Cirurgia promete reativar hoje máquina de radioterapia

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Publicada em 11/04/2018 às 06:17:00

 

Às vésperas de completar três meses de interrupção, a máquina de radioterapia da Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia pode reiniciar hoje as atividades e começar a atender 38 usuários do Sistema Único de Saúde que aguardam desde o dia 15 de janeiro pelo reparo operacional do equipamento. De acordo com a unidade filantrópica, como já havia instalado as novas peças adquiriras em território norte-americano, ontem à tarde o técnico responsável pela manutenção conseguiu concluir a fase de testes e liberou para uso. Ao todo foram contabilizadas 86 dias de atendimento inviabilizado.
No último final de semana, durante entrevista concedida ao Jornal do Dia, Sheila Galba, membro do Grupo Mulheres do Peito, lamentou que o histórico recente de promessas não cumpridas pela direção do HC acabam blindando os pacientes de qualquer falsa esperança. Crítica quanto a situação administrativa atualmente vivenciada no segundo maior hospital atendente aos usuários do SUS em Sergipe, ela espera que os órgãos de fiscalização intensifiquem as vistorias e colaborem para que manutenções rotineiras na máquina sejam realizadas a fim de minimizar os riscos de novas panes na máquina.
"Durante esse ano de 2018 a máquina de radioterapia do Hospital de Cirurgia somente funcionou por 15 dias e nada mais. De janeiro até agora fomos informados várias vezes que a máquina estaria pronta, mas não estava é isso acabava frustrando todo mundo. Espero que desta vez a falsa perspectiva não se repita", disse. O último levantamento realizado pelo grupo mostra que 365 pessoas seguem ocupando a fila de espera por assistência nos setores públicos de radioterapia. Além da máquina, a ausência de medicamentos e médicos oncologistas em virtude da falta de condições de trabalho precarizam o sistema.
Em janeiro, justamente no período em que a máquina quebrou, 42 pacientes eram atendidos pelo Hospital de Cirurgia. Com a suspensão, quatro pessoas morreram, sendo três homens e uma mulher. "Se vocês chegarem qualquer dia no setor de oncologia do Hospital de Cirurgia vão se deparar com salas praticamente esvaziadas. Há mais de seis meses não se tem remédio para fornecer às pessoas. Não tem nada, é um verdadeiro descaso", informou. Os medicamentos em falta são o carboplatina e placitaxel. O HC garantiu que a máquina estará pronta para atender os pacientes a partir de hoje, mas não se pronunciou sobre os demais assuntos.

Às vésperas de completar três meses de interrupção, a máquina de radioterapia da Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia pode reiniciar hoje as atividades e começar a atender 38 usuários do Sistema Único de Saúde que aguardam desde o dia 15 de janeiro pelo reparo operacional do equipamento. De acordo com a unidade filantrópica, como já havia instalado as novas peças adquiriras em território norte-americano, ontem à tarde o técnico responsável pela manutenção conseguiu concluir a fase de testes e liberou para uso. Ao todo foram contabilizadas 86 dias de atendimento inviabilizado.
No último final de semana, durante entrevista concedida ao Jornal do Dia, Sheila Galba, membro do Grupo Mulheres do Peito, lamentou que o histórico recente de promessas não cumpridas pela direção do HC acabam blindando os pacientes de qualquer falsa esperança. Crítica quanto a situação administrativa atualmente vivenciada no segundo maior hospital atendente aos usuários do SUS em Sergipe, ela espera que os órgãos de fiscalização intensifiquem as vistorias e colaborem para que manutenções rotineiras na máquina sejam realizadas a fim de minimizar os riscos de novas panes na máquina.
"Durante esse ano de 2018 a máquina de radioterapia do Hospital de Cirurgia somente funcionou por 15 dias e nada mais. De janeiro até agora fomos informados várias vezes que a máquina estaria pronta, mas não estava é isso acabava frustrando todo mundo. Espero que desta vez a falsa perspectiva não se repita", disse. O último levantamento realizado pelo grupo mostra que 365 pessoas seguem ocupando a fila de espera por assistência nos setores públicos de radioterapia. Além da máquina, a ausência de medicamentos e médicos oncologistas em virtude da falta de condições de trabalho precarizam o sistema.
Em janeiro, justamente no período em que a máquina quebrou, 42 pacientes eram atendidos pelo Hospital de Cirurgia. Com a suspensão, quatro pessoas morreram, sendo três homens e uma mulher. "Se vocês chegarem qualquer dia no setor de oncologia do Hospital de Cirurgia vão se deparar com salas praticamente esvaziadas. Há mais de seis meses não se tem remédio para fornecer às pessoas. Não tem nada, é um verdadeiro descaso", informou. Os medicamentos em falta são o carboplatina e placitaxel. O HC garantiu que a máquina estará pronta para atender os pacientes a partir de hoje, mas não se pronunciou sobre os demais assuntos.