Tamar comemora 35 milhões de tartarugas protegidas

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Tartarugas serão liberadas ao mar hoje e amanhã em quatro praias do Estado
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Publicada em 06/04/2018 às 06:22:00

 

Nascerá, nesta sexta-
feira, o filhote sim-
bólico da tartaruga marinha de número 35 milhões do Projeto Tamar. A soltura de filhotes será comemorada em vários pontos do litoral brasileiro em parceria com a Petrobras e representa um marco nos resultados do projeto, reconhecido internacionalmente como uma das mais bem-sucedidas iniciativas de conservação marinha do mundo. A parceria conjunta da Petrobras com a Fundação Pró-Tamar foi renovada este ano e receberá investimentos de R$ 13,5 milhões nos próximos três anos.
Em Sergipe, a comemoração ocorrerá em Aracaju, Abaís, Pirambu e Ponta dos Mangues. Na capital sergipana, na sexta e no sábado, a partir das 16h00, os filhotes de tartarugas marinhas seguirão para o mar. No espaço cultural do Tamar estará acontecendo a Feira Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Sergipe.
A Petrobras patrocina o Tamar há 35 anos, contribuindo com a proteção de mais de 90 mil ninhos de tartarugas marinhas em Sergipe. O objetivo principal é a conservação de cinco espécies de tartarugas, todas ameaçadas de extinção. "Além de sua valiosa contribuição ambiental, o projeto envolve as comunidades em locais onde atuamos, possui ações de sensibilização e educação ambiental e tem sinergia com o nosso negócio por trabalhar com espécies e ambientes costeiros e marinhos, áreas onde se concentra a maior parte da operação offshore", afirma a gerente executiva de Responsabilidade Social, Beatriz Espinosa.
Em comum, tanto a Petrobras quanto o projeto Tamar utilizam conhecimento da ciência e tecnologia para atuarem no mar, produzindo resultados positivos para a sociedade. "Com o apoio da Petrobras (a partir de 1982), começamos a salvar nossos primeiros 2 mil filhotes e, atualmente, entram no mar por ano mais de 2 milhões de tartarugas marinhas sob a proteção do Projeto Tamar. Ao contabilizar dados das últimas temporadas reprodutivas, descobrimos que aconteceria no verão de 2018 esse marco na história do Tamar", conta Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Projeto Tamar. Hoje, com 36 anos de atuação, o projeto está presente em 26 localidades, de nove estados do país, muitas delas em  áreas de abrangência da Petrobras.
De cada 1.000 filhotes que nascem, apenas um ou dois sobrevivem no ciclo natural dos ecossistemas marinhos. Por isso, é preciso proteger os ninhos de tartarugas marinhas para garantir a produção natural de filhotes e o caminho seguro até o mar. São animais de ciclo de vida longo, que levam de 20 a 30 anos para se reproduzir. Anualmente, cerca de 5 mil tartarugas já adultas ou sub adultas são recuperadas em áreas de alimentação e desova. Acidentes com redes de pesca e anzóis, atropelamentos, o trânsito de veículos nas praias e plástico são fatores de risco para as tartarugas.

Nascerá, nesta sexta- feira, o filhote sim- bólico da tartaruga marinha de número 35 milhões do Projeto Tamar. A soltura de filhotes será comemorada em vários pontos do litoral brasileiro em parceria com a Petrobras e representa um marco nos resultados do projeto, reconhecido internacionalmente como uma das mais bem-sucedidas iniciativas de conservação marinha do mundo. A parceria conjunta da Petrobras com a Fundação Pró-Tamar foi renovada este ano e receberá investimentos de R$ 13,5 milhões nos próximos três anos.
Em Sergipe, a comemoração ocorrerá em Aracaju, Abaís, Pirambu e Ponta dos Mangues. Na capital sergipana, na sexta e no sábado, a partir das 16h00, os filhotes de tartarugas marinhas seguirão para o mar. No espaço cultural do Tamar estará acontecendo a Feira Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Sergipe.
A Petrobras patrocina o Tamar há 35 anos, contribuindo com a proteção de mais de 90 mil ninhos de tartarugas marinhas em Sergipe. O objetivo principal é a conservação de cinco espécies de tartarugas, todas ameaçadas de extinção. "Além de sua valiosa contribuição ambiental, o projeto envolve as comunidades em locais onde atuamos, possui ações de sensibilização e educação ambiental e tem sinergia com o nosso negócio por trabalhar com espécies e ambientes costeiros e marinhos, áreas onde se concentra a maior parte da operação offshore", afirma a gerente executiva de Responsabilidade Social, Beatriz Espinosa.
Em comum, tanto a Petrobras quanto o projeto Tamar utilizam conhecimento da ciência e tecnologia para atuarem no mar, produzindo resultados positivos para a sociedade. "Com o apoio da Petrobras (a partir de 1982), começamos a salvar nossos primeiros 2 mil filhotes e, atualmente, entram no mar por ano mais de 2 milhões de tartarugas marinhas sob a proteção do Projeto Tamar. Ao contabilizar dados das últimas temporadas reprodutivas, descobrimos que aconteceria no verão de 2018 esse marco na história do Tamar", conta Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Projeto Tamar. Hoje, com 36 anos de atuação, o projeto está presente em 26 localidades, de nove estados do país, muitas delas em  áreas de abrangência da Petrobras.
De cada 1.000 filhotes que nascem, apenas um ou dois sobrevivem no ciclo natural dos ecossistemas marinhos. Por isso, é preciso proteger os ninhos de tartarugas marinhas para garantir a produção natural de filhotes e o caminho seguro até o mar. São animais de ciclo de vida longo, que levam de 20 a 30 anos para se reproduzir. Anualmente, cerca de 5 mil tartarugas já adultas ou sub adultas são recuperadas em áreas de alimentação e desova. Acidentes com redes de pesca e anzóis, atropelamentos, o trânsito de veículos nas praias e plástico são fatores de risco para as tartarugas.