Emergências pediátricas seguem lotadas

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Publicada em 04/05/2018 às 06:12:00

 

Milton Alves Júnior
A instabilidade climá
tica que predomina 
a região metropolitana de Aracaju pode estar contribuindo para que dezenas de crianças apresentem problemas de saúde e busquem amparo médico especializado no setor de pediatria do Hospital Santa Isabel. Na manhã de ontem, em virtude do alto fluxo de pacientes usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o atendimento apresentou lentidão, ao ponto de gerar insatisfação aos contribuintes. Conforme críticas apresentadas pelos populares, a fila de espera pela assistência girava em torno de uma hora. Bem acima do convencional, o qual costuma durar até 20 minutos.
Sobre o assunto a direção hospitalar informou que somente nas últimas 48h, mais de 250 atendimentos foram realizados na pediatria, sendo que a média de atendimento é de 100 por dia. No quesito acomodação, a unidade hospitalar informou que 22 leitos estão ocupados; no setor de urgência e emergência da pediatria existem 13 vagas, onde dez estão devidamente ocupados. Ciente da dificuldade, o Santa Isabel informou que tem trabalhado intensamente para evitar que os problemas relativos aos problemas continuem afetando as crianças. Esse processo evolutivo dependerá do movimento diário a ser registrado nesse início de período chuvoso.
Conforme destacado pela doméstica Márcia Vitória, a demora do atendimento começa após o processo de triagem realizado logo após chegar na unidade. "Ate que o primeiro contato costuma ser bem rápido. Somos atendidos com agilidade, mas o grande problema é depois disso. Essa demora de uma hora varia muito com o número da espera em que a pessoa pega. Muitas passam muito mais que isso. Eu mesma demorei quase uma hora e meia para ser chamada pelo médico. Se essa situação continuará pelos próximos meses por causa do período de chuva eu não sei o que será de nós, porque o inverno é extenso", lamentou.
Além do registro de resfriado, pediatras estão se deparando com alto registro de conjuntivite. Entre essas crianças em busca de atendimento também estava o filho do motoboy Luís Miguel. "Cheguei cedo para ser atendido rápido e amenizar a agonia do meu filho. Apesar dos esforços, não conseguimos diminuir a demora. O atendimento não foi imediato, diferentemente de outras vezes em que necessitamos passar por aqui", declarou. Um novo balanço do fluxo de atendimentos deve ser apresentado na próxima segunda-feira, dia 06.

A instabilidade climá tica que predomina  a região metropolitana de Aracaju pode estar contribuindo para que dezenas de crianças apresentem problemas de saúde e busquem amparo médico especializado no setor de pediatria do Hospital Santa Isabel. Na manhã de ontem, em virtude do alto fluxo de pacientes usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o atendimento apresentou lentidão, ao ponto de gerar insatisfação aos contribuintes. Conforme críticas apresentadas pelos populares, a fila de espera pela assistência girava em torno de uma hora. Bem acima do convencional, o qual costuma durar até 20 minutos.
Sobre o assunto a direção hospitalar informou que somente nas últimas 48h, mais de 250 atendimentos foram realizados na pediatria, sendo que a média de atendimento é de 100 por dia. No quesito acomodação, a unidade hospitalar informou que 22 leitos estão ocupados; no setor de urgência e emergência da pediatria existem 13 vagas, onde dez estão devidamente ocupados. Ciente da dificuldade, o Santa Isabel informou que tem trabalhado intensamente para evitar que os problemas relativos aos problemas continuem afetando as crianças. Esse processo evolutivo dependerá do movimento diário a ser registrado nesse início de período chuvoso.
Conforme destacado pela doméstica Márcia Vitória, a demora do atendimento começa após o processo de triagem realizado logo após chegar na unidade. "Ate que o primeiro contato costuma ser bem rápido. Somos atendidos com agilidade, mas o grande problema é depois disso. Essa demora de uma hora varia muito com o número da espera em que a pessoa pega. Muitas passam muito mais que isso. Eu mesma demorei quase uma hora e meia para ser chamada pelo médico. Se essa situação continuará pelos próximos meses por causa do período de chuva eu não sei o que será de nós, porque o inverno é extenso", lamentou.
Além do registro de resfriado, pediatras estão se deparando com alto registro de conjuntivite. Entre essas crianças em busca de atendimento também estava o filho do motoboy Luís Miguel. "Cheguei cedo para ser atendido rápido e amenizar a agonia do meu filho. Apesar dos esforços, não conseguimos diminuir a demora. O atendimento não foi imediato, diferentemente de outras vezes em que necessitamos passar por aqui", declarou. Um novo balanço do fluxo de atendimentos deve ser apresentado na próxima segunda-feira, dia 06.