Origem dos fogos à venda terá que ser informada

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Publicada em 09/05/2018 às 05:33:00

 

Por orientação do Ministério Público Estadual (MPE), todos os comerciantes de fogos, cadastrados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe (CBM/SE), já a partir deste ano terão de informar aos órgãos de fiscalização a origem de todos os produtos à disposição dos consumidores. De acordo com a Promotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor, esta é mais uma forma de combater a clandestinidade dos produtos, bem como minimizar os riscos de acidentes muitas vezes sofridos por crianças e adolescentes. Após catalogada, a lista dos fornecedores será encaminhado ao 28º Batalhão dos Caçadores do Exército Brasileiro, responsável por controlar a fabricação, exportação e o balando alfandegário.
Apesar da ampliação na rigorosidade contra o setor comercial, o vendedor Erivaldo Santos - representante do setor durante audiência publica realizada na manhã de ontem, avaliou a medida como 'necessária' e 'fundamental' para conceituar em maior escala todos os empresários que trabalham nesse seguimento. Mesmo diante da burocracia intensificado, Erivaldo acredita que todas as antigas, e novas exigências, serão respeitadas dentro do prazo previamente estabelecido ao ponto de evitar possíveis transtornos coletivos, ou individuais. Por se tratar de um ano de Copa do Mundo, muitos proprietários de barracas já começam a erguer os estabelecimentos temporários.
"Essa medida, ao contrário do que muitos acreditam, na realidade chega para agregar o índice de confiabilidade a ser repassado para os clientes que antes de qualquer coisa buscam adquirir produtos de confiança e segurança. Saber a procedência de cada um dos fogos, composição e onde foram confeccionados, é, no mínimo, uma demonstração de cuidado e prezo pela vida", declarou. Não me restam dúvidas que a educação é o melhor caminho para todos. Essa é justamente a linha defendida pela promotora Euza Maria Gentil Missano Costa. Para a defensora dos consumidores, essa medida surgiu, também, para atender um pleito popular apresentado ao longo dos últimos anos. (Milton Alves Júnior)

Por orientação do Ministério Público Estadual (MPE), todos os comerciantes de fogos, cadastrados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe (CBM/SE), já a partir deste ano terão de informar aos órgãos de fiscalização a origem de todos os produtos à disposição dos consumidores. De acordo com a Promotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor, esta é mais uma forma de combater a clandestinidade dos produtos, bem como minimizar os riscos de acidentes muitas vezes sofridos por crianças e adolescentes. Após catalogada, a lista dos fornecedores será encaminhado ao 28º Batalhão dos Caçadores do Exército Brasileiro, responsável por controlar a fabricação, exportação e o balando alfandegário.
Apesar da ampliação na rigorosidade contra o setor comercial, o vendedor Erivaldo Santos - representante do setor durante audiência publica realizada na manhã de ontem, avaliou a medida como 'necessária' e 'fundamental' para conceituar em maior escala todos os empresários que trabalham nesse seguimento. Mesmo diante da burocracia intensificado, Erivaldo acredita que todas as antigas, e novas exigências, serão respeitadas dentro do prazo previamente estabelecido ao ponto de evitar possíveis transtornos coletivos, ou individuais. Por se tratar de um ano de Copa do Mundo, muitos proprietários de barracas já começam a erguer os estabelecimentos temporários.
"Essa medida, ao contrário do que muitos acreditam, na realidade chega para agregar o índice de confiabilidade a ser repassado para os clientes que antes de qualquer coisa buscam adquirir produtos de confiança e segurança. Saber a procedência de cada um dos fogos, composição e onde foram confeccionados, é, no mínimo, uma demonstração de cuidado e prezo pela vida", declarou. Não me restam dúvidas que a educação é o melhor caminho para todos. Essa é justamente a linha defendida pela promotora Euza Maria Gentil Missano Costa. Para a defensora dos consumidores, essa medida surgiu, também, para atender um pleito popular apresentado ao longo dos últimos anos. (Milton Alves Júnior)