Médicos do Estado protestam por isonomia salarial

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Publicada em 18/04/2018 às 23:53:00

 

Profissionais da medicina atuantes em nove especialidades seguem pressionando o Governo do Estado de Sergipe por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde, como forma de reivindicar a aplicação da isonomia salarial da categoria. Na manhã de ontem, pela terceira vez em menos de dois meses, profissionais atuantes no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) optaram por suspender parcialmente as atividades. Assim como ocorreu nos dia 06 e 23 do mês passado, a marcação de novas consultas, internações e atribuições ambulatoriais estavam suspensas, e, somente as 7h de hoje, o atendimento destinado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) será devidamente reestabelecido.
O ato público realizado na manhã de ontem foi coordenado pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed). De acordo com Carlos Spina, presidente do sindicato, a classe toptou por promover uma nova rodada de mobilizações mesmo sem a categoria ter sido recebida por Belivaldo Chagas. Com programações paralelas, os profissionais destacaram que, independentemente de o Governo do Estado mostrar interesse em atender ao pleito, é de fundamental importância estratégica manter a promoção dos atos democráticos. Para Spina, os conflitos serão resolvidos a partir do momento em que os pleitos forem atendidos.
 Conforme a direção sindical, atualmente a diferença salarial entre algumas categorias chega a 100%. Essa diferença tem gerado insatisfação em várias unidades hospitalares as quais prestam serviço ao SUS. "Estamos aguardando o convite do governador para que possamos apresentar os nossos pedidos. Como não fomos atendidos por Jackson, esperamos que Belivaldo nos receba e discuta o problema", declarou. O Sindimed informou que no momento não existe perspectiva unificada, ou conversas administrativas a fim de levar à votação, um plano de greve por tempo indeterminado, porem, essa possibilidade também não foi descartada.
Dando sequência as mobilizações, na próxima terça-feira, 24, os trabalhadores voltam a se reunir em Aracaju. A atividade está marcada para ocorrer a partir das 7h nas intermediações do Palácio Governador Augusto Franco, popular Palácio dos Despachos. Sobre mais uma rodada de ações democráticas, Carlos Spina espera que: "os colegas médicos se unam a esta causa e contribua para que o Governo do Estado finalmente atenda às nossas reivindicações. Lamentamos que esse problema da demora na equiparação salarial continue afetando tantos profissionais em Sergipe. A ideia não é prejudicar ninguém, mas sim lutar por um direito coletivo".

Profissionais da medicina atuantes em nove especialidades seguem pressionando o Governo do Estado de Sergipe por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde, como forma de reivindicar a aplicação da isonomia salarial da categoria. Na manhã de ontem, pela terceira vez em menos de dois meses, profissionais atuantes no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) optaram por suspender parcialmente as atividades. Assim como ocorreu nos dia 06 e 23 do mês passado, a marcação de novas consultas, internações e atribuições ambulatoriais estavam suspensas, e, somente as 7h de hoje, o atendimento destinado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) será devidamente reestabelecido.
O ato público realizado na manhã de ontem foi coordenado pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed). De acordo com Carlos Spina, presidente do sindicato, a classe toptou por promover uma nova rodada de mobilizações mesmo sem a categoria ter sido recebida por Belivaldo Chagas. Com programações paralelas, os profissionais destacaram que, independentemente de o Governo do Estado mostrar interesse em atender ao pleito, é de fundamental importância estratégica manter a promoção dos atos democráticos. Para Spina, os conflitos serão resolvidos a partir do momento em que os pleitos forem atendidos.
 Conforme a direção sindical, atualmente a diferença salarial entre algumas categorias chega a 100%. Essa diferença tem gerado insatisfação em várias unidades hospitalares as quais prestam serviço ao SUS. "Estamos aguardando o convite do governador para que possamos apresentar os nossos pedidos. Como não fomos atendidos por Jackson, esperamos que Belivaldo nos receba e discuta o problema", declarou. O Sindimed informou que no momento não existe perspectiva unificada, ou conversas administrativas a fim de levar à votação, um plano de greve por tempo indeterminado, porem, essa possibilidade também não foi descartada.
Dando sequência as mobilizações, na próxima terça-feira, 24, os trabalhadores voltam a se reunir em Aracaju. A atividade está marcada para ocorrer a partir das 7h nas intermediações do Palácio Governador Augusto Franco, popular Palácio dos Despachos. Sobre mais uma rodada de ações democráticas, Carlos Spina espera que: "os colegas médicos se unam a esta causa e contribua para que o Governo do Estado finalmente atenda às nossas reivindicações. Lamentamos que esse problema da demora na equiparação salarial continue afetando tantos profissionais em Sergipe. A ideia não é prejudicar ninguém, mas sim lutar por um direito coletivo".