Justiça faz segunda audiência sobre desvio de combustíveis

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Publicada em 01/05/2018 às 05:47:00

 

A 6ª Vara Criminal de Aracaju (Auditoria Militar) fez ontem de manhã, no Fórum Gumercindo Bessa, a segunda audiência de instrução do processo sobre o esquema que teria desviado recursos do abastecimento de combustíveis para viaturas da Polícia Militar. O juiz responsável pelo caso, Edno Aldo Ribeiro de Santana, ouviu mais seis testemunhas arroladas pelo Ministério Público, incluindo três policiais militares e uma frentista que trabalhava no posto de combustíveis onde as fraudes foram detectadas. Todos prestaram depoimento e deixaram o fórum sem falar com os jornalistas.
A sétima testemunha que restava para depor ontem, um major da PM, não compareceu à audiência e informou, por meio de um advogado, que estava em outro estado para participar de um curso de qualificação agendado com antecedência. A oitiva dele deverá ser remarcada para outra data. Outras três testemunhas já prestaram depoimento na primeira audiência, em janeiro. Além do major, serão ouvidas as testemunhas apontadas pela banca de defesa.
O sargento Robertson Souza Silva, arrolado como réu no processo e preso desde fevereiro deste ano, também acompanhou a audiência, escoltado por soldados do Presídio Militar (Presmil). Ele chegou e saiu do fórum cobrindo a cabeça com a jaqueta do agasalho da PM. O militar é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios de combustíveis, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. A defesa do militar nega que ele tenha cometido irregularidades e que outras pessoas, inclusive de patente superior, podem estar envolvidas com o suposto esquema. 
O caso é investigado por um processo administrativo aberto pela Corregedoria da corporação, além do processo criminal que corre na Auditoria Militar. O sargento, então lotado no Centro de Suprimento e Manutenção (CSM), foi afastado de suas funções e indiciado por peculato, além de uma frentista. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada e, de acordo com o Ministério Público Estadual (MPE), pode ser ainda maior. 

A 6ª Vara Criminal de Aracaju (Auditoria Militar) fez ontem de manhã, no Fórum Gumercindo Bessa, a segunda audiência de instrução do processo sobre o esquema que teria desviado recursos do abastecimento de combustíveis para viaturas da Polícia Militar. O juiz responsável pelo caso, Edno Aldo Ribeiro de Santana, ouviu mais seis testemunhas arroladas pelo Ministério Público, incluindo três policiais militares e uma frentista que trabalhava no posto de combustíveis onde as fraudes foram detectadas. Todos prestaram depoimento e deixaram o fórum sem falar com os jornalistas.
A sétima testemunha que restava para depor ontem, um major da PM, não compareceu à audiência e informou, por meio de um advogado, que estava em outro estado para participar de um curso de qualificação agendado com antecedência. A oitiva dele deverá ser remarcada para outra data. Outras três testemunhas já prestaram depoimento na primeira audiência, em janeiro. Além do major, serão ouvidas as testemunhas apontadas pela banca de defesa.
O sargento Robertson Souza Silva, arrolado como réu no processo e preso desde fevereiro deste ano, também acompanhou a audiência, escoltado por soldados do Presídio Militar (Presmil). Ele chegou e saiu do fórum cobrindo a cabeça com a jaqueta do agasalho da PM. O militar é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios de combustíveis, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. A defesa do militar nega que ele tenha cometido irregularidades e que outras pessoas, inclusive de patente superior, podem estar envolvidas com o suposto esquema. 
O caso é investigado por um processo administrativo aberto pela Corregedoria da corporação, além do processo criminal que corre na Auditoria Militar. O sargento, então lotado no Centro de Suprimento e Manutenção (CSM), foi afastado de suas funções e indiciado por peculato, além de uma frentista. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada e, de acordo com o Ministério Público Estadual (MPE), pode ser ainda maior.