ações penais relacionadas à Operação Caça-Fantasma, do Ministério Público Estadual. Juvêncio e Sérgio, bem como o oficial reformado Ricardo Gonçalves Alberto, ex-diretor financeiro da Seapri, foram acusados por organização criminosa, juntamente com o ex-prefeito João Alves Filho (DEM), o ex-vice-prefeito José Carlos Machado, a ex-secretária de governo Marlene Alves Calumby, a ex-chefe de gabinete Etelvina Francisca Santos Apolonio e o ex-vereador Agamenon Sobral Freitas.
Sérgio e Ricardo foram presos em 15 de março e soltos cinco dias depois, depois de terem sido acusados de obstruírem as investigações do MPE e coagirem testemunhas procuradas para prestar depoimento. Eles também são investigados pela nomeação de funcionários-fantasmas para cargos comissionados na Seapri, tendo eles recebido salários sem comparecer ao serviço. 
Em 20 de março, quando os acusados foram soltos, os promotores da operação apresentaram ao juiz Alexandre Magno um aditamento à denúncia apresentada contra João e Agamenon, o que foi aceito. "Dos autos se extrai a existência de indícios suficientes da autoria e da materialidade delitiva,restando evidenciada a justa causa para a deflagração da ação penal", escreveu o juiz.Os réus foram citados para apresentarem defesa em um prazo de 10 dias, constituírem advogados e apresentarem provas que julgarem importantes para o processo. No mesmo processo, já são réus a ex-presidente estadual do Democratas, Ana Maria do Nascimento Alves, e o ex-funcionário do partido Bruno Alonso Santos, também acusados de obstruírem as investigações da Caça-Fantasma.