Pela Segurança Pública

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Publicada em 05/04/2018 às 02:03:00

 

A Segurança Pública é dos calos 
mais doloridos no sapato aper-
tado do governador Jackson Barreto. O investimento vultoso, realizado desde a gestão do aliado Marcelo Déda, seu antecessor no executivo estadual, não bastou para frear um crescimento bastante acentuado nos índices de crimes violentos cometidos em Sergipe. O compromisso com a tranquilidade dos sergipanos, no entanto, jamais arrefeceu. O edital destinado a suprir as faltas observadas na linha de frente no combate à bandidagem é a maior prova.
O governador Jackson Barreto lançou, última terça-feira, os editais para realização de concursos públicos para Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários e Gestores Públicos. Serão ofertadas 661 novas vagas na rede pública estadual.
A providência chega em boa hora. É sabido que o efetivo deficitário é dos maiores gargalos impedindo o sono tranqüilo dos sergipanos. O número de homens encarregados da segurança dos sergipanos é um dos principais óbices das políticas públicas voltadas para o setor. O desamparo do interior do Estado é a evidência mais eloquente. Mas episódios recentes, que transformaram as ruas de Aracaju em cenário de bang bang, provam que não há privilégio em matéria de insegurança no estado de Sergipe.
Serviço para os soldados da Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo, não falta em nenhum dos quatro cantos do estado. Razão pela qual o concurso anunciado agora é merecedor de todos os aplausos e foguetório. Outra medida que poderia ser tomada imediatamente, no entanto, está relacionada aos homens cedidos para fazer a segurança de poucos. Porcentagem expressiva do efetivo da PM está fora de combate, a serviço exclusivo de órgãos públicos e autoridades. Nada mais natural, não fosse a acentuada carência de material humano empenhado na segurança da população.

A Segurança Pública é dos calos  mais doloridos no sapato aper- tado do governador Jackson Barreto. O investimento vultoso, realizado desde a gestão do aliado Marcelo Déda, seu antecessor no executivo estadual, não bastou para frear um crescimento bastante acentuado nos índices de crimes violentos cometidos em Sergipe. O compromisso com a tranquilidade dos sergipanos, no entanto, jamais arrefeceu. O edital destinado a suprir as faltas observadas na linha de frente no combate à bandidagem é a maior prova.
O governador Jackson Barreto lançou, última terça-feira, os editais para realização de concursos públicos para Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários e Gestores Públicos. Serão ofertadas 661 novas vagas na rede pública estadual.
A providência chega em boa hora. É sabido que o efetivo deficitário é dos maiores gargalos impedindo o sono tranqüilo dos sergipanos. O número de homens encarregados da segurança dos sergipanos é um dos principais óbices das políticas públicas voltadas para o setor. O desamparo do interior do Estado é a evidência mais eloquente. Mas episódios recentes, que transformaram as ruas de Aracaju em cenário de bang bang, provam que não há privilégio em matéria de insegurança no estado de Sergipe.
Serviço para os soldados da Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo, não falta em nenhum dos quatro cantos do estado. Razão pela qual o concurso anunciado agora é merecedor de todos os aplausos e foguetório. Outra medida que poderia ser tomada imediatamente, no entanto, está relacionada aos homens cedidos para fazer a segurança de poucos. Porcentagem expressiva do efetivo da PM está fora de combate, a serviço exclusivo de órgãos públicos e autoridades. Nada mais natural, não fosse a acentuada carência de material humano empenhado na segurança da população.