Ato de ofício

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Publicada em 10/04/2018 às 05:55:00

 

O governador Belivaldo Chagas 
visitou o Hospital de Urgência 
de Sergipe e não gostou do que viu. A peregrinação pela principal unidade de saúde do estado, o seu primeiro ato de ofício, oferece a esperança de uma gestão atenta à qualidade dos serviços públicos. Não será por ignorância do homem à frente do executivo estadual que os sergipanos vão amargar descaso ao reclamar os próprios direitos, ele próprio garante.
Segundo um dito popular, somente o olho do dono engorda o gado. Embora o governador de Sergipe não seja, ele mesmo, dono de nada, a ciência das responsabilidades sob a sua alçada pode sim acabar revertida em melhoria no atendimento ao cidadão. A falta de um tratamento humanizado, ora negligenciado pelos profissionais na linha de frente dos serviços públicos, se deve a uma série de fatores, a começar pela tolerância com eventuais faltas dos profissionais na linha de frente do serviço público.
 "Não vou me omitir, o preço da omissão é alto. Retornarei ainda esta semana para verificar se as situações mais urgentes foram providenciadas. E voltarei outras semanas, porque, desde o momento que assumi, disse que tenho preocupação em relação ao governo como um todo, mas a Saúde e a Segurança são prioridades (...). Vamos atender as pessoas (...).  Precisamos priorizar é isso aqui, o atendimento".
Que assim seja. As dificuldades enfrentadas pelos servidores do Huse são muitas, e Belivaldo Chagas as observou de perto. Superlotação, sobrecarga, ausência de insumos e melhores condições de trabalho. Toda cobrança realizada no sentido de atender as pessoas, para usar as palavras do próprio governador, oferecendo ao cidadão o que lhe é realmente devido, terá de observar também as responsabilidades do Estado com os profissionais ali empregados.

O governador Belivaldo Chagas  visitou o Hospital de Urgência  de Sergipe e não gostou do que viu. A peregrinação pela principal unidade de saúde do estado, o seu primeiro ato de ofício, oferece a esperança de uma gestão atenta à qualidade dos serviços públicos. Não será por ignorância do homem à frente do executivo estadual que os sergipanos vão amargar descaso ao reclamar os próprios direitos, ele próprio garante.
Segundo um dito popular, somente o olho do dono engorda o gado. Embora o governador de Sergipe não seja, ele mesmo, dono de nada, a ciência das responsabilidades sob a sua alçada pode sim acabar revertida em melhoria no atendimento ao cidadão. A falta de um tratamento humanizado, ora negligenciado pelos profissionais na linha de frente dos serviços públicos, se deve a uma série de fatores, a começar pela tolerância com eventuais faltas dos profissionais na linha de frente do serviço público.
 "Não vou me omitir, o preço da omissão é alto. Retornarei ainda esta semana para verificar se as situações mais urgentes foram providenciadas. E voltarei outras semanas, porque, desde o momento que assumi, disse que tenho preocupação em relação ao governo como um todo, mas a Saúde e a Segurança são prioridades (...). Vamos atender as pessoas (...).  Precisamos priorizar é isso aqui, o atendimento".
Que assim seja. As dificuldades enfrentadas pelos servidores do Huse são muitas, e Belivaldo Chagas as observou de perto. Superlotação, sobrecarga, ausência de insumos e melhores condições de trabalho. Toda cobrança realizada no sentido de atender as pessoas, para usar as palavras do próprio governador, oferecendo ao cidadão o que lhe é realmente devido, terá de observar também as responsabilidades do Estado com os profissionais ali empregados.