Trio bom de taco

Cultura


  • Um trabalho sem par na cena local

 

Trio bom de taco
Quem conferiu a apresentação da banda Taco de Golfe, na abertura da segunda temporada do projeto Quinta Instrumental, abrigada pelo Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, saiu de queixo caído, dobrando a aposta realizada pela Coluna, desde a primeira hora. 
Ainda há criadores alheios ao humor da multidão, gente disposta a morrer de fome antes de dar o braço a torcer, artistas atentos aos murmúrios do próprio sangue.
Os músicos reunidos no trio Taco de Golfe, por exemplo, são destes. Embora não atirem pérolas aos porcos, apreciados apenas por quem entende do riscado, os temas trazidos a público no EP 'Cato' (2017) dão mostra de uma confiança absoluta na potência do registro.
Músicos excepcionais, Gabriel Galvão (guitarras), Filipe Williams (baixo) e Alexandre Mesquita (bateria) realizaram um trabalho sem par na cena local. Não bastasse a competência demonstrada na execução das próprias composições, o pulso e o calor irradiando em duas faixas impecáveis, 'Cato' é obra de muita ousadia, um ponto fora da reta, com rasgos de experimentalismo e erudição.

Quem conferiu a apresentação da banda Taco de Golfe, na abertura da segunda temporada do projeto Quinta Instrumental, abrigada pelo Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, saiu de queixo caído, dobrando a aposta realizada pela Coluna, desde a primeira hora. 
Ainda há criadores alheios ao humor da multidão, gente disposta a morrer de fome antes de dar o braço a torcer, artistas atentos aos murmúrios do próprio sangue.
Os músicos reunidos no trio Taco de Golfe, por exemplo, são destes. Embora não atirem pérolas aos porcos, apreciados apenas por quem entende do riscado, os temas trazidos a público no EP 'Cato' (2017) dão mostra de uma confiança absoluta na potência do registro.
Músicos excepcionais, Gabriel Galvão (guitarras), Filipe Williams (baixo) e Alexandre Mesquita (bateria) realizaram um trabalho sem par na cena local. Não bastasse a competência demonstrada na execução das próprias composições, o pulso e o calor irradiando em duas faixas impecáveis, 'Cato' é obra de muita ousadia, um ponto fora da reta, com rasgos de experimentalismo e erudição.

 


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