Quarto Camarim' estréia com debate no Cine Vitória

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Publicada em 27/04/2018 às 04:58:00

 

O filme "Quarto Camarim", contemplado pelo Rumos Itaú Cultural, chega a Aracaju, com exibição marcada para o dia 28 de abril, no Cine Vitória, às 17 horas. A história é sobre o reencontro, depois de 27 anos, da própria diretora, Camele Queirós, com o seu tio Roniel, que é travesti e hoje se chama Luma. O próprio cinema media a relação entre as duas. 
Nesse reencontro, Camele questiona se essa busca acontece por razões afetivas ou se limita ao objetivo de fazer um filme. O afeto entre ambas vai se manifestando aos poucos, tensionado pelas conversas sinceras. É um filme marcante e intenso, principalmente do ponto de vista da relação entre obra e vida. 
A obra já passou por algumas capitais brasileiras, sempre em exibição única, e antes de vir para o Brasil foi apresentada em festivais internacionais no Canadá (Vancouver), Venezuela (Ilha de Maragarita) e República Dominicana (Santo Domingo). Ao todo, o filme percorrerá 13 cidades do país. Além de Camele, Fabricio Ramos também assume a direção. 
Em Aracaju, o debate pós-sessão será mediado pela professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Suyene Correia Santos, e contará com a participação da assistente social, psicóloga e fundadora da UNIDAS - Associação de Travestis Unidas Pela Cidadania, Eliana Chagas Silva, bem como de Jessica Taylor dos Santos, integrante da Casa Janaina Dutra, instituição de suporte às trans vitima de violência.
Na opinião de Paulo Henrique Silva, presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, que promove a sessão-debate, a reflexão é a principal razão da sétima arte. "Aprodução no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate", afirma Paulo Henrique.

O filme "Quarto Camarim", contemplado pelo Rumos Itaú Cultural, chega a Aracaju, com exibição marcada para o dia 28 de abril, no Cine Vitória, às 17 horas. A história é sobre o reencontro, depois de 27 anos, da própria diretora, Camele Queirós, com o seu tio Roniel, que é travesti e hoje se chama Luma. O próprio cinema media a relação entre as duas. 
Nesse reencontro, Camele questiona se essa busca acontece por razões afetivas ou se limita ao objetivo de fazer um filme. O afeto entre ambas vai se manifestando aos poucos, tensionado pelas conversas sinceras. É um filme marcante e intenso, principalmente do ponto de vista da relação entre obra e vida. 
A obra já passou por algumas capitais brasileiras, sempre em exibição única, e antes de vir para o Brasil foi apresentada em festivais internacionais no Canadá (Vancouver), Venezuela (Ilha de Maragarita) e República Dominicana (Santo Domingo). Ao todo, o filme percorrerá 13 cidades do país. Além de Camele, Fabricio Ramos também assume a direção. 
Em Aracaju, o debate pós-sessão será mediado pela professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Suyene Correia Santos, e contará com a participação da assistente social, psicóloga e fundadora da UNIDAS - Associação de Travestis Unidas Pela Cidadania, Eliana Chagas Silva, bem como de Jessica Taylor dos Santos, integrante da Casa Janaina Dutra, instituição de suporte às trans vitima de violência.
Na opinião de Paulo Henrique Silva, presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, que promove a sessão-debate, a reflexão é a principal razão da sétima arte. "Aprodução no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate", afirma Paulo Henrique.