Brasil de lenha e carvão

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Publicada em 09/05/2018 às 05:50:00

 

Os aumentos constantes no pre-
ço de gás e combustível, fixa-
dos pela Petrobrás, provam que o incentivo ao consumo e a produção, uma das estratégias mais simples de enfrentamento às crises econômicas, não está entre as prioridades do Governo Federal. Esta semana, a estatal voltou a reajustar o gás de uso industrial e comercial no País.
Embora não produza impacto direto na economia doméstica, a atual política de reajustes adotada pela Petrobrás acaba penalizando os mais pobres, uma vez em que estes sãos os mais vulneráveis ao revés das contas públicas, como bem sabem 14 milhões de desempregados. Com o custo de produção nas alturas, a mão de obra sem especialização é a primeira a ser dispensada.
As cotações internacionais do petróleo, bem como a disparada do dólar, não poupam quem jamais sonhou em tirar os pés do Brasil. É com base nesses indicadores que a Petrobras está vendendo gasolina pelo maior preço já praticado, desde quando a estatal deu início à política de reajustes diários. Com o botijão de gás destrinado a consumo doméstico não é muito diferente. Segundo pesquisa do IBGE, 1,2 milhão de famílias brasileiras precisam apelar para a lenha e o carvão para alimentar o fogo na cozinha de casa.
As contas fixadas por decisão do governo foram as que mais subiram, ao longo dos últimos meses. O reajuste aprovado na tarifa de energia elétrica ao fim do ano passado, por exemplo, chegou ao percentual escandaloso de 43% sobre o valor da bandeira então praticada. É também por medidas assim, inclementes, insensíveis ao sofrimento dos mais pobres, que o governo Temer tem a pior taxa de aprovação popular já registrada na história.

Os aumentos constantes no pre- ço de gás e combustível, fixa- dos pela Petrobrás, provam que o incentivo ao consumo e a produção, uma das estratégias mais simples de enfrentamento às crises econômicas, não está entre as prioridades do Governo Federal. Esta semana, a estatal voltou a reajustar o gás de uso industrial e comercial no País.
Embora não produza impacto direto na economia doméstica, a atual política de reajustes adotada pela Petrobrás acaba penalizando os mais pobres, uma vez em que estes sãos os mais vulneráveis ao revés das contas públicas, como bem sabem 14 milhões de desempregados. Com o custo de produção nas alturas, a mão de obra sem especialização é a primeira a ser dispensada.
As cotações internacionais do petróleo, bem como a disparada do dólar, não poupam quem jamais sonhou em tirar os pés do Brasil. É com base nesses indicadores que a Petrobras está vendendo gasolina pelo maior preço já praticado, desde quando a estatal deu início à política de reajustes diários. Com o botijão de gás destrinado a consumo doméstico não é muito diferente. Segundo pesquisa do IBGE, 1,2 milhão de famílias brasileiras precisam apelar para a lenha e o carvão para alimentar o fogo na cozinha de casa.
As contas fixadas por decisão do governo foram as que mais subiram, ao longo dos últimos meses. O reajuste aprovado na tarifa de energia elétrica ao fim do ano passado, por exemplo, chegou ao percentual escandaloso de 43% sobre o valor da bandeira então praticada. É também por medidas assim, inclementes, insensíveis ao sofrimento dos mais pobres, que o governo Temer tem a pior taxa de aprovação popular já registrada na história.