Sergipe registra saldo negativo de empregos em março

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 24/04/2018 às 00:44:00

 

Análise realizada 
pelo Boletim Ser-
gipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no terceiro mês do ano, houve saldo negativo de 2.477 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (7.093) e desligamentos (9.570).
No terceiro mês do ano corrente, os setores de Serviços e da Construção Civil destacaram-se na geração de empregos. O setor de Serviços teve o melhor desempenho, com a criação de 184 novos postos de trabalho, os serviços vinculados ao ensino geraram 248 novas vagas de emprego.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, pelo terceiro mês consecutivo, gerando 89 novos empregos, principalmente na Construção de edifícios e em Obras de montagem industrial, que geraram 35 e 57 novos empregos, respectivamente.
Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no mês analisado, destacaram-se a Indústria de Transformação, a Agropecuária e o Comércio. Na Indústria de Transformação houve redução de 1.699 empregos, sendo a fabricação de açúcar em bruto a que mais colaborou para este saldo negativo, contabilizando 1.791 empregos a menos. Entretanto, outras atividades apresentaram resultados positivos, como por exemplo a Fabricação de Calçados de Couro e Fabricação de Material Elétrico e Eletrônico para Veículos Automotores, Exceto Baterias que geraram 152 e 108 novos empregos, respectivamente. Já o setor da Agropecuária, apresentou redução de 782 postos de trabalho, com destaque para o Cultivo da cana-de-açúcar. Enquanto isso, o Comércio registrou redução de 160 vagas de emprego, apenas o comércio varejista registrou redução de 182 empregos.
O setor Extrativo Mineral registrou a redução de 75 vagas de emprego e o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) fechou o mês de março com 29 postos de trabalho a menos. Já, a Administração pública, teve redução de cinco postos de trabalho, no mês de março do corrente ano.
Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Laranjeiras apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 1.845 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos ocorreu na fabricação de açúcar em bruto.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Capela apresentou o pior resultado, com redução de 678 empregos, influenciado pelo mau desempenho do setor da Agropecuária. O segundo pior resultado foi registrado em Aracaju, com a redução de 265 postos de trabalho, principalmente no setor do comércio (-141) e na Construção Civil (-67).
Entretanto, Nossa Senhora do Socorro e Itabaiana apresentaram bons resultados, com a criação de 132 e 90 novos empregos, respectivamente. Sendo que em Nossa Senhora do Socorro o maior número de empregos foi gerado pela Indústria de Transformação (96), e em Itabaiana a maior quantidade de vagas foi gerada no comércio pelo comércio (56).

Análise realizada  pelo Boletim Ser- gipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no terceiro mês do ano, houve saldo negativo de 2.477 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (7.093) e desligamentos (9.570).
No terceiro mês do ano corrente, os setores de Serviços e da Construção Civil destacaram-se na geração de empregos. O setor de Serviços teve o melhor desempenho, com a criação de 184 novos postos de trabalho, os serviços vinculados ao ensino geraram 248 novas vagas de emprego.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, pelo terceiro mês consecutivo, gerando 89 novos empregos, principalmente na Construção de edifícios e em Obras de montagem industrial, que geraram 35 e 57 novos empregos, respectivamente.
Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no mês analisado, destacaram-se a Indústria de Transformação, a Agropecuária e o Comércio. Na Indústria de Transformação houve redução de 1.699 empregos, sendo a fabricação de açúcar em bruto a que mais colaborou para este saldo negativo, contabilizando 1.791 empregos a menos. Entretanto, outras atividades apresentaram resultados positivos, como por exemplo a Fabricação de Calçados de Couro e Fabricação de Material Elétrico e Eletrônico para Veículos Automotores, Exceto Baterias que geraram 152 e 108 novos empregos, respectivamente. Já o setor da Agropecuária, apresentou redução de 782 postos de trabalho, com destaque para o Cultivo da cana-de-açúcar. Enquanto isso, o Comércio registrou redução de 160 vagas de emprego, apenas o comércio varejista registrou redução de 182 empregos.
O setor Extrativo Mineral registrou a redução de 75 vagas de emprego e o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) fechou o mês de março com 29 postos de trabalho a menos. Já, a Administração pública, teve redução de cinco postos de trabalho, no mês de março do corrente ano.
Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Laranjeiras apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 1.845 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos ocorreu na fabricação de açúcar em bruto.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Capela apresentou o pior resultado, com redução de 678 empregos, influenciado pelo mau desempenho do setor da Agropecuária. O segundo pior resultado foi registrado em Aracaju, com a redução de 265 postos de trabalho, principalmente no setor do comércio (-141) e na Construção Civil (-67).
Entretanto, Nossa Senhora do Socorro e Itabaiana apresentaram bons resultados, com a criação de 132 e 90 novos empregos, respectivamente. Sendo que em Nossa Senhora do Socorro o maior número de empregos foi gerado pela Indústria de Transformação (96), e em Itabaiana a maior quantidade de vagas foi gerada no comércio pelo comércio (56).