Referência para aluguéis, IGP-M acumula inflação de 1,49% em 12 meses

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 12/04/2018 às 06:55:00

 

O Índice Geral de Preços 
- Mercado (IGP-M), usa-
do no reajuste dos contratos de aluguel, teve inflação de 0,18%, na primeira prévia de abril, taxa inferior à apurada em março (0,60%). Com a prévia de abril, o IGP-M acumula taxas de inflação de 1,65%, no ano, e de 1,49% em 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da taxa da prévia de março para a de abril foi provocada pelos preços no atacado, pois o Índice de Preços ao Produtor Amplo recuou de 0,83% na prévia de março para 0,14% na prévia de abril.
Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,17% em março para 0,22% em abril. O Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,23% para 0,34% no período.
Inflação da terceira idade - O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias compostas por pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 0,89% no primeiro trimestre do ano. O IPC-3i acumula inflação de 3,30% em 12 meses. A informação foi divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV)
A taxa do IPC-3i no primeiro trimestre é inferior ao Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas etárias e que ficou em 1,03%. O acumulado em 12 meses pelo IPC-3i, no entanto, é superior ao IPC-BR (2,76%).
O IPC-3i do primeiro trimestre deste ano é inferior ao índice de verificado no último trimestre de 2017. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice acusaram queda em suas taxas de variação nesse período.
A principal contribuição partiu do grupo habitação, que passou de 1,21% para 0,07%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial, com deflação (queda de preços) de 2,05%, no primeiro trimestre, ante 4,14%, no anterior.
Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i os grupos transportes (2,51% para 1,61%), educação, leitura e recreação (1,11% para 0,73%), comunicação (0,20% para -0,13%) e despesas diversas (0,65% para 0,62%).
Em contrapartida, tiveram alta os grupos alimentação (0,45% para 1,41%), saúde e cuidados pessoais (1,47% para 1,59%) e vestuário (-0,07% para -0,02%).

O Índice Geral de Preços  - Mercado (IGP-M), usa- do no reajuste dos contratos de aluguel, teve inflação de 0,18%, na primeira prévia de abril, taxa inferior à apurada em março (0,60%). Com a prévia de abril, o IGP-M acumula taxas de inflação de 1,65%, no ano, e de 1,49% em 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da taxa da prévia de março para a de abril foi provocada pelos preços no atacado, pois o Índice de Preços ao Produtor Amplo recuou de 0,83% na prévia de março para 0,14% na prévia de abril.
Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,17% em março para 0,22% em abril. O Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,23% para 0,34% no período.
Inflação da terceira idade - O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias compostas por pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 0,89% no primeiro trimestre do ano. O IPC-3i acumula inflação de 3,30% em 12 meses. A informação foi divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV)
A taxa do IPC-3i no primeiro trimestre é inferior ao Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas etárias e que ficou em 1,03%. O acumulado em 12 meses pelo IPC-3i, no entanto, é superior ao IPC-BR (2,76%).
O IPC-3i do primeiro trimestre deste ano é inferior ao índice de verificado no último trimestre de 2017. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice acusaram queda em suas taxas de variação nesse período.
A principal contribuição partiu do grupo habitação, que passou de 1,21% para 0,07%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial, com deflação (queda de preços) de 2,05%, no primeiro trimestre, ante 4,14%, no anterior.
Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i os grupos transportes (2,51% para 1,61%), educação, leitura e recreação (1,11% para 0,73%), comunicação (0,20% para -0,13%) e despesas diversas (0,65% para 0,62%).
Em contrapartida, tiveram alta os grupos alimentação (0,45% para 1,41%), saúde e cuidados pessoais (1,47% para 1,59%) e vestuário (-0,07% para -0,02%).