Obra da Usina Termoelétrica Porto de Sergipe I entra em nova etapa

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A tubulação pode ser vista em vários trechos do Rio Sergipe
A tubulação pode ser vista em vários trechos do Rio Sergipe

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Publicada em 11/05/2018 às 04:55:00

 

Um novo cenário no 
Rio Sergipe pode 
ser observado em diversos pontos da cidade de Aracaju e tem despertado a curiosidade da população. Seja na Ponte Construtor João Alves, que dá acesso ao município de Barra dos Coqueiros, no Largo da Gente Sergipana ou na Ponte do Imperador, é possível ver dois tubos de polietileno com aproximadamente 600 metros, boiando ao longo do rio. O material será utilizado pela GE na obra de construção da Usina Termoelétrica Porto de Sergipe I, de propriedade da CELSE - Centrais Elétricas de Sergipe.
Os tubos foram transportados da Bahia para Sergipe pelo mar por um rebocador e ficarão boiando no Rio Sergipe até o momento da sua instalação. Durante as próximas semanas, ainda no Rio Sergipe, serão instalados os anéis e concreto, que servirão de peso morto para afundamento da tubulação. Posteriormente, os tubos serão transportados para a praia ao lado do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), em Barra dos Coqueiros, onde farão a captação da água do mar, que será utilizada no sistema de resfriamento da usina.
 "Uma das soluções tecnológicas para gerar o mínimo de impacto socioambiental é a utilização de água do mar em todo o processo da usina, evitando, assim, que seja usada água potável e de abastecimento da região, minimizando o impacto na rede de água local. A água do mar será usada, exclusivamente, para refrigeração da planta e será devolvida ao mar com uma temperatura de apenas três graus acima da temperatura de captação, que não causa nenhum efeito ao ecossistema, pois retorna sem químicos, livre de qualquer tipo de contaminação", explica Adriano Cezário, gerente do projeto em Sergipe.
O presidente da CELSE, Pedro Litsek, destaca que Sergipe está consciente de que a energia é um ingrediente essencial para o desenvolvimento do estado, do país. "A população sergipana já pode observar a mudança acontecer, a usina tomar forma, além de perceber o impacto positivo que usina já oferece através de geração de emprego, de impostos e a possibilidade de atrair empresas que utilizem gás natural em seus processos de produção. A CELSE agradece a receptividade do Governo de Sergipe e a acolhida do seu povo", ressalta o presidente.
Andamento da obra - A obra civil da usina está praticamente concluída e já foi iniciada a montagem de equipamentos. Na fase atual, estão sendo montadas as caldeiras e estruturas metálicas. Serão instaladas três turbinas a gás 7HA da GE, detentoras de uma tecnologia certificada pelo Livro dos Recordes (Guinness) em eficiência. Quando entrar em operação comercial, em janeiro de 2020, a usina terá capacidade de geração de cerca de 1.516 MW. Por meio das turbinas mais modernas e eficientes do mundo, a termoelétrica Porto Sergipe I será capaz de gerar energia para os lares de 20 milhões de brasileiros e atender até 15% da demanda energética do Nordeste.

Um novo cenário no  Rio Sergipe pode  ser observado em diversos pontos da cidade de Aracaju e tem despertado a curiosidade da população. Seja na Ponte Construtor João Alves, que dá acesso ao município de Barra dos Coqueiros, no Largo da Gente Sergipana ou na Ponte do Imperador, é possível ver dois tubos de polietileno com aproximadamente 600 metros, boiando ao longo do rio. O material será utilizado pela GE na obra de construção da Usina Termoelétrica Porto de Sergipe I, de propriedade da CELSE - Centrais Elétricas de Sergipe.
Os tubos foram transportados da Bahia para Sergipe pelo mar por um rebocador e ficarão boiando no Rio Sergipe até o momento da sua instalação. Durante as próximas semanas, ainda no Rio Sergipe, serão instalados os anéis e concreto, que servirão de peso morto para afundamento da tubulação. Posteriormente, os tubos serão transportados para a praia ao lado do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), em Barra dos Coqueiros, onde farão a captação da água do mar, que será utilizada no sistema de resfriamento da usina.
 "Uma das soluções tecnológicas para gerar o mínimo de impacto socioambiental é a utilização de água do mar em todo o processo da usina, evitando, assim, que seja usada água potável e de abastecimento da região, minimizando o impacto na rede de água local. A água do mar será usada, exclusivamente, para refrigeração da planta e será devolvida ao mar com uma temperatura de apenas três graus acima da temperatura de captação, que não causa nenhum efeito ao ecossistema, pois retorna sem químicos, livre de qualquer tipo de contaminação", explica Adriano Cezário, gerente do projeto em Sergipe.
O presidente da CELSE, Pedro Litsek, destaca que Sergipe está consciente de que a energia é um ingrediente essencial para o desenvolvimento do estado, do país. "A população sergipana já pode observar a mudança acontecer, a usina tomar forma, além de perceber o impacto positivo que usina já oferece através de geração de emprego, de impostos e a possibilidade de atrair empresas que utilizem gás natural em seus processos de produção. A CELSE agradece a receptividade do Governo de Sergipe e a acolhida do seu povo", ressalta o presidente.
Andamento da obra - A obra civil da usina está praticamente concluída e já foi iniciada a montagem de equipamentos. Na fase atual, estão sendo montadas as caldeiras e estruturas metálicas. Serão instaladas três turbinas a gás 7HA da GE, detentoras de uma tecnologia certificada pelo Livro dos Recordes (Guinness) em eficiência. Quando entrar em operação comercial, em janeiro de 2020, a usina terá capacidade de geração de cerca de 1.516 MW. Por meio das turbinas mais modernas e eficientes do mundo, a termoelétrica Porto Sergipe I será capaz de gerar energia para os lares de 20 milhões de brasileiros e atender até 15% da demanda energética do Nordeste.