Ato e paralisação pressionam Prefeitura de Estância a negociar com servidores

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Publicada em 04/05/2018 às 23:49:00

 

Filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), o SINDSEME (Sindicato dos Servidores Públicos dos Poderes Executivo e Legislativo de Estância e Arauá do Estado de Sergipe) organizou uma paralisação de 24h, num movimento paredista que cobra novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), além de vínculo estatutário para os 300 trabalhadores da saúde do município que atuam no Programa de Saúde da Família (PSF) e se sentem ameaçados pela instabilidade do governo golpista de Michel Temer (MDB). Outra medida da gestão municipal criticada pelo SINDSEME foi a proibição da acumulação de licenças prêmios sem debate com o sindicato.
Presidente do SINDISEME, Carlito Lemos avaliou que o protesto foi animador. "O recado foi dado! Os servidores não abrirão o pé luta. A pressão surtiu efeito, o prefeito assumiu o compromisso de nos receber", explicou.
De acordo com o dirigente sindical, a Prefeitura tem divulgado na imprensa a melhoria no salário dos servidores através da mudança de letra na carreira que beneficia 1.000 servidores estatutários, no entanto, a medida gerou um impacto financeiro ínfimo de apenas 1,5% sobre o salário base destes trabalhadores.
A diretoria do SINDSEME avalia que os servidores serão beneficiados de verdade através da construção de um novo PCCV. "O atual PCCV é muito perverso porque de fato não garante uma carreira tranquila nem em termos de progressão por tempo de serviço nem por titulação. Por exemplo, um servidor com doutorado recebe apenas R$ 20 a mais do que uma pessoa que não tem nem graduação. A tabela de remuneração é rebaixada, por isso a categoria defende rasgar este PCCV e construir um novo plano. Quem iniciou no serviço com nível fundamental e algumas categorias do nível médio recebem salário base abaixo do mínimo. Isso é inaceitável. Nossa expectativa é de dialogar com a prefeitura na próxima semana para construir uma alternativa viável para concretizar a valorização dos servidores de Estância com salário digno".

Filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), o SINDSEME (Sindicato dos Servidores Públicos dos Poderes Executivo e Legislativo de Estância e Arauá do Estado de Sergipe) organizou uma paralisação de 24h, num movimento paredista que cobra novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), além de vínculo estatutário para os 300 trabalhadores da saúde do município que atuam no Programa de Saúde da Família (PSF) e se sentem ameaçados pela instabilidade do governo golpista de Michel Temer (MDB). Outra medida da gestão municipal criticada pelo SINDSEME foi a proibição da acumulação de licenças prêmios sem debate com o sindicato.
Presidente do SINDISEME, Carlito Lemos avaliou que o protesto foi animador. "O recado foi dado! Os servidores não abrirão o pé luta. A pressão surtiu efeito, o prefeito assumiu o compromisso de nos receber", explicou.
De acordo com o dirigente sindical, a Prefeitura tem divulgado na imprensa a melhoria no salário dos servidores através da mudança de letra na carreira que beneficia 1.000 servidores estatutários, no entanto, a medida gerou um impacto financeiro ínfimo de apenas 1,5% sobre o salário base destes trabalhadores.
A diretoria do SINDSEME avalia que os servidores serão beneficiados de verdade através da construção de um novo PCCV. "O atual PCCV é muito perverso porque de fato não garante uma carreira tranquila nem em termos de progressão por tempo de serviço nem por titulação. Por exemplo, um servidor com doutorado recebe apenas R$ 20 a mais do que uma pessoa que não tem nem graduação. A tabela de remuneração é rebaixada, por isso a categoria defende rasgar este PCCV e construir um novo plano. Quem iniciou no serviço com nível fundamental e algumas categorias do nível médio recebem salário base abaixo do mínimo. Isso é inaceitável. Nossa expectativa é de dialogar com a prefeitura na próxima semana para construir uma alternativa viável para concretizar a valorização dos servidores de Estância com salário digno".