Centrais comemoram Dia do Trabalhador

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
O presidente da CUT/SE, Rubens Marques
O presidente da CUT/SE, Rubens Marques

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 01/05/2018 às 05:54:00

 

Milton Alves Júnior
Com pouco, ou ne-
nhum avanço traba-
lhista a se enaltecer neste Dia Nacional do Trabalhador, sindicalistas, membros de associações de trabalhadores e movimentos sociais se reúnem em mobilizações multipolarizadas em todos os municípios sergipanos como forma de lamentar, em especial junto ao Governo Federal, pelo avanço prometido por Michel Temer, mas que segue indisponível. Paralelo à perspectiva de inflamar os milhões de brasileiros neste primeiro de maio, as centrais sindicais pretendem criar um cronograma de atos públicos democráticos a serem realizados ao longo dos próximos seis meses. A coordenação das manifestações de hoje está por conta da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Para Rubens Marques, membro da CUT/Sergipe, a falta de diálogos entre os governos federal e estadual, bem como o corte de direitos historicamente conquistados pelos brasileiros, contribui diretamente para que esta terça-feira seja marcada por críticas. Em breve análise da política administrativa no país no decorrer das últimas duas décadas, o sindicalista lamenta que o atual poder executivo federal consiga impor retrocessos mais significativos se comparado aos governos Dilma Rousseff e Luís Inácio Lula da Silva. Ao Jornal do Dia, Marques não deixou de emitir votos de protesto contra parlamentares sergipanos que, segundo ele, jogam contra os interesses dos trabalhadores.
 "Fascistas que lamentavelmente prometem defender com vigor os pleitos dos milhões de trabalhadores sergipanos, mas que, ao serem empossados, parece que esquecem da grande massa. O golpe contra a democracia, o qual derrubou de forma ilegítima a ex-presidente foi apenas o começo de um longo período de amarguras a ser enfrento pelos brasileiros que assistem a consecutiva retirada de direitos", protestou. No contexto regional ele enaltece a falta de pagamento salarial dentro do mês trabalhado - ou dentro do quinto dia útil do mês subsequente, a falta de condições de trabalho e a aplicação de reajuste abaixo do índice inflacionário, ou congelamento dele, como ações públicas de desrespeito ao cidadão trabalhador.
Questionado sobre as reformas, trabalhista - aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, e a previdenciária, ainda em discussão e apontada como a menina dos olhos do governo Temer, significam o maior retrocesso trabalhista enfrentada pelos brasileiros. "Lutamos contra a aprovação dessa reforma (trabalhista), e infelizmente não conseguimos deter o corte massacrante dos nossos direitos; essa perda incalculável inclusive, com o apoio de alguns deputados federais eleitos com o voto dos sergipanos. Apesar dos pedidos, alguns parlamentares representantes do nosso Estado votaram a favor da proposta de Temer", declarou Rubens.
 Em Aracaju os atos se concentram nos bairros da zona Norte. Haverá ainda mobilização nos municípios de Estância, Nossa Senhora do Socorro, Itabaiana, Itaporanga d'Ajuda, Canindé do São Francisco, Propriá, Lagarto, Nossa Senhora das Dores e Riachão do Dantas.

Com pouco, ou ne- nhum avanço traba- lhista a se enaltecer neste Dia Nacional do Trabalhador, sindicalistas, membros de associações de trabalhadores e movimentos sociais se reúnem em mobilizações multipolarizadas em todos os municípios sergipanos como forma de lamentar, em especial junto ao Governo Federal, pelo avanço prometido por Michel Temer, mas que segue indisponível. Paralelo à perspectiva de inflamar os milhões de brasileiros neste primeiro de maio, as centrais sindicais pretendem criar um cronograma de atos públicos democráticos a serem realizados ao longo dos próximos seis meses. A coordenação das manifestações de hoje está por conta da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Para Rubens Marques, membro da CUT/Sergipe, a falta de diálogos entre os governos federal e estadual, bem como o corte de direitos historicamente conquistados pelos brasileiros, contribui diretamente para que esta terça-feira seja marcada por críticas. Em breve análise da política administrativa no país no decorrer das últimas duas décadas, o sindicalista lamenta que o atual poder executivo federal consiga impor retrocessos mais significativos se comparado aos governos Dilma Rousseff e Luís Inácio Lula da Silva. Ao Jornal do Dia, Marques não deixou de emitir votos de protesto contra parlamentares sergipanos que, segundo ele, jogam contra os interesses dos trabalhadores.
 "Fascistas que lamentavelmente prometem defender com vigor os pleitos dos milhões de trabalhadores sergipanos, mas que, ao serem empossados, parece que esquecem da grande massa. O golpe contra a democracia, o qual derrubou de forma ilegítima a ex-presidente foi apenas o começo de um longo período de amarguras a ser enfrento pelos brasileiros que assistem a consecutiva retirada de direitos", protestou. No contexto regional ele enaltece a falta de pagamento salarial dentro do mês trabalhado - ou dentro do quinto dia útil do mês subsequente, a falta de condições de trabalho e a aplicação de reajuste abaixo do índice inflacionário, ou congelamento dele, como ações públicas de desrespeito ao cidadão trabalhador.
Questionado sobre as reformas, trabalhista - aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, e a previdenciária, ainda em discussão e apontada como a menina dos olhos do governo Temer, significam o maior retrocesso trabalhista enfrentada pelos brasileiros. "Lutamos contra a aprovação dessa reforma (trabalhista), e infelizmente não conseguimos deter o corte massacrante dos nossos direitos; essa perda incalculável inclusive, com o apoio de alguns deputados federais eleitos com o voto dos sergipanos. Apesar dos pedidos, alguns parlamentares representantes do nosso Estado votaram a favor da proposta de Temer", declarou Rubens.
 Em Aracaju os atos se concentram nos bairros da zona Norte. Haverá ainda mobilização nos municípios de Estância, Nossa Senhora do Socorro, Itabaiana, Itaporanga d'Ajuda, Canindé do São Francisco, Propriá, Lagarto, Nossa Senhora das Dores e Riachão do Dantas.