Servidores protestam na despedida de Jackson

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Servidores públicos protestam em frente ao Palácio de Despachos
Servidores públicos protestam em frente ao Palácio de Despachos

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 06/04/2018 às 23:42:00

 

No último ato públi-
co contra a gestão 
do ainda governador Jackson Barreto de Lima, servidores públicos , a maioria formada por integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Sergipe (Sintese), se concentram em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Despachos), em Aracaju, para protestar, por exemplo, contra não aplicação do reajuste do piso na carreira do magistério. O movimento unificado foi coordenado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Para os servidores, a despedida de Jackson atrelada à posse de Belivaldo Chagas, pode resultar em 'alívio' para os funcionários públicos de uma maneira geral.
Sem demonstrar afeto pelo futuro novo governador do Estado, mas também não o enchendo de críticas, os manifestantes optaram por não intensificar as palavras de ordem contra o gestor recém filiado ao Partido Social Democrático, pré candidato a reeleição. O Centro das atenções no decorrer do 'bota-fora', foi mesmo o líder do MDB, em Sergipe. Demonstrando uma conduta centralizada, sem radicalismo, a professora Marilene Ferreira, de 52 anos, lamentou que Jackson deixe hoje o mandato de governador diferentemente do prometido em janeiro de 2015 quando foi empossado. A educadora reconhece ainda as dificuldades a serem enfrentadas por Belivaldo.
"Estou aqui para lamentar, juntamente com os meus colegas, o duro período de três anos e meio deste governo que pode ter sido bom para outras categorias, mas para os professores foi cruel. Sei que as dificuldades com a falta de recursos foram grandiosas e que ele não repassa o poder da caneta como desejava, mas felizmente ele está deixando o governo. Passando para Belivaldo a missão de tentar amenizar em seis meses o montante de dependências agregadas durante sua gestão", relatou. Durante toda a mobilização agentes da Polícia Militar e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito estiveram no local a fim de minimizar qualquer risco de maiores desordens públicas.
Entre as 12 categorias representadas no ato, estavam também gestores do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE). De acordo com a militante Shirley Morales, essa foi a pior gestão pública enfrentada pelos servidores nos últimos anos. Além de comemorar a saída de Jackson, a categoria disse torcer para que Belivaldo realize uma gestão significativa, mesmo diante do curto prazo até 31 de dezembro deste ano. "Dentro de um universo imenso de problemas, esse governo foi ruim somente pelo que fez ao trabalhador, aos aposentados, com parcelamento, atrasos de salários e décimo terceiro. Quando nós vamos observar a conjuntura da educação, assistência social e saúde, área a qual estou ligada, a gente consegue entender o tamanho do caos", avaliou.
Vale ressaltar que durante a passagem de Jackson Barreto, uma enfermeira chegou a assumir a Secretaria de Estado da Saúde, e o próprio sindicato parabenizou a gestão pela indicação técnica. O Governo de Sergipe não se manifestou sobre as críticas dos trabalhadores.

No último ato públi- co contra a gestão  do ainda governador Jackson Barreto de Lima, servidores públicos , a maioria formada por integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Sergipe (Sintese), se concentram em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Despachos), em Aracaju, para protestar, por exemplo, contra não aplicação do reajuste do piso na carreira do magistério. O movimento unificado foi coordenado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Para os servidores, a despedida de Jackson atrelada à posse de Belivaldo Chagas, pode resultar em 'alívio' para os funcionários públicos de uma maneira geral.
Sem demonstrar afeto pelo futuro novo governador do Estado, mas também não o enchendo de críticas, os manifestantes optaram por não intensificar as palavras de ordem contra o gestor recém filiado ao Partido Social Democrático, pré candidato a reeleição. O Centro das atenções no decorrer do 'bota-fora', foi mesmo o líder do MDB, em Sergipe. Demonstrando uma conduta centralizada, sem radicalismo, a professora Marilene Ferreira, de 52 anos, lamentou que Jackson deixe hoje o mandato de governador diferentemente do prometido em janeiro de 2015 quando foi empossado. A educadora reconhece ainda as dificuldades a serem enfrentadas por Belivaldo.
"Estou aqui para lamentar, juntamente com os meus colegas, o duro período de três anos e meio deste governo que pode ter sido bom para outras categorias, mas para os professores foi cruel. Sei que as dificuldades com a falta de recursos foram grandiosas e que ele não repassa o poder da caneta como desejava, mas felizmente ele está deixando o governo. Passando para Belivaldo a missão de tentar amenizar em seis meses o montante de dependências agregadas durante sua gestão", relatou. Durante toda a mobilização agentes da Polícia Militar e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito estiveram no local a fim de minimizar qualquer risco de maiores desordens públicas.
Entre as 12 categorias representadas no ato, estavam também gestores do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE). De acordo com a militante Shirley Morales, essa foi a pior gestão pública enfrentada pelos servidores nos últimos anos. Além de comemorar a saída de Jackson, a categoria disse torcer para que Belivaldo realize uma gestão significativa, mesmo diante do curto prazo até 31 de dezembro deste ano. "Dentro de um universo imenso de problemas, esse governo foi ruim somente pelo que fez ao trabalhador, aos aposentados, com parcelamento, atrasos de salários e décimo terceiro. Quando nós vamos observar a conjuntura da educação, assistência social e saúde, área a qual estou ligada, a gente consegue entender o tamanho do caos", avaliou.
Vale ressaltar que durante a passagem de Jackson Barreto, uma enfermeira chegou a assumir a Secretaria de Estado da Saúde, e o próprio sindicato parabenizou a gestão pela indicação técnica. O Governo de Sergipe não se manifestou sobre as críticas dos trabalhadores.