Guardas municipais fazem ato na porta da Câmara

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Publicada em 05/04/2018 às 02:47:00

 

Há dois anos pressionando a Prefeitura de Aracaju para que seja criada uma gratificação por desempenho de função, a fim de equiparar os salários dos guardas auxiliares, aos dos aguardas concursados, na manhã de ontem um grupo de servidores municipais voltou a ocupar as ruas da capital sergipana. O ato teve início na Praça General Valadão, de onde a classe trabalhadora seguiu em caminhada até a sede administrativa da Câmara Municipal de Aracaju. A perspectiva dos agentes é que os vereadores compreendam a reivindicação da categoria e busquem pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira a atender a demanda em caráter imediato.
Sobre a série de reivindicações, na tarde de ontem o poder executivo municipal informou ao Jornal do Dia que: "em reunião realizada há cerca de 15 dias, os dirigentes do Sigma foram recebidos pelo Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Augusto Fábio, pelo secretário de Governo, Renato Teles; pelo secretário de Defesa Social, Coronel Luiz Fernando, e pelo diretor da GMA, Fernando Mendonça, onde foi exposto que, a partir da análise do comportamento orçamentário e financeiro do primeiro quadrimestre de 2018, é que serão avaliadas as medidas a serem adotadas na questão relativa aos guardas municipais auxiliares". Não houve novidade desde então.
Apesar das explicações, a direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Aracaju (Sindipema) lamenta que desde fevereiro do ano passado a classe trabalhadora permaneça reivindicando reuniões extraordinárias com o prefeito Edvaldo Nogueira, porém o pedido não seja atendido. Eder Rodrigues, presidente sindical, fortalece a luta democrática dos servidores e garante que outros atos públicos serão promovidos ao longo dos próximos dias. Questionado sobre a possibilidade de promover paralisações de advertência e greve geral, ele garantiu que o assunto não está em pauta neste momento.
Na resolução administrativa da PMA, os guardas auxiliares são profissionais que foram cedidos por outros órgãos quando a Guarda Municipal de Aracaju foi criada. Em 2013, quando a Prefeitura era administrada por João Alves Filho, a Câmara de Vereadores criou uma lei que modificou a forma de pagamento de horas extras. Com o retorno de Edvaldo à prefeitura, a gestão continuou respeitando a lei sancionada, a qual promove uma redução de mais de R$ 700 no salário dos manifestantes. "Esse pleito é antigo, mas até o momento nenhuma mudança do governo anterior foi promovida. Percebemos que a situação segue rigorosamente igual a João Alves", pontuou Eder Rodrigues.

Há dois anos pressionando a Prefeitura de Aracaju para que seja criada uma gratificação por desempenho de função, a fim de equiparar os salários dos guardas auxiliares, aos dos aguardas concursados, na manhã de ontem um grupo de servidores municipais voltou a ocupar as ruas da capital sergipana. O ato teve início na Praça General Valadão, de onde a classe trabalhadora seguiu em caminhada até a sede administrativa da Câmara Municipal de Aracaju. A perspectiva dos agentes é que os vereadores compreendam a reivindicação da categoria e busquem pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira a atender a demanda em caráter imediato.
Sobre a série de reivindicações, na tarde de ontem o poder executivo municipal informou ao Jornal do Dia que: "em reunião realizada há cerca de 15 dias, os dirigentes do Sigma foram recebidos pelo Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Augusto Fábio, pelo secretário de Governo, Renato Teles; pelo secretário de Defesa Social, Coronel Luiz Fernando, e pelo diretor da GMA, Fernando Mendonça, onde foi exposto que, a partir da análise do comportamento orçamentário e financeiro do primeiro quadrimestre de 2018, é que serão avaliadas as medidas a serem adotadas na questão relativa aos guardas municipais auxiliares". Não houve novidade desde então.
Apesar das explicações, a direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Aracaju (Sindipema) lamenta que desde fevereiro do ano passado a classe trabalhadora permaneça reivindicando reuniões extraordinárias com o prefeito Edvaldo Nogueira, porém o pedido não seja atendido. Eder Rodrigues, presidente sindical, fortalece a luta democrática dos servidores e garante que outros atos públicos serão promovidos ao longo dos próximos dias. Questionado sobre a possibilidade de promover paralisações de advertência e greve geral, ele garantiu que o assunto não está em pauta neste momento.
Na resolução administrativa da PMA, os guardas auxiliares são profissionais que foram cedidos por outros órgãos quando a Guarda Municipal de Aracaju foi criada. Em 2013, quando a Prefeitura era administrada por João Alves Filho, a Câmara de Vereadores criou uma lei que modificou a forma de pagamento de horas extras. Com o retorno de Edvaldo à prefeitura, a gestão continuou respeitando a lei sancionada, a qual promove uma redução de mais de R$ 700 no salário dos manifestantes. "Esse pleito é antigo, mas até o momento nenhuma mudança do governo anterior foi promovida. Percebemos que a situação segue rigorosamente igual a João Alves", pontuou Eder Rodrigues.