Arrecadação federal em Sergipe cresceu 17,1%

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Publicada em 06/04/2018 às 06:39:00

 

Análise realizada 
pelo Boletim Sergi-
pe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Receita Federal, verificou que a arrecadação de tributos federais, do segundo mês do ano, totalizou R$ 336,4 milhões, assinalando recuo real de 20,9%, quando comparado com a arrecadação do mês imediatamente anterior, janeiro de 2018. Entretanto, no comparativo com a arrecadação do mês de fevereiro do ano passado, observou-se crescimento real de 8,7%. As variações em termos reais, consideram os efeitos da inflação no período, medido pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).
No primeiro bimestre do ano andante, a soma arrecadada, com os tributos de competência da União, ultrapassou os R$ 760,3 milhões, registrando alta de 17,1%, em termos reais, quando comparado com os dois primeiros meses de 2017.
No mês analisado, a Receita Previdenciária continuou sendo a principal fonte de arrecadação, somando aproximadamente R$ 172 milhões, abrangendo 51,2% do total recolhido aos cofres da União. O Imposto de Renda (IR) também se destacou, alcançando R$ 55,7 milhões, compreendendo 16,6% do arrecadado.
O recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS -ficou em R$ 39,1 milhões, no mês analisado, enquanto que o recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL - não ultrapassou os R$ 15,5 milhões. Já a Contribuição para o PIS/PASEP ficou um pouco acima dos R$ 16,5 milhões.
Para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a soma arrecadada foi de R$ 8,9 milhões, respondendo por 2,7% da arrecadação, no mês em análise.

Análise realizada  pelo Boletim Sergi- pe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Receita Federal, verificou que a arrecadação de tributos federais, do segundo mês do ano, totalizou R$ 336,4 milhões, assinalando recuo real de 20,9%, quando comparado com a arrecadação do mês imediatamente anterior, janeiro de 2018. Entretanto, no comparativo com a arrecadação do mês de fevereiro do ano passado, observou-se crescimento real de 8,7%. As variações em termos reais, consideram os efeitos da inflação no período, medido pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).
No primeiro bimestre do ano andante, a soma arrecadada, com os tributos de competência da União, ultrapassou os R$ 760,3 milhões, registrando alta de 17,1%, em termos reais, quando comparado com os dois primeiros meses de 2017.No mês analisado, a Receita Previdenciária continuou sendo a principal fonte de arrecadação, somando aproximadamente R$ 172 milhões, abrangendo 51,2% do total recolhido aos cofres da União. O Imposto de Renda (IR) também se destacou, alcançando R$ 55,7 milhões, compreendendo 16,6% do arrecadado.
O recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS -ficou em R$ 39,1 milhões, no mês analisado, enquanto que o recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL - não ultrapassou os R$ 15,5 milhões. Já a Contribuição para o PIS/PASEP ficou um pouco acima dos R$ 16,5 milhões.
Para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a soma arrecadada foi de R$ 8,9 milhões, respondendo por 2,7% da arrecadação, no mês em análise.