Motoristas do Samu fazem paralisação até amanhã

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Publicada em 10/05/2018 às 00:37:00

 

Milton Alves Júnior
Até amanhã, dezoito ambulâncias pertencentes ao quadro operacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), estarão indisponíveis aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), em todos os 75 municípios sergipanos. O bloqueio faz parte da paralisação deflagrada por profissionais ligados ao Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado (Sindiconam), os quais cobram da Secretaria de Estado da Saúde (SES), reajuste salarial, ampliação do quadro de profissionais, qualificação nas condições de trabalho, pagamento dentro do mês trabalhado, ou até o quinto dia útil do mês subsequente, e garantia da manutenção dos servidores hoje ligados à Fundação Hospitalar de Saúde (FHS).
Com a paralisação, a classe trabalhadora informou que 20 ambulâncias seguem disponíveis para atender às demandas diárias da população, e, que, a direção administrativa da SES fica integralmente responsável por definir quais os chamados devem ser apontados como prioridade. Os sindicalistas informaram ainda que Sergipe possui exatas 59 unidades móveis cadastradas junto ao Governo Federal, através do Ministério da Saúde, porém, por falta de manutenção mecânica geral, mais de 20 seguem indisponíveis aos contribuintes. A paralisação de 72 horas, iniciará na manhã de ontem, tem sido utilizada como forma de pressionar o Governo do Estado para atender às demandas da categoria.
Para Rogério Batista, hoje presidente do Sindiconam, é de fundamental importância que, sobretudo a Secretaria de Saúde, defenda os pleitos dos trabalhadores caso a gestão pública não deseje se deparar nos próximos meses com novos movimentos semelhantes ao atual, ou grevistas por tempo indeterminado. "Há anos estamos apresentando os problemas que parecem somente serem ouvidos e nada de solucionados. Os salários agora são pagos no dia 12; não há reajuste salarial; a demanda só cresce e as condições seguem precárias, beirando o limite humano de trabalho. Caso o Estado deseje uma assistência eficaz como sempre foi o serviço do Samu, é preciso atender aos nossos apelos", declarou.
Sobre a problemática salarial a Secretaria de Estado da Fazenda informou que o Governo segue intensificando os trabalhos a fim de vencer as dificuldades financeiras, e, assim, regularizar o repasse dos vencimentos. Por enquanto o pagamento segue no dia 12. No que se refere aos funcionários da FHS, a SES esclareceu que o servidor concursado vai continuar trabalhando sem alterações. O que se está em processo são os encaminhamentos de segurança jurídica para realizar a transação de fundação para secretaria. Já sobre os servidores com contratos temporários, no entanto, não podem ser aproveitados porque já foram contratados na condição de vínculo provisório.
"Essa preocupação não é somente de nós servidores do Samu; é geral! Se a situação não está nada agradável neste momento, imaginem com a redução do quadro de funcionários. As pessoas vão pedir auxílio e poucos serão realmente atendidos com rapidez. Não pensem que essas reivindicações visam apenas os nossos interesses, elas são defendidas pelos sergipanos, em especial, aqueles mais carentes que não possuem condições financeiras de pagar por um plano de saúde", pontuou Rogério Batista.

Até amanhã, dezoito ambulâncias pertencentes ao quadro operacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), estarão indisponíveis aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), em todos os 75 municípios sergipanos. O bloqueio faz parte da paralisação deflagrada por profissionais ligados ao Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado (Sindiconam), os quais cobram da Secretaria de Estado da Saúde (SES), reajuste salarial, ampliação do quadro de profissionais, qualificação nas condições de trabalho, pagamento dentro do mês trabalhado, ou até o quinto dia útil do mês subsequente, e garantia da manutenção dos servidores hoje ligados à Fundação Hospitalar de Saúde (FHS).
Com a paralisação, a classe trabalhadora informou que 20 ambulâncias seguem disponíveis para atender às demandas diárias da população, e, que, a direção administrativa da SES fica integralmente responsável por definir quais os chamados devem ser apontados como prioridade. Os sindicalistas informaram ainda que Sergipe possui exatas 59 unidades móveis cadastradas junto ao Governo Federal, através do Ministério da Saúde, porém, por falta de manutenção mecânica geral, mais de 20 seguem indisponíveis aos contribuintes. A paralisação de 72 horas, iniciará na manhã de ontem, tem sido utilizada como forma de pressionar o Governo do Estado para atender às demandas da categoria.
Para Rogério Batista, hoje presidente do Sindiconam, é de fundamental importância que, sobretudo a Secretaria de Saúde, defenda os pleitos dos trabalhadores caso a gestão pública não deseje se deparar nos próximos meses com novos movimentos semelhantes ao atual, ou grevistas por tempo indeterminado. "Há anos estamos apresentando os problemas que parecem somente serem ouvidos e nada de solucionados. Os salários agora são pagos no dia 12; não há reajuste salarial; a demanda só cresce e as condições seguem precárias, beirando o limite humano de trabalho. Caso o Estado deseje uma assistência eficaz como sempre foi o serviço do Samu, é preciso atender aos nossos apelos", declarou.
Sobre a problemática salarial a Secretaria de Estado da Fazenda informou que o Governo segue intensificando os trabalhos a fim de vencer as dificuldades financeiras, e, assim, regularizar o repasse dos vencimentos. Por enquanto o pagamento segue no dia 12. No que se refere aos funcionários da FHS, a SES esclareceu que o servidor concursado vai continuar trabalhando sem alterações. O que se está em processo são os encaminhamentos de segurança jurídica para realizar a transação de fundação para secretaria. Já sobre os servidores com contratos temporários, no entanto, não podem ser aproveitados porque já foram contratados na condição de vínculo provisório.
"Essa preocupação não é somente de nós servidores do Samu; é geral! Se a situação não está nada agradável neste momento, imaginem com a redução do quadro de funcionários. As pessoas vão pedir auxílio e poucos serão realmente atendidos com rapidez. Não pensem que essas reivindicações visam apenas os nossos interesses, elas são defendidas pelos sergipanos, em especial, aqueles mais carentes que não possuem condições financeiras de pagar por um plano de saúde", pontuou Rogério Batista.