Suspeito de matar dançarino é posto em prisão domiciliar

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Publicada em 10/05/2018 às 00:36:00

 

A Justiça concedeu prisão domiciliar para um dos suspeitos pelo assassinato do dançarino Antony Marques Santos Rocha, morto no dia 19 de março em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju). O comerciante Alisson Pereira Santos, que confessou o crime e alegou ter se desentendido com a vítima por causa de uma dívida de R$ 800 em créditos para celular, alegou um problema de saúde para pedir a conversão de sua prisão preventiva. A decisão foi tomada na quinta-feira passada. 
A defesa de Alisson apresentou um relatório médico apontando que o suspeito está usando curativos, anti-inflamatórios e analgésicos, além de passar por exames na perna esquerda, que está comprometida por causa de uma fratura exposta sofrida no ano de 2010. Segundo o relatório, ela pode ser amputada caso não haja tratamento e há risco de uma infecção generalizada.O diretor do Desipe encaminhou um ofício ao Judiciário informando que não havia a possiblidade de fazer o tratamento dentro da unidade. 
A decisão provocou protestos e manifestações de revolta da família de Antony, que pediram a ajuda de advogados para recorrer da decisão e temem que o crime fique impune. O Tribunal de Justiça do Estado (TJSE) informa que a decisão poderá ser revista caso haja alteração de quadro de saúde. Enquanto isso, na condição de preso domiciliar, Alisson Pereira vai ter apresentar um relatório médico a cada 30 dias para comprovar a realização do tratamento. 

A Justiça concedeu prisão domiciliar para um dos suspeitos pelo assassinato do dançarino Antony Marques Santos Rocha, morto no dia 19 de março em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju). O comerciante Alisson Pereira Santos, que confessou o crime e alegou ter se desentendido com a vítima por causa de uma dívida de R$ 800 em créditos para celular, alegou um problema de saúde para pedir a conversão de sua prisão preventiva. A decisão foi tomada na quinta-feira passada. 
A defesa de Alisson apresentou um relatório médico apontando que o suspeito está usando curativos, anti-inflamatórios e analgésicos, além de passar por exames na perna esquerda, que está comprometida por causa de uma fratura exposta sofrida no ano de 2010. Segundo o relatório, ela pode ser amputada caso não haja tratamento e há risco de uma infecção generalizada.O diretor do Desipe encaminhou um ofício ao Judiciário informando que não havia a possiblidade de fazer o tratamento dentro da unidade. 
A decisão provocou protestos e manifestações de revolta da família de Antony, que pediram a ajuda de advogados para recorrer da decisão e temem que o crime fique impune. O Tribunal de Justiça do Estado (TJSE) informa que a decisão poderá ser revista caso haja alteração de quadro de saúde. Enquanto isso, na condição de preso domiciliar, Alisson Pereira vai ter apresentar um relatório médico a cada 30 dias para comprovar a realização do tratamento.