Nanã Trio canta Chico Buarque nesta sexta, no Atheneu

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Publicada em 03/05/2018 às 05:45:00

 

Na próxima sexta-feira, dia 04 de maio, as meninas do Nanã Trio voltam a apresentar o show "À Flor da Pele: A Mulher na Obra de Chico Buarque" - desta vez, no Teatro Atheneu, a partir das 20h. Segundo elas, a escolha do local teve por objetivo a oferta de mais lugares e melhores condições para acomodar confortavelmente o público. 
"Ficamos realmente surpresas quando vimos a quantidade de pessoas que foram aos shows que fizemos em novembro e janeiro passado, mas ficamos muito aflitas ao ver que nem todas conseguiram entrar. Então queremos ver o Atheneu preenchido da alegria de poder acomodar as pessoas que nos prestigiaram e aquelas que não puderam nos prestigiar, mas que nos emocionaram com tamanha empatia. Ficaremos felizes se todos se sentirem bem acolhidos", disse Rebecca Melo, uma das integrantes do grupo. 
Elas contam que a ideia do show surgiu de uma paixão em comum pela obra de Chico Buarque. "Nós três nutrimos um verdadeiro fascínio pela produção artística de Chico, e precisamos delimitar um recorte para cantar sua obra, que é tão vasta. Escolhemos, então, as mulheres que inspiraram Chico nas composições que descrevem com perfeição sentimentos e desejos próprios da alma feminina. Cantamos as tantas Januárias, Beatrizes, Carolinas, Ritas, Rosas, Genis, Joanas, Violeiras, Morenas de Angola, dos Olhos D'Água. Mulheres sonhadoras, sofredoras, aguerridas, empoderadas, submissas. Todas elas", explica Glória Costa. 
Lygia Carvalho destaca que a proposta do grupo é homenagear, então, essas mulheres - fontes de inspiração - que representam tantas outras. "São mulheres que travam lutas diárias consigo e com uma sociedade que as oprime, reduzindo-as a modelos, padrões e conceitos pré-estabelecidos. Cada uma das mulheres que interpretamos nas canções de Chico nos envolve e preenche do sentido de ser e sentir o feminino. Somos movidas por um desejo de homenagear a liberdade de sermos somente as mulheres que podemos ser. E as mulheres da obra Chico são retratos. Retratos de mulheres que existem na vida real e que ganharam voz nas suas canções", analisa. 
A estreia aconteceu em novembro do ano passado, seguida de apresentações no Festival de Artes de São Cristóvão, Universidade Tiradentes, Clínica Santa Helena, Escariz e eventos corporativos. Para maio, estão agendados outros três shows, além da apresentação do dia 04; e segundo elas, um novo projeto está nascendo, em reverência às tradições regionais do forró raiz, prometendo uma agenda recheada para junho. 

Na próxima sexta-feira, dia 04 de maio, as meninas do Nanã Trio voltam a apresentar o show "À Flor da Pele: A Mulher na Obra de Chico Buarque" - desta vez, no Teatro Atheneu, a partir das 20h. Segundo elas, a escolha do local teve por objetivo a oferta de mais lugares e melhores condições para acomodar confortavelmente o público. 
"Ficamos realmente surpresas quando vimos a quantidade de pessoas que foram aos shows que fizemos em novembro e janeiro passado, mas ficamos muito aflitas ao ver que nem todas conseguiram entrar. Então queremos ver o Atheneu preenchido da alegria de poder acomodar as pessoas que nos prestigiaram e aquelas que não puderam nos prestigiar, mas que nos emocionaram com tamanha empatia. Ficaremos felizes se todos se sentirem bem acolhidos", disse Rebecca Melo, uma das integrantes do grupo. 
Elas contam que a ideia do show surgiu de uma paixão em comum pela obra de Chico Buarque. "Nós três nutrimos um verdadeiro fascínio pela produção artística de Chico, e precisamos delimitar um recorte para cantar sua obra, que é tão vasta. Escolhemos, então, as mulheres que inspiraram Chico nas composições que descrevem com perfeição sentimentos e desejos próprios da alma feminina. Cantamos as tantas Januárias, Beatrizes, Carolinas, Ritas, Rosas, Genis, Joanas, Violeiras, Morenas de Angola, dos Olhos D'Água. Mulheres sonhadoras, sofredoras, aguerridas, empoderadas, submissas. Todas elas", explica Glória Costa. 
Lygia Carvalho destaca que a proposta do grupo é homenagear, então, essas mulheres - fontes de inspiração - que representam tantas outras. "São mulheres que travam lutas diárias consigo e com uma sociedade que as oprime, reduzindo-as a modelos, padrões e conceitos pré-estabelecidos. Cada uma das mulheres que interpretamos nas canções de Chico nos envolve e preenche do sentido de ser e sentir o feminino. Somos movidas por um desejo de homenagear a liberdade de sermos somente as mulheres que podemos ser. E as mulheres da obra Chico são retratos. Retratos de mulheres que existem na vida real e que ganharam voz nas suas canções", analisa. 
A estreia aconteceu em novembro do ano passado, seguida de apresentações no Festival de Artes de São Cristóvão, Universidade Tiradentes, Clínica Santa Helena, Escariz e eventos corporativos. Para maio, estão agendados outros três shows, além da apresentação do dia 04; e segundo elas, um novo projeto está nascendo, em reverência às tradições regionais do forró raiz, prometendo uma agenda recheada para junho.