Criança de 3 anos passa a noite presa em creche da PMA

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Publicada em 11/05/2018 às 05:09:00

 

Milton Alves Júnior
Na tentativa de evitar 
que erros seme-
lhantes ao vivenciado na madrugada de ontem voltem a ser enfrentados por grupos vulneráveis, uma reunião administrativa será realizada na sede da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Júlio Prado Vasconcelos, no bairro São Conrado. O encontro entre educadores e pais foi agendado em caráter imediato após uma criança de apenas três anos ter sido esquecida dentro da unidade. Por mais de 12 horas familiares buscavam o paradeiro da criança, que, sequer havia deixado a unidade escolar. Sem água, comida e assistência social, a vítima ficou sozinha entre as 17h da quarta-feira, e 6h de ontem.
A confusão teve início após responsáveis terem ido buscar a criança na creche, quando foram informados que uma pessoa desconhecida teria se apresentado como substituto dos pais e a conduziram para a respectiva residência. Essas informações foram apresentadas por vizinhos e amigos dos familiares minutos após a direção escolar ter reconhecido o erro. Abalados com o susto, os pais optaram por não dar entrevistas. No final da manhã de ontem a Prefeitura de Aracaju informou que somente se pronunciaria após receber informações detalhadas sobre o caso que chama a atenção do Ministério Público Estadual e do Conselho Tutelar.
Quebrando o silêncio, no início da tarde, Maria Cecília, secretária municipal da Educação (Semed), informou que está acompanhando o caso a fim de identificar os erros que resultaram na comoção coletiva. A gestora garantiu que no período da noite um grupo realizou a revista da unidade, acompanhado do secretário escolar, mas não encontraram a criança. A perspectiva da Secretaria é que o próprio Conselho Tutelar esteja integrado nas investigações e colabore com as análises dos fatos. Sobre o estado emocional da criança e dos pais, Cecília garantiu oferecer o amparo necessário.
"Neste sábado estarei participando pessoalmente de uma reunião que será realizada na creche, mas antes disso faço questão de ir até a casa dessa família e observar se ela está precisando de algum tipo de assistência. Por orientação nossa, a direção da escola prestou depoimento e gerou um boletim de ocorrência junto à Secretaria de Estado da Segurança Pública. Estamos trabalhando para identificar de imediato os possíveis erros e evitar que eles voltem a acontecer", declarou.

Na tentativa de evitar  que erros seme- lhantes ao vivenciado na madrugada de ontem voltem a ser enfrentados por grupos vulneráveis, uma reunião administrativa será realizada na sede da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Júlio Prado Vasconcelos, no bairro São Conrado. O encontro entre educadores e pais foi agendado em caráter imediato após uma criança de apenas três anos ter sido esquecida dentro da unidade. Por mais de 12 horas familiares buscavam o paradeiro da criança, que, sequer havia deixado a unidade escolar. Sem água, comida e assistência social, a vítima ficou sozinha entre as 17h da quarta-feira, e 6h de ontem.
A confusão teve início após responsáveis terem ido buscar a criança na creche, quando foram informados que uma pessoa desconhecida teria se apresentado como substituto dos pais e a conduziram para a respectiva residência. Essas informações foram apresentadas por vizinhos e amigos dos familiares minutos após a direção escolar ter reconhecido o erro. Abalados com o susto, os pais optaram por não dar entrevistas. No final da manhã de ontem a Prefeitura de Aracaju informou que somente se pronunciaria após receber informações detalhadas sobre o caso que chama a atenção do Ministério Público Estadual e do Conselho Tutelar.
Quebrando o silêncio, no início da tarde, Maria Cecília, secretária municipal da Educação (Semed), informou que está acompanhando o caso a fim de identificar os erros que resultaram na comoção coletiva. A gestora garantiu que no período da noite um grupo realizou a revista da unidade, acompanhado do secretário escolar, mas não encontraram a criança. A perspectiva da Secretaria é que o próprio Conselho Tutelar esteja integrado nas investigações e colabore com as análises dos fatos. Sobre o estado emocional da criança e dos pais, Cecília garantiu oferecer o amparo necessário.
"Neste sábado estarei participando pessoalmente de uma reunião que será realizada na creche, mas antes disso faço questão de ir até a casa dessa família e observar se ela está precisando de algum tipo de assistência. Por orientação nossa, a direção da escola prestou depoimento e gerou um boletim de ocorrência junto à Secretaria de Estado da Segurança Pública. Estamos trabalhando para identificar de imediato os possíveis erros e evitar que eles voltem a acontecer", declarou.