Hotel Palace

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Publicada em 12/05/2018 às 05:16:00

 

O edifício Wilton Paes de Almei-
da, reduzido em ruína e es-
combro na mais recente tragédia brasileira, é o emblema mais vivo do perigo vacilando em tantos andares, Brasil afora. O episódio faz lembrar, por exemplo, as marquises no centro de Aracaju. Vira e mexe, o pior acontece.
Diversos prédios da região reclamam preces aos comerciantes e transeuntes. O maior de todos os estandartes da decadência que se abateu sobre o esquecido centro histórico da capital sergipana, no entanto, talvez seja mesmo o Hotel Palace. Meio século após sua construção, o prédio em nada lembra a imponente construção original. Há alguns anos, a marquise do hotel desabou. Foi uma simples questão de sorte ninguém ter sido atingido.
A necessidade de providências é tão escandalosa, a ponto de mobilizar o quase sempre claudicante Tribunal de Justiça de Sergipe. Ontem, foi determinada interdição do prédio até segundo aviso, condicionado à reforma e revitalização do edifício. A medida abrange todo o edifício, incluindo o andar térreo, tomado por pequenos estabelecimentos comerciais.
Antes tarde do que nunca. Certo é que os comerciantes em atividade no estado dão a impressão de abrir as portas sem dar satisfação a ninguém. Os fatos falam por si mesmos, em alto e bom som. A fiscalização é frouxa. Desabamentos e incêndios derivados da falta de manutenção das instalações comerciais são mais ou menos frequentes. Depois que o pior ocorre, não adianta chorar o leite derramado.

O edifício Wilton Paes de Almei- da, reduzido em ruína e es- combro na mais recente tragédia brasileira, é o emblema mais vivo do perigo vacilando em tantos andares, Brasil afora. O episódio faz lembrar, por exemplo, as marquises no centro de Aracaju. Vira e mexe, o pior acontece.
Diversos prédios da região reclamam preces aos comerciantes e transeuntes. O maior de todos os estandartes da decadência que se abateu sobre o esquecido centro histórico da capital sergipana, no entanto, talvez seja mesmo o Hotel Palace. Meio século após sua construção, o prédio em nada lembra a imponente construção original. Há alguns anos, a marquise do hotel desabou. Foi uma simples questão de sorte ninguém ter sido atingido.
A necessidade de providências é tão escandalosa, a ponto de mobilizar o quase sempre claudicante Tribunal de Justiça de Sergipe. Ontem, foi determinada interdição do prédio até segundo aviso, condicionado à reforma e revitalização do edifício. A medida abrange todo o edifício, incluindo o andar térreo, tomado por pequenos estabelecimentos comerciais.
Antes tarde do que nunca. Certo é que os comerciantes em atividade no estado dão a impressão de abrir as portas sem dar satisfação a ninguém. Os fatos falam por si mesmos, em alto e bom som. A fiscalização é frouxa. Desabamentos e incêndios derivados da falta de manutenção das instalações comerciais são mais ou menos frequentes. Depois que o pior ocorre, não adianta chorar o leite derramado.