Ordem na cidade

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Publicada em 05/05/2018 às 00:09:00

 

Há flagrantes nas ruas de Aracaju 
que contrariam francamente o 
status de uma capital organizada, onde há ordem e a Lei regula o convívio dos cidadãos. Entre estes, a circulação de carroças caindo aos pedaços, puxadas por animais maltratados, mortos de fome, é dos mais eloquentes. Dá a entender que o progresso se arrasta a golpes de chicote, a trote lento.
Pior é que não é assim por falta de previsão legal. É com base na legislação vigente que a Prefeitura Municipal de Aracaju pretende botar ordem nas vias públicas da cidade. Ação conduzida pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) vai fiscalizar o tráfego de veículos de tração animal, tendo em vista o combate aos maus tratos e o descarte irregular de lixo. E já a partir dos próximos 15 dias.
O método adotado para colocar a iniciativa em prática demonstra o necessário conhecimento da realidade em questão. A primeira etapa do cadastramento, por exemplo, será realizado na Unidade de Qualificação Profissional do conjunto Jardim Esperança, tendo em vista o número de profissionais localizados na zona sul da cidade.
O plano é o de fazer valer a legislação municipal. A Lei 1721/1991, que orienta sobre o código de limpeza urbana de Aracaju. E a Lei 3502/2007, que contém as diretrizes para a circulação de veículos de tração animal na cidade, incluindo locais e horários pré-estabelecidos para o tráfego.
Não é a primeira vez que o prefeito Edvaldo Nogueira enfrenta o problema. Em sua gestão anterior, ainda em 2010, os carroceiros em atividade na capital sergipana foram todos cadastrados e orientados a respeito da norma regulando o ofício. Infelizmente, o trabalho então realizado foi jogado na lata do lixo pelo seu sucessor, o ex-prefeito de triste memória João Alves Filho. O resultado pode ser visto nas ruas e avenidas de Aracaju, uma cidade obrigada a correr atrás do tempo perdido.

Há flagrantes nas ruas de Aracaju  que contrariam francamente o  status de uma capital organizada, onde há ordem e a Lei regula o convívio dos cidadãos. Entre estes, a circulação de carroças caindo aos pedaços, puxadas por animais maltratados, mortos de fome, é dos mais eloquentes. Dá a entender que o progresso se arrasta a golpes de chicote, a trote lento.
Pior é que não é assim por falta de previsão legal. É com base na legislação vigente que a Prefeitura Municipal de Aracaju pretende botar ordem nas vias públicas da cidade. Ação conduzida pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) vai fiscalizar o tráfego de veículos de tração animal, tendo em vista o combate aos maus tratos e o descarte irregular de lixo. E já a partir dos próximos 15 dias.
O método adotado para colocar a iniciativa em prática demonstra o necessário conhecimento da realidade em questão. A primeira etapa do cadastramento, por exemplo, será realizado na Unidade de Qualificação Profissional do conjunto Jardim Esperança, tendo em vista o número de profissionais localizados na zona sul da cidade.
O plano é o de fazer valer a legislação municipal. A Lei 1721/1991, que orienta sobre o código de limpeza urbana de Aracaju. E a Lei 3502/2007, que contém as diretrizes para a circulação de veículos de tração animal na cidade, incluindo locais e horários pré-estabelecidos para o tráfego.
Não é a primeira vez que o prefeito Edvaldo Nogueira enfrenta o problema. Em sua gestão anterior, ainda em 2010, os carroceiros em atividade na capital sergipana foram todos cadastrados e orientados a respeito da norma regulando o ofício. Infelizmente, o trabalho então realizado foi jogado na lata do lixo pelo seu sucessor, o ex-prefeito de triste memória João Alves Filho. O resultado pode ser visto nas ruas e avenidas de Aracaju, uma cidade obrigada a correr atrás do tempo perdido.