Ginástica Rítmica brasileira comemora resultados no Pan-Americano Juvenil

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Publicada em 10/05/2018 às 00:03:00

 

O Brasil saiu com um bom saldo do Pan-Americano Juvenil de Ginástica Rítmica, disputado no final de semana, em Medellin, na Colômbia. O País mostrou a força da nova geração da modalidade ao fechar a competição com quatro medalhas e vaga nos Jogos Olímpicos da Juventude deste ano, em Buenos Aires, na Argentina.
A Seleção transitória de conjunto conquistou a medalha de prata geral, o bronze na série de cinco cordas e o ouro nos cinco pares de maças.
No individual o Brasil terminou com a medalha de bronze, atrás somente dos Estados Unidos e do Canadá, duas potências da modalidade. No individual geral, a soma de todos os aparelhos, Maria Eduarda Arakaki foi a quinta colocada e Amanda Santos a sexta. Além disso, as brasileiras estiveram presentes nas finais de todos os aparelhos. Maria Clara Souza disputou a decisão do arco, Maria Eduarda competiu na bola, maças (4° lugar) e fita. Já Amanda Santos disputou bola e maças.
A vaga nos Jogos Olímpicos da Juventude ficou com Maria Eduarda. "Foi bem positivo para o Brasil. Conseguimos conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos da Juventude, que era o nosso grande objetivo. A vaga veio com o terceiro lugar, só atrás dos Estados Unidos e Canadá, que são potências no continente Americano. Ficamos à frente do México e de todos os países sul-americanos. E, também conseguimos medalha por equipe no individual, pela qual lutamos muito. Conseguimos fazer excelentes apresentações, um resultado expressivo também", apontou Renata Teixeira, coordenadora do Comitê Técnico de Ginástica Rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e árbitra internacional na competição.
"Quanto ao conjunto, no ano passado havíamos ficado em quinto lugar e este ano fomos vice-campeões e ainda trouxemos uma medalha de ouro por aparelho. Então, foi sensacional super positivo esse ano de trabalho no juvenil, que é uma categoria de base e contamos muito com o apoio dos clubes e federações estaduais. Evoluímos muito de um ano para o outro", acrescentou Renata. "Nós da comissão, tanto da coordenação de seleções, quanto do comitê técnico, atribuímos essa evolução a um trabalho conjunto de todas as esferas, da comissão, do comitê, dos treinadores dos clubes, nos quais realizamos seletivas. 

O Brasil saiu com um bom saldo do Pan-Americano Juvenil de Ginástica Rítmica, disputado no final de semana, em Medellin, na Colômbia. O País mostrou a força da nova geração da modalidade ao fechar a competição com quatro medalhas e vaga nos Jogos Olímpicos da Juventude deste ano, em Buenos Aires, na Argentina.
A Seleção transitória de conjunto conquistou a medalha de prata geral, o bronze na série de cinco cordas e o ouro nos cinco pares de maças.
No individual o Brasil terminou com a medalha de bronze, atrás somente dos Estados Unidos e do Canadá, duas potências da modalidade. No individual geral, a soma de todos os aparelhos, Maria Eduarda Arakaki foi a quinta colocada e Amanda Santos a sexta. Além disso, as brasileiras estiveram presentes nas finais de todos os aparelhos. Maria Clara Souza disputou a decisão do arco, Maria Eduarda competiu na bola, maças (4° lugar) e fita. Já Amanda Santos disputou bola e maças.
A vaga nos Jogos Olímpicos da Juventude ficou com Maria Eduarda. "Foi bem positivo para o Brasil. Conseguimos conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos da Juventude, que era o nosso grande objetivo. A vaga veio com o terceiro lugar, só atrás dos Estados Unidos e Canadá, que são potências no continente Americano. Ficamos à frente do México e de todos os países sul-americanos. E, também conseguimos medalha por equipe no individual, pela qual lutamos muito. Conseguimos fazer excelentes apresentações, um resultado expressivo também", apontou Renata Teixeira, coordenadora do Comitê Técnico de Ginástica Rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e árbitra internacional na competição.
"Quanto ao conjunto, no ano passado havíamos ficado em quinto lugar e este ano fomos vice-campeões e ainda trouxemos uma medalha de ouro por aparelho. Então, foi sensacional super positivo esse ano de trabalho no juvenil, que é uma categoria de base e contamos muito com o apoio dos clubes e federações estaduais. Evoluímos muito de um ano para o outro", acrescentou Renata. "Nós da comissão, tanto da coordenação de seleções, quanto do comitê técnico, atribuímos essa evolução a um trabalho conjunto de todas as esferas, da comissão, do comitê, dos treinadores dos clubes, nos quais realizamos seletivas.