Diretoria tricolor se manifesta sobre agressões

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O ônibus com torcedores do Itabaiana foi apedrejado na saída de Campina Grande
O ônibus com torcedores do Itabaiana foi apedrejado na saída de Campina Grande

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Publicada em 09/05/2018 às 05:03:00

 

A Diretoria do Itabai-
ana inconformada 
com as agressões sofridas pelos seus torcedores domingo na cidade de Campina Grande, vem de público protestar sobre o corrido, ao tempo em que pede uma providência por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que os fatos não voltem a acontecer.
Alegam os dirigentes serranos que a Torcida Tricolor, que foi até a Paraíba em dois ônibus, foi tratada de forma desumana dentro do Estádio Presidente Vargas (P.V) e de forma violenta também na saída da cidade.
De início, cabe ressaltar que no espaço destinado à torcida visitante não havia sequer um banheiro. Os torcedores tricolores, inclusive mulheres, foram obrigados a utilizar uma antiga bilheteria abandonada como sanitário.
É fato público e notório, que duas bombas explodiram dentro do estádio, inclusive paralisando a partida, o que demonstra a total falta de estrutura do local, para receber uma partida de Campeonato Brasileiro. Além disso, a torcida local arremessou pedras em direção à torcida visitante. Uma das pedras, inclusive, atingiu um dirigente da nossa Olímpica de Itabaiana, que recusou o camarote ofertado pelo Treze F.C, para assistir à partida junto à Torcida Tricolor.
Após a partida, mais fatos desagradáveis: por ordem do policiamento local, a torcida do Itabaiana seria a última a deixar o estádio. No entanto, por falha da segurança, diversos torcedores do Treze retornaram ao estádio, acuando a torcida tricolor entre a arquibancada e o portão de saída e arremessando explosivos (rojões) em direção aos torcedores tricolores. Uma torcedora passou mal e precisou de atendimento médico por cerca de quarenta minutos.
Quando se pensava que a situação estava controlada, na saída da cidade, oito marginais, em dois carros, aguardaram a saída da escolta policial para arremessar diversas pedras contra os dois ônibus da torcida, ferindo mais torcedores e causando enormes danos materiais.
A Diretoria Tricolor encaminhará à CBF um relatório dos fatos ocorridos e pedirá providências junto a entidade máxima do futebol brasileiro.
"Nós que fazemos a AOI agradecemos o apoio dos mais de 100 torcedores que se deslocaram por mais de 600km, para a apoiar o Tremendão e nos solidarizamos com todos que passaram por momentos de pânico", assim conclui o manifesto tricolor.

A Diretoria do Itabai- ana inconformada  com as agressões sofridas pelos seus torcedores domingo na cidade de Campina Grande, vem de público protestar sobre o corrido, ao tempo em que pede uma providência por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que os fatos não voltem a acontecer.
Alegam os dirigentes serranos que a Torcida Tricolor, que foi até a Paraíba em dois ônibus, foi tratada de forma desumana dentro do Estádio Presidente Vargas (P.V) e de forma violenta também na saída da cidade.
De início, cabe ressaltar que no espaço destinado à torcida visitante não havia sequer um banheiro. Os torcedores tricolores, inclusive mulheres, foram obrigados a utilizar uma antiga bilheteria abandonada como sanitário.
É fato público e notório, que duas bombas explodiram dentro do estádio, inclusive paralisando a partida, o que demonstra a total falta de estrutura do local, para receber uma partida de Campeonato Brasileiro. Além disso, a torcida local arremessou pedras em direção à torcida visitante. Uma das pedras, inclusive, atingiu um dirigente da nossa Olímpica de Itabaiana, que recusou o camarote ofertado pelo Treze F.C, para assistir à partida junto à Torcida Tricolor.
Após a partida, mais fatos desagradáveis: por ordem do policiamento local, a torcida do Itabaiana seria a última a deixar o estádio. No entanto, por falha da segurança, diversos torcedores do Treze retornaram ao estádio, acuando a torcida tricolor entre a arquibancada e o portão de saída e arremessando explosivos (rojões) em direção aos torcedores tricolores. Uma torcedora passou mal e precisou de atendimento médico por cerca de quarenta minutos.
Quando se pensava que a situação estava controlada, na saída da cidade, oito marginais, em dois carros, aguardaram a saída da escolta policial para arremessar diversas pedras contra os dois ônibus da torcida, ferindo mais torcedores e causando enormes danos materiais.
A Diretoria Tricolor encaminhará à CBF um relatório dos fatos ocorridos e pedirá providências junto a entidade máxima do futebol brasileiro.
"Nós que fazemos a AOI agradecemos o apoio dos mais de 100 torcedores que se deslocaram por mais de 600km, para a apoiar o Tremendão e nos solidarizamos com todos que passaram por momentos de pânico", assim conclui o manifesto tricolor.