Sem recursos para a Segurança

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Publicada em 27/04/2018 às 05:39:00

 

Não à toa, a intervenção federal 
no Rio de Janeiro sofreu toda a 
sorte de críticas, desde a primeira hora. Não era preciso bola de cristal para perceber que o gesto meramente protocolar do presidente Temer, a investida militar contra os moradores da periferia carioca, jamais produziria o resultado desejável no conflito declarado entre a polícia e os bandidos no alto das favelas. Entre todos os problemas da segurança pública, Brasil afora, a ausência de recursos é dos mais evidentes.
Verdade seja dita: a polícia brasileira está caindo aos pedaços. Ontem, segundo o ministro Raul Jungman, o presidente Michel Temer renovou a promessa de liberar recursos para a área da segurança pública. Resta saber se dessa vez o empenho será levado a efeito, suplantando a lorota.
Em entrevista a jornalistas, Jungmann informou que o governo destinará recursos ao Fundo Nacional de Segurança Pública, que será reformulado. Serão feitas transferências a fundo perdido para estados e municípios. Segundo o ministro, em troca, será necessário que os entes federados apresentem contrapartidas, como a redução dos índices de homicídio, investimento na formação policial e integração, com o compartilhamento de dados e informações.
Não é a primeira vez, aliás, que o governo Temer reconhece a necessidade de tomar o combate à criminalidade para si. O esquecido Plano Nacional de Segurança Pública, no entanto, jamais fez justiça ao apelido vistoso. Não custa lembrar: tratava-se, em suma, de combater a bandidagem por meio de integração, tecnologia e inteligência da força policial nos quatro cantos do Brasil, justamente como é novamente prometido. Até agora, no entanto, o governo federal não investiu nem um tostão nesse sentido.

Não à toa, a intervenção federal  no Rio de Janeiro sofreu toda a  sorte de críticas, desde a primeira hora. Não era preciso bola de cristal para perceber que o gesto meramente protocolar do presidente Temer, a investida militar contra os moradores da periferia carioca, jamais produziria o resultado desejável no conflito declarado entre a polícia e os bandidos no alto das favelas. Entre todos os problemas da segurança pública, Brasil afora, a ausência de recursos é dos mais evidentes.
Verdade seja dita: a polícia brasileira está caindo aos pedaços. Ontem, segundo o ministro Raul Jungman, o presidente Michel Temer renovou a promessa de liberar recursos para a área da segurança pública. Resta saber se dessa vez o empenho será levado a efeito, suplantando a lorota.
Em entrevista a jornalistas, Jungmann informou que o governo destinará recursos ao Fundo Nacional de Segurança Pública, que será reformulado. Serão feitas transferências a fundo perdido para estados e municípios. Segundo o ministro, em troca, será necessário que os entes federados apresentem contrapartidas, como a redução dos índices de homicídio, investimento na formação policial e integração, com o compartilhamento de dados e informações.
Não é a primeira vez, aliás, que o governo Temer reconhece a necessidade de tomar o combate à criminalidade para si. O esquecido Plano Nacional de Segurança Pública, no entanto, jamais fez justiça ao apelido vistoso. Não custa lembrar: tratava-se, em suma, de combater a bandidagem por meio de integração, tecnologia e inteligência da força policial nos quatro cantos do Brasil, justamente como é novamente prometido. Até agora, no entanto, o governo federal não investiu nem um tostão nesse sentido.