Começa o ciclo Belivaldo Chagas

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Durante a filiação ao PSD, que contou com a presença e declaração de apoio do prefeito Edvaldo Nogueira a sua pré-candidatura a governador, Belivaldo Chagas disse que estava emocionado por se filiar ao PSD e triste com o bárbaro assassinato do Capitão Oli
Durante a filiação ao PSD, que contou com a presença e declaração de apoio do prefeito Edvaldo Nogueira a sua pré-candidatura a governador, Belivaldo Chagas disse que estava emocionado por se filiar ao PSD e triste com o bárbaro assassinato do Capitão Oli

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Publicada em 06/04/2018 às 23:24:00

 

Neste sábado, às 10h, quando Belivaldo Cha
gas (PSD) tomará posse como governador 
de Sergipe, encerrará um ciclo de cinco anos do governo de Jackson Barreto (MDB) e começará o de nove meses de Belivaldo, podendo ser protelado por mais quatro anos no caso de sair vitorioso nas eleições deste ano.
Apesar do pouco tempo que terá à frente do comando do Estado, Belivaldo deve dar uma nova cara ao governo. Terá um estilo mais conciliador e aberto ao dialogo com todas aqueles que o procurarem em seu gabinete, tendo ou não agendado.
Neste tempo que passará à frente do governo vai focar em duas áreas: saúde e segurança pública. Entende que esses dois fatores são os que mais afligem hoje a população sergipana, que sofre com a demora para fazer um exame na rede pública, realizar uma cirurgia e com o crescimento da violência no país.
Belivaldo deve promover mutirões na área da saúde para diminuir a demanda em consultas, exames e cirurgias. E montar um esquema na área de segurança pública que deixe a população menos vulnerável às ações dos bandidos.
É muito provável que mude cerca de 70% do primeiro e segundo escalão do governo. Vai querer governar com uma equipe que escolher e que possa implementar o seu estilo de tocar as coisas com mais praticidade e menos burocracia, para azeitar a máquina pública.
Além das questões administrativas, Belivaldo também terá que resolver as questões políticas. Vai ter que sentar, já como governador, com as lideranças políticas e discutir espaços no governo. A partir dessas discussões serão definidos os aliados que marcharão com ele nas eleições deste ano, quando disputará o governo.
Os diálogos mais profundos serão com os aliados PRB, PT e PDT. O PRB, por exemplo, segundo já informou ontem a coluna, sai hoje do governo junto com Jackson Barreto. De acordo com o presidente estadual da legenda, deputado federal Jony Marcos, o seu partido quer abrir espaço para dialogar na esperança de ter a presença do ex-deputado federal Heleno Silva na chapa majoritária, como candidato ao Senado.
"Confirmado isso, o PRB volta a ocupar espaço no governo e vai para as ruas pedir votos para Belivaldo governador", assegurou à coluna Jony Marcos, reafirmando que o seu partido não rompeu com o governo e que hoje estará na posse de Belivaldo Chagas.
A partir das 11h30 deste sábado, quando já terá sido empossado governador na Assembleia Legislativa e passado pela revista a tropa na Praça Fausto Cardoso, Belivaldo terá dois grandes desafios pela frente: conseguir pagar o salário dos servidores públicos, aposentados e pensionistas sem muito atraso e manter a unidade do agrupamento político.
Já vai começar com o pé direito, pois será no seu governo que sairá o tão batalhado financiamento do Finisa por Jackson Barreto, o deputado federal Fábio Reis (MDB), o ex-deputado federal Sérgio Reis e o secretário Rosman Pereira (Seplag). Com os R$ 560 milhões ele irá recuperar as rodovias estaduais e realizar obras de infraestrutura já no seu governo.
Agora é aguardar o estilo Belivaldo de governar!

Neste sábado, às 10h, quando Belivaldo Cha gas (PSD) tomará posse como governador  de Sergipe, encerrará um ciclo de cinco anos do governo de Jackson Barreto (MDB) e começará o de nove meses de Belivaldo, podendo ser protelado por mais quatro anos no caso de sair vitorioso nas eleições deste ano.
Apesar do pouco tempo que terá à frente do comando do Estado, Belivaldo deve dar uma nova cara ao governo. Terá um estilo mais conciliador e aberto ao dialogo com todas aqueles que o procurarem em seu gabinete, tendo ou não agendado.
Neste tempo que passará à frente do governo vai focar em duas áreas: saúde e segurança pública. Entende que esses dois fatores são os que mais afligem hoje a população sergipana, que sofre com a demora para fazer um exame na rede pública, realizar uma cirurgia e com o crescimento da violência no país.
Belivaldo deve promover mutirões na área da saúde para diminuir a demanda em consultas, exames e cirurgias. E montar um esquema na área de segurança pública que deixe a população menos vulnerável às ações dos bandidos.
É muito provável que mude cerca de 70% do primeiro e segundo escalão do governo. Vai querer governar com uma equipe que escolher e que possa implementar o seu estilo de tocar as coisas com mais praticidade e menos burocracia, para azeitar a máquina pública.
Além das questões administrativas, Belivaldo também terá que resolver as questões políticas. Vai ter que sentar, já como governador, com as lideranças políticas e discutir espaços no governo. A partir dessas discussões serão definidos os aliados que marcharão com ele nas eleições deste ano, quando disputará o governo.
Os diálogos mais profundos serão com os aliados PRB, PT e PDT. O PRB, por exemplo, segundo já informou ontem a coluna, sai hoje do governo junto com Jackson Barreto. De acordo com o presidente estadual da legenda, deputado federal Jony Marcos, o seu partido quer abrir espaço para dialogar na esperança de ter a presença do ex-deputado federal Heleno Silva na chapa majoritária, como candidato ao Senado.
"Confirmado isso, o PRB volta a ocupar espaço no governo e vai para as ruas pedir votos para Belivaldo governador", assegurou à coluna Jony Marcos, reafirmando que o seu partido não rompeu com o governo e que hoje estará na posse de Belivaldo Chagas.
A partir das 11h30 deste sábado, quando já terá sido empossado governador na Assembleia Legislativa e passado pela revista a tropa na Praça Fausto Cardoso, Belivaldo terá dois grandes desafios pela frente: conseguir pagar o salário dos servidores públicos, aposentados e pensionistas sem muito atraso e manter a unidade do agrupamento político.
Já vai começar com o pé direito, pois será no seu governo que sairá o tão batalhado financiamento do Finisa por Jackson Barreto, o deputado federal Fábio Reis (MDB), o ex-deputado federal Sérgio Reis e o secretário Rosman Pereira (Seplag). Com os R$ 560 milhões ele irá recuperar as rodovias estaduais e realizar obras de infraestrutura já no seu governo.
Agora é aguardar o estilo Belivaldo de governar!

 

Filiação do PSD 1

Se filiaram ontem à tarde ao PSD, junto com Belivaldo Chagas, os deputados estaduais Goretti Reis e Robson Viana; o prefeito Flávio Dias (Telha); os ex-prefeitos Esmeralda Cruz (Carmópolis) e Serginho Oliveira (Nossa Senhora da Glória); e Adailton Martins, irmão do prefeito da Barra dos Coqueiros (MDB), Airton Martins. O ato, bastante concorrido, aconteceu no plenário da Assembleia Legislativa.

 

Filiação do PSD 2

Várias lideranças políticas compareceram a festa de filiação do PSD, a exemplo do governador Jackson Barreto; do presidente da Assembleia, Luciano Bispo (MDB); do prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB); da vice-prefeita Eliane Aquino (PT); do novo presidente do PP, deputado federal Laércio Oliveira; das lideranças do PRB, o ex-prefeito  Ivan Leite e o ex-deputado estadual Mardoqueu Bodano; e da deputada estadual Silvia Leite (PDT). Além de prefeitos, vice-prefeitos e vereador.

 

Fim das dúvidas

Em discurso, Edvaldo Nogueira e Laércio Oliveira declararam apoio a Belivaldo para governador e a Jackson para senador.  Laércio ressaltou ainda que foi para o PP a pedido de JB, que o ajudou nos entendimentos com a cúpula nacional. Quem tinha dúvidas sobre a posição dos dois nas eleições deste ano, agora não tem mais.

 

Alfinetando os adversários

De Jackson Barreto, durante discurso no ato de filiação do PSD sobre Edvaldo Nogueira: "Viviam dizendo que Edivaldo estava aqui e acolá. Edvaldo está aqui, nunca nos deixou".  

 

É fato

A filiação de Belivaldo ao partido do deputado federal Fábio Mitidieri facilita a composição da chapa majoritária, uma vez que o PSD pleiteava um espaço, e evita um desgaste maior por não sair como candidato a governador pelo MDB, que é o mesmo partido do desgastado, impopular e ilegítimo presidente Michel Temer. Sem falar que estará livre de qualquer surpresa desagradável que poderia ser imposta pela Executiva Nacional do MDB, em favorecimento do líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC).

 

Troca-troca  

Com o fechamento da janela partidária hoje, nove deputados estaduais já trocaram de partido. Mudaram de legenda Georgeo Passos, que deixou o PTC para a Rede; Venâncio Fonseca, que deixou o PP pelo PSC; Paulinho da Varzinhas, que trocou o PTdoB pelo PSC; Dr. Vanderbal, que saiu do PTC para o PSC; Robson Viana, que deixou o PEN pelo PSD; Goretti Reis, que saiu do DEM pelo PSD; Gustinho Ribeiro, que deixou o PRP para se filiar ao SD; e Moritos Matos, que saiu do PROS e se filiou a Rede. Gilmar Carvalho, que estava sem partido, se filiou ao PSC.

 

Balanço 1

Com o troca-troca de partido o PSC de André Moura ficou com a maior bancada na Assembleia (seis deputados): Venâncio Fonseca, Gilmar Carvalho, Capitão Samuel, Pastor Antônio dos Santos e Dr. Vanderbal. O PSD de Fábio Mitidieri e Belivaldo Chagas ficou com a segunda maior bancada (quatro deputados): Luiz Mitidieri, Robson Viana, Goretti Reis e Jeferson Andrade; e o MDB de Jackson Barreto saiu da maior bancada de quatro deputados para a terceira com três deputados: Luciano Bispo, Garibaldi Mendonça e Zezinho Guimarães. A Rede, que não tinha um deputado, ganhou dois: Georgeo Passos e Moritos Matos.

 

Balanço 2

PT continua com dois deputados (Francisco Gualberto e Ana Lúcia). Com um representante na Assembleia: PR (Adelson Filho), Jairo de Glória (PRB), Gustinho Ribeiro (SD), PDT (Silvia Fontes), PHS (Augusto Bezerra) e PSB (Luciano Barreto).

 

Boa troca

Na Câmara dos Deputados só trocou de partido o deputado federal Laércio Oliveira, que saiu do SD para o PP. No PP, Laércio integra o partido que tem a segunda maior bancada na Câmara, que terá R$ 2,5 milhões de fundo partidário para a reeleição, três ministérios (Saúde, Cidades e Agricultura) e a Caixa Econômica Federal. Com Laércio, o PP integrará a bancada governista em Sergipe.

 

Mais troca-troca 1

O ex-deputado federal José Carlos Machado, que estava no PSDB e com um pé no PP, acabou se filiando ao PPS presidido no estado por Clovis Silveira. Machado será candidato a Câmara dos Deputados. E o ex-prefeito Manoel Sukita, como a coluna informou ontem com exclusividade, se filiou ao PTC e comandará o partido no Estado. Também disputará mandato de deputado federal.   

 

Mais troca-troca 2

O ex-deputado federal Sérgio Reis deixou o MDB e se filiou ao Podemos, que no estado é presidido pelo ex-secretário Zezinho Sobral. Junto com ele se filiou ao Podemos, a esposa do prefeito Diógenes Almeida (MDB/Tobias Barreto, Diná. Sérgio tem a pretensão de ser suplente de Jackson Barreto para o Senado e Diná de concorrer a um mandato de deputada estadual.

 

Grande surpresa

Além da ida de Laércio Oliveira para o PP, a surpresa do troca-troca de partido foi de Georgeo Passos. Georgeo, que é líder da oposição na Assembleia Legislativa, não deixou o PTC para se filiar a um outro partido do agrupamento político do senador Eduardo Amorim (PSDB) e do deputado federal André Moura (PSC). Foi para a Rede, que tem como pré-candidato a governador Dr. Emerson.

 

No Diário Oficial

O Diário Oficial de ontem publicou a exoneração de Benedito Figueiredo como secretário de Governo, assumindo interinamente a pasta o adjunto Elder Sandes. Benedito é mais um secretário que sai junto com Jackson Barreto do governo. O outro é Jorge Carvalho, da Educação. O DO de ontem publicou ainda a exoneração de Fábio Henrique da Secretaria de Turismo, por disputar mandato de deputado federal. No Diário Oficial da quinta-feira saiu a exoneração de Belivaldo Chagas da Casa Civil e a nomeação interina de Conceição Vieira.

 

Esclarecimento de Kitty 1

Da assessoria da vereadora Kitty Lima com relação a nota publicada ontem na coluna informando que alguns vereadores questionaram a sua atuação de usar um carro pago pelo contribuinte aracajuano, através da Câmara de Aracaju, e envolvido em acidente na quarta-feira, para fazer campanha para deputado estadual no interior, quando se acha um paladino da moralidade pública:  "As alegações são improcedentes e irresponsáveis ao faltar com a verdade e colocar em xeque a moral e a ética da vereadora Kitty Lima, que atua de forma contundente por uma política honesta e transparente".

 

Esclarecimento de Kitty 2

Prossegue a nota: "A parlamentar esclarece que foi convidada pela vice-presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente da Prefeitura de Tobias Barreto, Amanda Carolline Barreto dos Santos, e pelo coordenador do Meio Ambiente, Virgílio Júnior, para participar de uma audiência pública e levar seu conhecimento e experiência no combate aos maus-tratos e violência contra animais, e compartilhar  seus projetos e iniciativas como legítima representante da causa animal na Câmara Municipal de Aracaju à população e gestores daquele município".

 

Esclarecimento de Kitty 3

Finaliza a nota: "Kitty lamenta que neste momento em que ela e sua equipe ainda se recuperam de um grave acidente, alguns vereadores se utilizem da fragilidade alheia para plantar dúvidas na sociedade sobre a sua conduta como agente pública, e repudia qualquer informação que fuja da realidade dos fatos esclarecidos".

 

Veja essa ...

Informações chegadas à coluna dão conta que Georgeo Passos sofreu pressão das lideranças do PSC/PSDB para se filiar a um outro partido do agrupamento, ao invés de ir para a Rede, para não "desmoralizar".  O deputado teria colocado que o seu pai Antônio Passos é prefeito de Ribeirópolis há mais de um ano e o município nunca recebeu "um centavo" de emendas destinadas por Eduardo e André.  

 

Curtas

Jackson Barreto saiu ontem com nota de solidariedade ao sofrimento do ex-presidente Lula e demonstrando inconformismo sobre a decretação da sua prisão. "Desde os bancos escolares da saudosa Faculdade de Direito, aprendemos que ninguém pode ser preso sem prova, não se traduzindo essa na simples delação de alguém que quer se beneficiar e muito menos na convicção pessoal de um juiz".

 

Hoje, já como ex-governador, Jackson participa da solenidade de entrega das obras de recuperação do Centro de Criatividade, que fica no bairro onde nasceu, o Cirurgia.

 

 Até o fechamento da coluna, não havia uma definição do destino político da deputada estadual Maria Mendonça (PP). Ela pode se filiar ao PSDB ou PSB.

 

Informações chegadas à coluna dão conta que a deputada estava muito chateada com Eduardo Amorim e André Moura. E ainda os teria acusado, na quarta-feira, de não terem tido força para manter o PP no agrupamento.

 

A deputada Goretti Reis justifica a sua saída do MDB para o PSD dizendo que não estava se sentindo confortável com a forma que o MDB vem sendo conduzido no cenário nacional. Disse que foi decisiva a mudança o fato de Belivaldo ter deixado o partido para se filiar ao PSD.