O sonho da casa própria

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Publicada em 17/04/2018 às 00:10:00

 

Não é preciso explicar a razão de 
a casa própria estar entre os 
principais sonhos de consumo do trabalhador brasileiro. As dificuldades recentes no acesso ao crédito, contudo, jogaram areia nos planos da maioria.
É justamente essa parcela de sonhadores frustrados que a Caixa Econômica Federal pretende agora beneficiar com a redução das taxas de juros nos financiamentos imobiliários, anunciada ontem. Segundo o presidente do banco estatal, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário.
Demanda por crédito realmente não falta. O boom imobiliário observado na capital sergipana em um passado mais ou menos recente, quando as construtoras disputavam clientes até mesmo entre trabalhadores de baixa renda e o setor imobiliário teve um crescimento de 20%, por exemplo, está longe de ser uma realidade nos dias correntes. Segundo o último levantamento, Aracaju possui um déficit habitacional de 120 mil residências.
Nos últimos anos, houve uma desaceleração expressiva no número de empréstimos realizados para a compra de imóveis, um reflexo da crise econômica ainda em curso. Em quadro tão preocupante, o simples anúncio de ampliação do crédito, em benefício de um setor com grande potencial de gerar empregos, tem mesmo razão de ser acolhido com o mais justo entusiasmo. O brasileiro anda faminto de boas notícias.
Segundo um dito popular muito conhecido, "quem casa quer casa". E não seria equivocado acrescentar: quem trabalha, também.

Não é preciso explicar a razão de  a casa própria estar entre os  principais sonhos de consumo do trabalhador brasileiro. As dificuldades recentes no acesso ao crédito, contudo, jogaram areia nos planos da maioria.
É justamente essa parcela de sonhadores frustrados que a Caixa Econômica Federal pretende agora beneficiar com a redução das taxas de juros nos financiamentos imobiliários, anunciada ontem. Segundo o presidente do banco estatal, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário.
Demanda por crédito realmente não falta. O boom imobiliário observado na capital sergipana em um passado mais ou menos recente, quando as construtoras disputavam clientes até mesmo entre trabalhadores de baixa renda e o setor imobiliário teve um crescimento de 20%, por exemplo, está longe de ser uma realidade nos dias correntes. Segundo o último levantamento, Aracaju possui um déficit habitacional de 120 mil residências.
Nos últimos anos, houve uma desaceleração expressiva no número de empréstimos realizados para a compra de imóveis, um reflexo da crise econômica ainda em curso. Em quadro tão preocupante, o simples anúncio de ampliação do crédito, em benefício de um setor com grande potencial de gerar empregos, tem mesmo razão de ser acolhido com o mais justo entusiasmo. O brasileiro anda faminto de boas notícias.
Segundo um dito popular muito conhecido, "quem casa quer casa". E não seria equivocado acrescentar: quem trabalha, também.