Médicos suspendem atendimento em Centros de Especialidades

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A prefeitura diz que centros de especialidades já estão em reforma
A prefeitura diz que centros de especialidades já estão em reforma

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Publicada em 04/04/2018 às 06:50:00

 

Até amanhã, pacientes 
que buscarem assis-
tência no Centros de Especialidades Médicas (CEMAR), - administradas pela Prefeitura de Aracaju, não serão atendidos. Conforme prometido desde o último dia 23 de março pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), a falta de manutenção das unidades localizadas no bairro Siqueira Campos e no Conjunto Augusto Franco, gera falta de condições básicas para atuação profissional e boa assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde. A direção sindical deixa claro que não se trata de uma ação grevista, mas sim, uma paralisação intensificada com o apoio, inclusive, de outras categorias.
Para contextualizar as denúncias, o sindicato apresentou um dossiê onde destaca as salas interditadas por falta de climatização; problemas na marcação de consultas nas agendas médicas, bebedouro quebrado, salas sem macas, infiltrações, mofos e rachaduras na estrutura, baixo efetivos profissional e falta de acomodação adequada para pacientes e acompanhantes. Esse material apresentado ao Jornal do Dia também foi encaminhado para o Ministério Público Estadual (MPE), para o Ministério Público do Trabalho (MPT), e para gestores públicos ligados ao executivo municipal e à Secretaria Municipal de Saúde.
Na concepção do presidente do Sindimed, João Augusto, já passou do momento de os órgãos públicos de fiscalização promoverem uma inspeção tipo pente fino nas duas unidades administradas diretamente pela SMS. "Infelizmente a prefeitura possui total conhecimento dessas reivindicações e o que percebemos é que nenhuma medida que mude essa série de irregularidades foi tomada. Observem que desde o dia 23 do mês passado estamos publicitando essas falhas na imprensa local, e mesmo assim não percebemos mudança nenhuma. A categoria buscou o apoio do sindicato e estamos unidos a nossa classe para defender a boa condição de trabalho para que a assistência seja de qualidade", declarou.
Em obras - Em contraponto a gestão municipal informou que não reconhece a paralisação. Essa negativa ocorre em virtude de as obras de reforma dos Centros de Especialidades Médicas estarem em andamento. A SMS informou ainda que desde a manhã de ontem as unidades seguem funcionando dentro da normalidade e concluiu avisando que os médicos que por ventura faltarem ao trabalho poderão ser penalizados em caráter administrativo. "Quer conhecer a realidade desses dois locais? Basta ir até lá e conversar com algum servidor. É triste é preocupante perceber o descaso dos Centros de Especialidades Médicas. A paralisação foi de advertência; caso o problema continue não descartamos a possibilidade de uma greve geral ser deflagrada", avisou o sindicalista.

Até amanhã, pacientes  que buscarem assis- tência no Centros de Especialidades Médicas (CEMAR), - administradas pela Prefeitura de Aracaju, não serão atendidos. Conforme prometido desde o último dia 23 de março pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), a falta de manutenção das unidades localizadas no bairro Siqueira Campos e no Conjunto Augusto Franco, gera falta de condições básicas para atuação profissional e boa assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde. A direção sindical deixa claro que não se trata de uma ação grevista, mas sim, uma paralisação intensificada com o apoio, inclusive, de outras categorias.
Para contextualizar as denúncias, o sindicato apresentou um dossiê onde destaca as salas interditadas por falta de climatização; problemas na marcação de consultas nas agendas médicas, bebedouro quebrado, salas sem macas, infiltrações, mofos e rachaduras na estrutura, baixo efetivos profissional e falta de acomodação adequada para pacientes e acompanhantes. Esse material apresentado ao Jornal do Dia também foi encaminhado para o Ministério Público Estadual (MPE), para o Ministério Público do Trabalho (MPT), e para gestores públicos ligados ao executivo municipal e à Secretaria Municipal de Saúde.
Na concepção do presidente do Sindimed, João Augusto, já passou do momento de os órgãos públicos de fiscalização promoverem uma inspeção tipo pente fino nas duas unidades administradas diretamente pela SMS. "Infelizmente a prefeitura possui total conhecimento dessas reivindicações e o que percebemos é que nenhuma medida que mude essa série de irregularidades foi tomada. Observem que desde o dia 23 do mês passado estamos publicitando essas falhas na imprensa local, e mesmo assim não percebemos mudança nenhuma. A categoria buscou o apoio do sindicato e estamos unidos a nossa classe para defender a boa condição de trabalho para que a assistência seja de qualidade", declarou.
Em obras - Em contraponto a gestão municipal informou que não reconhece a paralisação. Essa negativa ocorre em virtude de as obras de reforma dos Centros de Especialidades Médicas estarem em andamento. A SMS informou ainda que desde a manhã de ontem as unidades seguem funcionando dentro da normalidade e concluiu avisando que os médicos que por ventura faltarem ao trabalho poderão ser penalizados em caráter administrativo. "Quer conhecer a realidade desses dois locais? Basta ir até lá e conversar com algum servidor. É triste é preocupante perceber o descaso dos Centros de Especialidades Médicas. A paralisação foi de advertência; caso o problema continue não descartamos a possibilidade de uma greve geral ser deflagrada", avisou o sindicalista.