Demissão gera protestos em obra de termelétrica

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Publicada em 04/05/2018 às 06:11:00

 

A demissão de dois operários da Usina Termelétrica Porto de Sergipe, na Barra dos Coqueiros, resultou na paralisação temporária das atividades. Na manhã de ontem, aglomerados em frente a entrada principal do canteiro de obras, profissionais de vários setores cruzaram os braços como forma de lamentar o desligamento dos dois profissionais, os quais, coincidentemente ou não, são integrantes do Movimento SOS Emprego, e integravam a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Conforme avaliação apresentada pela direção da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), a medida configura-se em perseguição contra servidores dispostos a lutar por pautas coletivas reivindicadas pela classe trabalhadora.
Conforme lamentação apresentada pelo operário Éverton Mota, também membro do movimento social, ao longo dos últimos meses a classe trabalhadora tem intensificado as lutas democráticas por avanços na qualificação dos serviços, melhores condições de segurança e contratação de trabalhadores residentes nas regiões próximas à usina. Para o crítico, é inadmissível que profissionais sejam perseguidos unicamente em virtude de ocupar espaços onde a missão é justamente promover a defesa dos demais colegas operários. Éverton não informou quando novas manifestações serão realizadas, mas não descartou a possibilidade de novamente reunir a categoria já na próxima semana.
"Não podemos aceitar que arbitrariedades como essas ocorram. Uma prova nítida de perseguição contra os trabalhadores. Por esse, é tantos outro motivos, optamos por nos reunir hoje para lutar pela estabilidade dos demitidos, e evitar que novos cortes sejam promovidos pelos responsáveis. Não iremos nos calar diante de uma ação arbitrária dessa", declarou. O grupo responsável pela usina em Sergipe não se manifestou publicamente sobre o assunto criticado. Os manifestantes pediram o apoio do Governo do Estado de Sergipe, através do governador Belivaldo Chagas, mas ele também não se manifestou publicamente a respeito do pleito
A empresa informou que somente na primeira fase da construção foram gerados cerca de 70 empregos; a estimativa é que, até a fase final - prevista para o início do próximo ano, sejam gerados cerca de 2.600 empregos diretos. Dentro deste contexto funcional, pouco mais de 80% dos profissionais nasceram, ou residem na Barra dos Coqueiros. Estes dados também são compartilhamos com a administração municipal da Barra. (Milton Alves Júnior)

A demissão de dois operários da Usina Termelétrica Porto de Sergipe, na Barra dos Coqueiros, resultou na paralisação temporária das atividades. Na manhã de ontem, aglomerados em frente a entrada principal do canteiro de obras, profissionais de vários setores cruzaram os braços como forma de lamentar o desligamento dos dois profissionais, os quais, coincidentemente ou não, são integrantes do Movimento SOS Emprego, e integravam a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Conforme avaliação apresentada pela direção da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), a medida configura-se em perseguição contra servidores dispostos a lutar por pautas coletivas reivindicadas pela classe trabalhadora.
Conforme lamentação apresentada pelo operário Éverton Mota, também membro do movimento social, ao longo dos últimos meses a classe trabalhadora tem intensificado as lutas democráticas por avanços na qualificação dos serviços, melhores condições de segurança e contratação de trabalhadores residentes nas regiões próximas à usina. Para o crítico, é inadmissível que profissionais sejam perseguidos unicamente em virtude de ocupar espaços onde a missão é justamente promover a defesa dos demais colegas operários. Éverton não informou quando novas manifestações serão realizadas, mas não descartou a possibilidade de novamente reunir a categoria já na próxima semana.
"Não podemos aceitar que arbitrariedades como essas ocorram. Uma prova nítida de perseguição contra os trabalhadores. Por esse, é tantos outro motivos, optamos por nos reunir hoje para lutar pela estabilidade dos demitidos, e evitar que novos cortes sejam promovidos pelos responsáveis. Não iremos nos calar diante de uma ação arbitrária dessa", declarou. O grupo responsável pela usina em Sergipe não se manifestou publicamente sobre o assunto criticado. Os manifestantes pediram o apoio do Governo do Estado de Sergipe, através do governador Belivaldo Chagas, mas ele também não se manifestou publicamente a respeito do pleito
A empresa informou que somente na primeira fase da construção foram gerados cerca de 70 empregos; a estimativa é que, até a fase final - prevista para o início do próximo ano, sejam gerados cerca de 2.600 empregos diretos. Dentro deste contexto funcional, pouco mais de 80% dos profissionais nasceram, ou residem na Barra dos Coqueiros. Estes dados também são compartilhamos com a administração municipal da Barra. (Milton Alves Júnior)