Novas tecnologias aceleram processos de identificação balística e de veículos no Instituto de Criminalística

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O resultado é a ampliação das possibilidades de identificações e a celeridade dos processos
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Publicada em 01/05/2018 às 05:50:00

 

O Instituto de Criminalística de Sergipe adquiriu, com recursos do Governo Federal, novos equipamentos que utilizam reagentes não tóxicos e capazes de acelerar o tempo necessário para a conclusão dos procedimentos. O material possibilitará modernizar os processos relativos aos exames periciais de identificação veicular e balística forense.
Os novos equipamentos e metodologias utilizadas além de não serem tóxicos, o que não gera riscos aos peritos, também colaboram com a preservação do meio ambiente. Diferente do modo anterior, cujo processo consistia no uso de substâncias químicas, as novas tecnologias empregam métodos eletroquímicos e magnéticos.
Além disso, os novos métodos não danificam a superfície analisada e outras partes dos objetos que venham a entrar em contato, resultando na celeridade do processo de identificação de adulterações e recuperação de dados modificados em armas e também em veículos, assim como a possibilidade de um maior controle da análise durante todo processo de aplicação.
Os investimentos também representam eficiência e eficácia nos problemas de identificação de adulterações que antes não eram possíveis identificar. Com as novas tecnologias, armas e veículos já foram identificados pelos peritos criminais da unidade.

O Instituto de Criminalística de Sergipe adquiriu, com recursos do Governo Federal, novos equipamentos que utilizam reagentes não tóxicos e capazes de acelerar o tempo necessário para a conclusão dos procedimentos. O material possibilitará modernizar os processos relativos aos exames periciais de identificação veicular e balística forense.
Os novos equipamentos e metodologias utilizadas além de não serem tóxicos, o que não gera riscos aos peritos, também colaboram com a preservação do meio ambiente. Diferente do modo anterior, cujo processo consistia no uso de substâncias químicas, as novas tecnologias empregam métodos eletroquímicos e magnéticos.
Além disso, os novos métodos não danificam a superfície analisada e outras partes dos objetos que venham a entrar em contato, resultando na celeridade do processo de identificação de adulterações e recuperação de dados modificados em armas e também em veículos, assim como a possibilidade de um maior controle da análise durante todo processo de aplicação.
Os investimentos também representam eficiência e eficácia nos problemas de identificação de adulterações que antes não eram possíveis identificar. Com as novas tecnologias, armas e veículos já foram identificados pelos peritos criminais da unidade.