Presidente do Metrô-SP e ex-dirigentes viram réus por improbidade

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Publicada em 18/04/2018 às 23:45:00

 

A Justiça de São Paulo tornou o atual presidente do Metrô paulista e cinco ex-presidentes da companhia réus por improbidade administrativa. Eles foram denunciados pelo Ministério Público pela compra de 26 trens, com seis carros cada um, destinados à linha 5 - Lilás. A compra ocorreu em 2011 por R$ 615 milhões, durante o governo de Geraldo Alckmin, que não foi alvo desta investigação. Segundo o MP, os trens foram comprados mesmo sem que a linha entrasse em pleno funcionamento, com as obras paradas desde 2010.
A decisão é do juiz Adriano Marcos Laroca. Os réus são o atual secretário de Transportes Metropolitanos do governo paulista e ex-presidente da companhia, Clodoaldo Pelissioni; o chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo e ex-presidente do Metrô Sergio Avelleda; o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo e os ex-presidentes da companhia Peter Walker, Jorge Fagali e Luiz Antonio Pacheco. Além deles, também foram pronunciadas réus o ex-secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes e os ex-executivos do Metrô Laércio Biazzotti e David Turbuk.
De acordo com a denúncia, o Metrô manteve a compra dos trens, mesmo com a paralisação das obras em 2010, sem "qualquer explicação aparente". A Linha 5 - Lilás tem atualmente 11 estações e liga as estações Capão Redondo a Eucaliptos.
Para o MP, os responsáveis pela compra assumiram o risco de causar danos aos cofres públicos, uma vez que, sem o término das obras, as composições sequer podiam ser submetidas a testes. De acordo com a denúncia, os trens foram espalhados por diversos locais e chegaram a ser alvos de vandalismo. Em relação aos denunciados que ocuparam a presidência do Metrô após a compra, a Promotoria ressaltou que a responsabilidade deles decorre da omissão.

A Justiça de São Paulo tornou o atual presidente do Metrô paulista e cinco ex-presidentes da companhia réus por improbidade administrativa. Eles foram denunciados pelo Ministério Público pela compra de 26 trens, com seis carros cada um, destinados à linha 5 - Lilás. A compra ocorreu em 2011 por R$ 615 milhões, durante o governo de Geraldo Alckmin, que não foi alvo desta investigação. Segundo o MP, os trens foram comprados mesmo sem que a linha entrasse em pleno funcionamento, com as obras paradas desde 2010.
A decisão é do juiz Adriano Marcos Laroca. Os réus são o atual secretário de Transportes Metropolitanos do governo paulista e ex-presidente da companhia, Clodoaldo Pelissioni; o chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo e ex-presidente do Metrô Sergio Avelleda; o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo e os ex-presidentes da companhia Peter Walker, Jorge Fagali e Luiz Antonio Pacheco. Além deles, também foram pronunciadas réus o ex-secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes e os ex-executivos do Metrô Laércio Biazzotti e David Turbuk.
De acordo com a denúncia, o Metrô manteve a compra dos trens, mesmo com a paralisação das obras em 2010, sem "qualquer explicação aparente". A Linha 5 - Lilás tem atualmente 11 estações e liga as estações Capão Redondo a Eucaliptos.
Para o MP, os responsáveis pela compra assumiram o risco de causar danos aos cofres públicos, uma vez que, sem o término das obras, as composições sequer podiam ser submetidas a testes. De acordo com a denúncia, os trens foram espalhados por diversos locais e chegaram a ser alvos de vandalismo. Em relação aos denunciados que ocuparam a presidência do Metrô após a compra, a Promotoria ressaltou que a responsabilidade deles decorre da omissão.